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Comandante do 16º BPM participa de live

Tenente-coronel Rodrigo Dutra foi entrevistado no programa #PalavradoPalhocense

cc5d83420462426fdc7923413d4dc2d9.jpg Foto: REPRODUÇÃO/VÍDEO

O tenente-coronel Rodrigo Dutra, comandante do 16º Batalhão da Polícia Militar (BPM) de Santa Catarina, sediado em Palhoça, foi o entrevistado do programa #PalavradoPalhocense, que foi ao ar na noite desta terça-feira (26), ao vivo, pelas redes sociais do jornal Palhocense.

Um dos principais assuntos abordados foi o comprometimento (ou falta de) da população palhocense com relação às medidas de distanciamento social propostas pelo governo do estado em sua estratégia de enfrentamento da pandemia do novo coronavírus em Santa Catarina. De segunda-feira a quinta-feira, sem maiores problemas. Em geral, as restrições têm sido respeitadas, inclusive pelos estabelecimentos comerciais. Dutra mencionou que, desde o primeiro decreto do governador Carlos Moisés estabelecendo as medidas restritivas, as orientações têm sido acatadas de forma “excepcional”. Foram poucas interdições e um único termo circunstanciado foi lavrado por desobediência; a PM registrou 1.178 ocorrências e fez 522 ações preventivas nesse período.

Já de sexta-feira a domingo, a situação se complica e começam as aglomerações. Mesmo durante o dia, quando famílias procuram praças e parques para passear e fazer exercícios físicos – essas atividades já estão permitidas, porém, sem aglomerações. “Mas o período da noite é nosso maior problema, principalmente quanto à população mais jovem, com encontros em áreas pré-marcadas na cidade”, lamentou o comandante. No último final de semana, a PM registrou mais de 80 ocorrências de perturbação de sossego. Como cada viatura leva em média 50 minutos para o atendimento de uma ocorrência, é praticamente impossível atender todos os chamados. “Infelizmente, não conseguimos dar o atendimento a todas as ocorrências que chegam até nós através do 190 ou do aplicativo PM/SC Cidadão”, admitiu o tenente-coronel, informando que a Polícia faz uma triagem das solicitações de acordo com a gravidade, escalonando em níveis vermelho (que são as ocorrências mais graves, e portanto, têm prioridade), amarelo e verde.

O comandante do 16º BPM informou que, desde o início da crise da Covid-19, a PM criou uma sala de situação e todos os dias vem atualizando um boletim informativo com a padronização das ações a serem executadas, em parceria com o grupo gestor do estado que está estabelecendo as regras de convívio social durante a pandemia.

Dentro do batalhão, o setor administrativo foi deslocado para o setor operacional, justamente para fazer a fiscalização do cumprimento das medidas restritivas impostas pelo governo do estado. Assim, a parte repressiva do trabalho da PM em Palhoça segue sendo realizada da mesma maneira. Também foi criada uma reserva operacional pelo eventual afastamento de PMs pelo período de 14 dias, caso orientado pelos médicos, em função de sintomas que possam sinalizar a infecção pelo novo coronavírus ou em virtude do contato direto com algum paciente infectado. “Não tem comprometido nosso atendimento, estamos com as mesmas guarnições operando. Só os trabalhos preventivos de outras fiscalizações é que estão reduzidos”, garantiu o comandante.

Em função da pandemia, as aulas presenciais na escola de formação da PM estão paralisadas, mas os novos policiais estão fazendo a formação online e a expectativa é a de reforço no efetivo do batalhão após a formatura da nova turma. Hoje, o 16º BPM tem 160 policiais. Geralmente, próximo da formatura, o comando geral em SC faz um levantamento, levando em conta fatores como população, índice de perda de policiais e criminalidade, para fazer a distribuição dos novos PMs aos municípios. “Precisamos que novos policiais venham agregar o efetivo do 16º batalhão, porque a cidade de Palhoça é complexa, com uma área territorial gigantesca e junto com todo seu crescimento cresce também a complexidade da demanda da segurança pública”, expressou Dutra.

Um dos problemas agravados por essa complexidade inerente a uma cidade em crescimento exponencial é o problema dos moradores de rua. Os órgãos de segurança pública e assistência social vinham fazendo um trabalho de abordagens semanais no município, mas a atuação dessa força-tarefa teve a frequência reduzida em função da pandemia da Covid-19. Moradores de rua e usuários de drogas têm aproveitado o momento para aplicar um novo golpe: eles roubam máscaras de pedestres durante a noite e tentam revendê-las no dia seguinte. Um dos “pontos de venda” está localizado no Pagani, e o comandante garantiu que a PM vai realizar ações para reprimir esse mercado negro oportunista. 

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