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O maior desastre do rio Cubatão

Morte por afogamento do empresário palhocense Sérgio Souza, na quinta-feira (9), não foi a única tragédia nas águas turvas do Cubatão

5135066ed858eb5b41fd01854cd5c18c.jpg Foto: DIVULGAÇÃO

Por: João José da Silva e Maria Aparecida Espíndola (Cida)

O temido rio Cubatão fez mais uma vítima, no último dia 9 de setembro, quando o empresário palhocense Sérgio Souza saiu para pescar sob a ponte de acesso ao Aririú da Formiga e seu corpo foi tragado pelas águas. O empresário foi resgatado pelo Corpo de Bombeiros na manhã de sábado (11).

É um rio perigoso. O maior desastre de afogamentos no Cubatão, na região do Aririú da Formiga, aconteceu em 14 de dezembro de 1981, quando perderam a vida quatro trabalhadores da antiga Tapuia, que trabalhavam no areal da empresa (“chupão”).

Por volta das 13h30 daquela tarde, vários jovens trabalhadores, com idade entre 20 e 30 anos, aproximadamente, embarcaram numa bateira e seguiram rio abaixo, rumo à foz do Cubatão, quando a bateira afundou, afogando quatro dos nove tripulantes. Os trabalhadores eram moradores da região: três deles eram do Aririú da Formiga, Joelson do seu Nilton, Zezinho Bruchado e Claudir Luiz da Silveira, mais conhecido por “Pequeninho”; e um deles era do bairro Furadinho, Esomérico Alcides Quadros, pai do vereador Elton Esomérico de Quadros. 

Os bombeiros da época encontraram os quatro corpos no mesmo dia, com a ajuda do seu Manuel Martins e do seu Leodoro Martins (um tio e o pai do ex-vice-prefeito José Leodoro Martins, o Dé), pescadores experientes que conheciam essa parte do rio Cubatão como ninguém.


Curiosidades sobre o sinistro 

Dos noves trabalhadores, todos que estavam calçando botas se salvaram; os que não estavam morreram

Zezinho Bruchado havia conseguido se salvar, mas quando viu seu primo Claudir Luiz Silveira (Pequeninho) pedindo socorro e se afogando nas águas, voltou para salvá-lo, mas acabou perecendo junto com o primo

Quem presenciou o sinistro conta que seu Leodoro e Manuel Martins, munidos de uma bateira e de vergas, orientavam os bombeiros, apontando a eles onde os corpos estavam.

Outra estória que impressiona foi a que dona Jordina Amélia Espíndola, vó do Zezinho e do Claudir, ao saber que as buscas iam ser encerradas, pois a noite chegava e ainda não haviam encontrado o corpo de Zezinho, pegou um pires, fixou uma vela, fez uma oração e mandou uma das netas correr até as margens do rio, acender a vela e soltar o pires na água. Ordenou ainda que ficasse acompanhando onde o pires iria parar, e quando isso acontecesse, era para avisar para que procurassem naquele local. Não deu outra: avisado, seu Manuel Martins foi até o local, fixou as vergas de bambu e pediu aos bombeiros que mergulhassem onde o pires havia parado. Eles assim fizeram, encontrando o quarto e último corpo.

Durante aquela madrugada, as duas comunidades enlutadas lotaram as ruas próximas às casas dos falecidos, principalmente as ruas do Aririú da Formiga, que havia perdido três de seus cidadãos

No dia do sepultamento, os três corpos do Aririú da Formiga se encontraram no cruzamento e seguiram até a igreja local, para a missa de corpo presente

 

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