Praticando o verbo esperançar
Se tem algo em que nós, brasileiros, somos especialista, é em adaptabilidade. O famoso jeitinho brasileiro, sinônimo de trapaça nos anos 1980, pode ser, hoje em dia, nosso diferencial para a ascensão no mercado mundial. Explico: amadurecemos enquanto economia. Nossa moeda não muda de nome há 26 anos. E o jeitinho brasileiro, que era uma necessidade de sobrevivência, hoje foi repaginado e pode ser chamado de inovação e esperança!
O índice do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgado em julho, mostra os efeitos da “coronacrise” em nossa Palhoça, terra querida. Nossa cidade acusou o golpe em abril, com um pico de demissões; a situação seguiu com saldo negativo em maio; e em junho, ora vejam, a situação já foi superavitária (mais admissões do que demissões).
Impossível, até para o mais apocalítico dos analistas, não sentir uma esperança nascer no horizonte. O professor Mário Cortela ensina a importância da esperança, que nada tem a ver com “esperar”. A palavra “esperança” vem do verbo esperançar: ir atrás e não desistir!
Estamos ávidos pelas boas notícias, assim como essa trazida nos números do Caged. Mas, não ficaremos esperando que elas cheguem. Esperançaremos juntos: inovando, lutando e nos reinventando.
Exemplo de inovação, você também encontra esta semana em nossas páginas, com o “Show de Prêmios Palhocense”. Queremos, com ele, presentear você, leitor, pessoa mais importante para nós, aqui do jornal. Queremos também presentear nossos anunciantes, que poderão potencializar vendas e visibilidade através de nossas plataformas! Viva esse presente!
Publicado em 30/07/2020 - por Palhocense