Há duas formas de agir diante de uma doença: prevenção (uma vacina, por exemplo) ou cura. Usando a analogia entre educação e segurança pública, fica evidente quem é quem.
Nossa redação ficou revoltada e enojada com as imagens que precisamos publicar na tarde desta quarta-feira (3), mostrando salas e corredores do nosso Caic, no Passa Vinte, em pandemônios. Marginais invadiram a escola, deixando um rastro de prejuízo e destruição.
O crime não é só material. Ele é emblemático. Pessoas que não têm educação revoltam-se contra a estrutura educacional. Defecam nas salas onde crianças se alimentam do saber.
Sem educação, as pessoas agem assim: sem respeito pelo próximo, com uma ira animal. Difícil educar bandidos como esses. Qual seria a cura para eles? Não sei dizer, caro amigo...
Talvez o melhor, mesmo, seja não desistirmos da vacina do amor, do acolhimento, do respeito e da educação. Vacinar cedo nossos pequenos palhocenses, porque alguns dos mais velhos parecem ter vindo ao mundo e perdido a viagem.
Publicado em 04/02/2021 - por Palhocense