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Cartão Rosa - Edição 738

Para a alegria dos filhos, familiares e amigos, quem andou completando mais um níver nesta sexta-feira(4), foi a simpática senhora Teresinha Barth. O filho Jones, que trocou Sapucaia do Sul por Palhoça, mesmo a distância, não esconde a alegria e o orgulho por sua mamãe

 

 

Traiu, não traiu...
Traição na política não é novidade nenhuma. E se não houvesse essa herança secular no governo, seja ele qual for, a coisa não teria graça para muitos que adoram ver o palacete real sendo incendiado. Por conta disso, pra mim, não é novidade alguma ver o presidente Jair Bolsonaro sendo atraiçoado miseravelmente por muitos que ele ajudou a se elegerem e outros que ele trouxe para compor seus ministérios. Sem querer dar pitaco neste assunto, mas essa briga do “traiu, não traiu”, é a papinha quente do momento.


Gol olímpico
Quem conhece e gosta de futebol sabe muito bem que o gol olímpico é um dos lances mais bonitos dentro de uma partida. É aquele momento em que o jogador efetua a cobrança de um escanteio e a bola, caprichosamente, entra direto no gol, sem tocar em ninguém. É o tipo de gol difícil de ser marcado e ao mesmo tempo bonito e raro de se ver. Mas não pensem que esse lance nasceu no futebol brasileiro. Tudo começou num jogo amistoso entre as seleções da Argentina e Uruguai em dois de outubro de 1924, quando o argentino Cesáreo fez esse tipo de gol. Para zombar a seleção uruguaia que havia ganhado a Olimpíada em Paris, os argentinos chamaram o lance de "Gol Olímpico". No Brasil, o primeiro gol olímpico foi marcado por Santana, do Vasco da Gama, em 1928, num amistoso contra o Montevidéu Wanderers.


Saudade de viver
Em época de contágio, esse tal de Covid-19 está servindo para nos mostrar como devemos nos preocupar um pouco mais com aqueles que nos circundam. Isso também está servindo pra mostrar que nem só de dinheiro vive a sociedade. Acredito que todos nós estamos sentindo a falta daquela convivência com quem estimamos. Nos velórios, é comum irmos nos despedir daqueles que amamos. E quem diria que estamos perdendo amigos e não podemos dar o último toque, ver o seu rosto pela última vez. Estou com saudades de um monte de coisas. De abraçar e beijar amigos e parentes, das rodadas de cervejinhas geladas com a rapaziada no Bistrô do Dedé, de apitar uma boa pelada de futebol, de sair por aí sem ser proibido. Estou com saudade de viver.


Home office
Mesmo com a incerteza se terão ou não que disputar as quartas de final do Catarinão por causa da crise do coronavírus, os jogadores não podem parar, e o negócio é trabalhar no método "home office", continuar seus treinamentos confinados em suas casas. Por conta disso, a comissão técnica do Avaí apresentou um cronograma para seus atletas que começou nesta segunda-feira (4). Dentro do programa de exercícios ajustados pela comissão técnica, tem o acompanhamento da fisiologia, DM, e a parte nutricional. Essa está sendo a opção que o departamento de futebol do clube azurra achou para manter os seus jogadores preparados, visando a uma possível retomada aos gramados.


Reduzindo os salários
Sem um prazo concreto para o regresso do futebol no Brasil e no mundo, os clubes estão sendo forçados a alterar as suas finanças, nas receitas e principalmente nas suas despesas. O prenúncio por conta de tudo isso que está acontecendo por aí em 2020 está colocando em xeque os orçamentos dos clubes. Na questão salarial, muitos desses clubes, inclusive os considerados grandes, estão tomando ações e por aqui não poderia ser diferente. Luciano Sorriso, novo executivo de futebol do Alvinegro, está contente com a boa aceitação da maioria dos jogadores do time em relação à redução salarial em 25% neste momento em que todos devem dar as mãos, visando um futuro melhor. O Figueirense tem pela frente a conclusão do Catarinense, Copa do Brasil em andamento e Segundona Brasileira.


Sem conversa
Não convidem para a mesma mesa alguns presidentes de clubes do futebol catarinense, dirigentes da FCF, e o governador de Santa Catarina, Carlos Moisés. Porque se o assunto é o retorno do Campeonato Catarinense, por enquanto, para Moisés, isso é assunto sem conversa. A FCF e a Associação de Clubes já tentaram, por duas ocasiões, falar com o "homem", mas ele se mantém num silêncio sepulcral. Aliás, esse distanciamento de Moisés não é somente com os dirigentes de futebol, alguns prefeitos também estão tendo dificuldades de agendar audiências com o soberano. Os clubes daqui já chegaram até a pedir a influência de algum político, mas o profeta continua sem vontade de pelo menos conversar sobre esse assunto. Ou seja, se o negócio é o retorno do futebol, isso é sem conversa e ponto final. 


CARTÃO ROSA para todos os que, de uma forma ou de outra, integram os quadros de uma das maiores instituições de nosso estado que está de parabéns esta semana. A Polícia Militar de Santa Catarina completou, nesta terça-feira (4), 185 anos de existência, cumprindo suas mais diversas responsabilidades no campo da segurança pública estadual. Mesmo neste momento difícil, a PMSC tem muito o que comemorar. Parabéns, policiais militares, eu me orgulho de vocês!

CARTÃO VERMELHO para este imbróglio em que se meteu o governo estadual, na compra de 200 respiradores por R$ 33 milhões, com dispensa de licitação, que não chegaram ainda e não se sabe se vão chegar. E o que é pior: com pagamento antecipado. A Justiça até mandou bloquear os R$ 33 milhões, mas só encontrou um pouco mais de R$  483 mil na conta da Veigamed (uma empresa carioca fundo de quintal). O povo catarinense quer saber onde estão os outros mais de R$ 32milhões, né?! Até parece que esses bocós caíram no conto do bilhete premiado.


DROPS DA ARQUIBANCADA
Interessante a campanha que vem fazendo um dos clubes mais tradicionais do futebol catarinense, o Marcílio Dias. Trata-se do "Dívida Zero", no qual torcedores e empresas ajudam o Cilinho com o que podem para reduzir dívidas de outras administrações. 
Já que o profeta Moisés não quer escutar os representantes do futebol de SC, o prefeito da manezada, Gean Loureiro, prometeu receber os  dirigentes de Avaí e Figueirense nesta sexta-feira (8), no paço municipal.
Sem o nosso bendito futebol, quem vem batendo um bolão é o timaço do pessoal que trabalha na Saúde. Seja em hospitais públicos ou particulares, clinicas médicas, postos de saúde, Samu e outros segmentos, essa rapaziada está se empenhando na linha de frente da pandemia. Esses profissionais que precisam abrir mão de suas famílias são verdadeiros heróis e gigantes da Saúde.


Pensamento do Bambi
Saudades das epidemias da minha geração: Piolhos e lêndeas. O distanciamento era: "Não ande com gente piolhenta".



Publicado em 07/05/2020 - por Margarida Clésio Moreira dos Santos

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