A sua privacidade é importante para nós. É política da Palavra Palhocense respeitar a sua privacidade em relação a qualquer informação sua que possamos coletar no site da Palavra Palhocense, e outros sites que possuímos e operamos.
Solicitamos informações pessoais apenas quando realmente precisamos delas para lhe fornecer um serviço. Fazemo-lo por meios justos e legais, com o seu conhecimento e consentimento. Também informamos por que estamos coletando e como será usado.
Apenas retemos as informações coletadas pelo tempo necessário para fornecer o serviço solicitado. Quando armazenamos dados, protegemos dentro de meios comercialmente aceitáveis para evitar perdas e roubos, bem como acesso, divulgação, cópia, uso ou modificação não autorizados.
Não compartilhamos informações de identificação pessoal publicamente ou com terceiros, exceto quando exigido por lei.
O nosso site pode ter links para sites externos que não são operados por nós. Esteja ciente de que não temos controle sobre o conteúdo e práticas desses sites e não podemos aceitar responsabilidade por suas respectivas políticas de privacidade.
Você é livre para recusar a nossa solicitação de informações pessoais, entendendo que talvez não possamos fornecer alguns dos serviços desejados.
O uso continuado de nosso site será considerado como aceitação de nossas práticas em torno de privacidade e informações pessoais. Se você tiver alguma dúvida sobre como lidamos com dados do usuário e informações pessoais, entre em contato conosco.
Para melhorar a sua experiência no site, é utilizado cookies para persolizar conteúdo e anúncios. Clique em "Aceitar e Fechar" para consentir a utilização dos cookies, visite nossa Política de Privacidade para mais informações.
O artista visual Edson Macalini, de 37 anos, representa Palhoça na final da sétima edição do Prêmio AF de Arte Contemporânea, um dos mais importantes reconhecimentos da cena de artes de Santa Catarina. Ele vai concorrer com Anna Moraes (Florianópolis) e Jan M.O (Joinville). Os três artistas irão mostrar seus trabalhos em exposição coletiva na Fundação Cultural Badesc, na Capital. O grande vencedor será anunciado na abertura da mostra, em dezembro — em razão da pandemia, a exibição será virtual. Como prêmio, fará uma residência artística de três meses na Cité Internationale des Arts, em Paris.
Edson Macalini é doutorando e mestre em Artes Visuais pela Udesc. Já mostrou seu trabalho em exposições, além de ter participado de residências artísticas, feiras e produções em coletivos de artistas. Seu trabalho envolve ações e movimentações que correlacionam artes e natureza, como uma arqueologia dos lugares onde viveu e visitou. Sua obra reflete o interesse pelas relações entre arte e natureza, biologia e arqueologia, política e meio ambiente, o urbano e o rural, além de modos de vidas humanas, de animais, plantas e culturas.
A seleção foi feita por um corpo de jurados formado por Sandra Checruski Souza, mestre em História da Arte (Udesc), especialista em Gestão e Políticas Culturais (Universidade de Girona-Espanha) e coordenadora do setor educativo e de programação cultural do Museu de Florianópolis; e por Niura Borges, pesquisadora, mestre em Artes Visuais (UFRGS) e galerista gaúcha. A terceira jurada, Mathilde Lajarrige, gerente de projetos do Departamento das Residências do Institut Français, em Paris, irá participar da seleção do vencedor ou vencedora.
Em comum, os três artistas têm uma trajetória consistente, trabalhos pautados em experimentação de diferentes linguagens e pesquisa conceitual que dialoga com as obras. “Um dos critérios usados para a seleção foi a coerência teórica e prática. Os finalistas tinham muito bem fundamentados seus trabalhos, sem deixar de lado a construção poética e o trabalho estético em si. Todos têm uma pesquisa muito densa e que se revela em suas obras”, observa Niura.
Em sua sétima edição, o prêmio promovido pela Aliança Francesa Florianópolis propõe a valorização da trajetória de artistas de Santa Catarina. Por isso, a avaliação se deu a partir do portfólio, sempre com o cuidado de apresentar à cena artistas novos e que podem ainda ocupar seus espaços. Em 2020, o prêmio recebeu mais de 70 inscrições e muitas das propostas apresentadas evidenciaram os reflexos de um ano pandêmico em algumas obras. “O momento é inusitado para todos e considerei qual era a relação do artista com esse período. Além disso, observei a experimentação e o uso de outros recursos para além das linguagens tradicionais”, explica Sandra.
Quer participar do grupo de WhatsApp do Palhocense?