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Contorno Viário: impacto no Alto Aririú gera debate

Avenida São Cristóvão será cortada pela nova rodovia. Comunidade reclama que ficará “ilhada” e Prefeitura pede reposicionamento de acesso alternativo

42476a3443f051e4ffcf0609372e5256.jpg Foto: ALEXANDRE JOÃO BONFIM DA SILVA

Por: Willian Schütz*

A avenida São Cristóvão, interligada com a avenida Senhor Bom Jesus de Nazaré, é uma das principais vias de deslocamento entre os bairros Aririú, Alto Aririú, Pachecos e Guarda do Cubatão. Mudanças devem ocorrer no fluxo da via, por conta da implementação do Contorno Viário. O maior problema será originado pelo posicionamento de um dos acessos alternativos à avenida. Se não for deslocado, a comunidade ficará “ilhada”. Por isso, tanto as lideranças locais quanto a Prefeitura de Palhoça vêm tentando sensibilizar autoridades para que esse acesso seja reposicionado.

O Contorno Viário criará uma intersecção na avenida São Cristóvão, nas proximidades da Gruta do Aririú. O novo trecho deve contar com cerca de 1,3 quilômetro de extensão. Esse entroncamento da principal avenida do Alto Aririú com o traçado do trecho Sul está previsto no projeto. Isto, uma vez que a concessão para a construção do Contorno foi assinada em 2008 e tinha previsão inicial de conclusão em 2012.

No entanto, desde a época, já se falava na construção de um grande viaduto, que unisse a avenida São Cristóvão ao Contorno. Isso porque, em 21 de maio de 2013, foi protocolada a Lei Ordinária 3870, assinada pelo então prefeito em exercício Nirdo Artur Luz (Pitanta), na qual consta que o traçado “atravessa o perímetro urbano do município de Palhoça, criando barreira natural à integração entre bairros atualmente vizinhos”. Por isso, “fica obrigatória a construção de viadutos”. 

Seguindo esse argumento, cerca de 140 pessoas da comunidade local se reuniram no dia 24 de agosto para debater a questão. O encontro contou com a presença do ex-prefeito e atual coordenador de Projetos Especiais do município, Camilo Martins. Os munícipes pediam que o traçado passasse sobre a avenida São Cristóvão na forma de um viaduto.

No momento em que as obras no trecho citado estão prestes a iniciar, a repercussão foi grande e o assunto foi encaminhado ao prefeito Eduardo Freccia.

Um dos representantes da comunidade afirma que a avenida tem importância, por integrar os bairros Aririú e Alto Aririú, e agora, com a passagem do Contorno Viário, ela será cortada ao meio. “Nossa comunidade vai ficar sem saída. Quem for retornar, indo sentido Guarda e Loteamento dos Pinhais, vai ter que dar uma volta muito maior, indo lá para o viaduto da BR-282 e voltar pela mão oposta”, argumenta o munícipe. 

Ciente dessas questões, o prefeito Eduardo esteve em Brasília no dia 1º de setembro. Na ocasião, o gestor de Palhoça apresentou o Ofício 087GAB/2021 em uma audiência com o ministro de Infraestrutura, Tarcísio de Freitas. O prefeito pediu que o acesso alternativo à avenida São Cristóvão fosse reposicionado. 

O prefeito Eduardo pediu para que a proposta da Prefeitura fosse avaliada junto à Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) e à concessionária Arteris Litoral Sul: deslocar o ponto onde será instalado o acesso alternativo para um local mais próximo da intersecção. “Seria uma alteração simples. Acredito até que a empresa economizaria com a mudança, e para a comunidade local, faria uma diferença enorme”, pontua o prefeito Eduardo. “Da forma como está proposto, haverá uma segregação na comunidade. A região mais densamente povoada ficará isolada do restante do bairro, onde existe uma escola municipal, com 600 alunos, igrejas e ponto turístico. Crianças teriam de caminhar um quilometro e meio a mais para chegar à escola, totalizando três quilômetros por dia. É isso que nós queremos evitar, e é simples de fazer, não precisa mexer no traçado, basta apenas deslocar a via elevada prevista para um ponto mais próximo da intersecção entre a obra federal e a avenida local”, explica.

Conforme o ofício citado, foi solicitada uma “reavaliação, com a execução da passagem de nível em outro ponto, também possível do ponto de vista de engenharia e que pouco mudaria no projeto já aprovado”. “O município assume ainda o compromisso de realizar as desapropriações necessárias para a implantação da nova solução, evitando atrasos e novas pactuações contratuais”, traz o texto oficial.

Entretanto, segundo fonte ouvida para esta reportagem, algumas questões devem ser averiguadas antes de qualquer mudança no projeto. Primeiramente, pelo fato de que a proposta atual já está orçada, uma alteração demandaria tempo para a criação de um novo projeto. Também se destaca que naquela região está acontecendo o levante das linhas de alta tensão da Eletrosul, processo já em andamento, que custou milhões de reais e, caso haja mudança, essas torres teriam de ser deslocadas. 

As propostas de reavaliação feitas pelo prefeito Eduardo ainda estão sendo averiguadas. 

Quando procurada pela equipe de jornalismo do Palavra Palhocense, a Arteris Litoral Sul disse que não irá se manifestar sobre as solicitações.

* Sob a supervisão de Alexandre Bonfim

 

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Créditos: ALEXANDRE JOÃO BONFIM DA SILVA ALEXANDRE JOÃO BONFIM DA SILVA
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