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Lixeiras são raridade nas paradas de ônibus

Quando tem, são alvos de vandalismo

ffdbad8d66744f1f18f351c6364b1594.jpeg Foto: DIVULGAÇÃO

Texto: Isonyane Iris

Nem sempre é fácil fazer a coisa certa. Jogar o lixo em lixeiras, por exemplo, pode ser bem complicado para quem está esperando ônibus em Palhoça. Usuários reclamam que lixeiras são uma raridade nas paradas de ônibus; quando existem, é comum estarem sem possibilidade de uso, por causa da má conservação e do vandalismo. Com isso, muitas pessoas acabam deixando o lixo jogado nas paradas de ônibus ou mesmo no chão, transformando o local em um verdadeiro lixão. 

Um dos bairros que sofre com este problema é o Alto Aririú. “Tem de tudo: cigarro usado, garrafa de água, de suco, embalagem de salgadinho, iogurte, bolacha, papel de bala, um verdadeiro lixão. A falta de uma lixeira com certeza contribui muito para que as pessoas deixem seus lixos por aqui, mas também é importante dizer sobre a falta de educação das pessoas. Não é porque não tem lixeira que eu vou jogar no chão, todos podem levar um saquinho e colocar o lixo dentro até encontrar uma lixeira”, acredita Maria Aparecida, de 59 anos. 

Para amenizar a quantidade de lixo despejada diariamente pelos pontos de ônibus, alguns moradores próximos contam que acabam fazendo a limpeza do lugar semanalmente. “Eu moro bem aqui, então todos os dias vejo as pessoas jogando lixo sem nenhuma vergonha na cara. Já que a Prefeitura não faz o trabalho dela, pelo menos eu tento manter um pouco limpo, porque se deixar, daqui a pouco ninguém tem mais onde sentar, de tanto lixo”, lamenta Osvaldo Cruz, de 48 anos.

No Aririú, a falta não é apenas de lixeiras. Nem mesmo paradas de ônibus os usuários têm para se abrigar, um problema que gera revolta na comunidade. “Não temos nem onde sentar, o que dirá uma lixeira aqui! Engraçado que a Prefeitura não vê isso, só se preocupa com obras grandes, enquanto nós estamos aqui debaixo de chuva e de sol. As lixeiras teriam que ser obrigação da Prefeitura, e não só nas paradas de ônibus, mas espalhadas pelas ruas, assim contribuiria para que as pessoas não jogassem tanto lixo pelo chão”, acredita Felipe Neves Silveira, de 31 anos. 

Quando existem, as lixeiras que se encontram nas paradas de ônibus estão em sua maioria destruídas pelo tempo, pelo mau uso ou mesmo por vandalismo. “Quantas vezes já vi adolescentes se pendurando e chutando a lixeira até que quebrasse? Agora sentimos falta, mas quando tinha, ninguém cuidava ou ajudava a manter a lixeira inteira. As pessoas gostam de encontrar desculpas para justificar seus erros, mas esquecem de que antes de tudo a educação é algo que não depende dos outros, essa nós trazemos de casa”, destaca Ari Manoel dos Santos, de 62 anos.

A falta de educação das pessoas tem chamado a atenção também dos moradores do Pachecos, onde as lixeiras nos pontos de ônibus também são raridade. “Não é porque não tem lixeira que pode jogar no chão, isso é falta de educação. Claro que uma lixeira contribuiria muito para manter a limpeza, mas a falta dela não permite que as pessoas joguem tudo no chão. Se formos esperar pela Prefeitura, jamais teremos, o importante é cada um fazer sua parte”, acredita a estudante de Pedagogia Luiza Cristina Silveira, moradora do Pachecos.

A Secretaria Municipal de Infraestrutura informa que está realizando melhorias nos pontos de ônibus e que posteriormente irá instalar lixeiras. 



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