Brasil: “se qués, qués; se não qués, diz”
Muita coisa nesta vida
Já conseguiu me chocar
Me fez rir, me fez chorar
Mas eu continuei na lida;
Agora o que vou narrar
É o pior fato que há
Na nossa Terra Querida.
Palhoça é minha pátria
Terra onde me criei
Berço de minhas andanças
Aqui, quem tem um olho é rei
E digo uma coisa pra ti:
De tudo que eu vi aqui
Em muito não acreditei.
Para viver aqui em Palhoça
Não querer lugar requintado
Quero cumprir meus deveres
Antes que sejam cobrados
Por outro lado me empenho
Para que os direitos que tenho
Também sejam respeitados.
O meu sonho desejado
É pra que toda nossa gente
Não viva o individualismo
E sim coletivamente
Ter políticos de intenções boas
Para que todas as pessoas
Vivam mais dignamente.
Quero uma Palhoça diferente
Sem ambição e cobiça
Quero ver por todo canto
Menos marginal, mais polícia
Chega de ver tanto ladrão
Se passando por cidadão
E zombando da Justiça.
Quero ver a injustiça
Sumindo da sociedade
Quero o fim da politicagem
E de tanta desonestidade
Só assim a nossa nação
Vai ter saúde e educação
E segurança de verdade.
Que não haja desigualdade
Em Palhoça, em lugar algum
E que o bem-estar faça parte
Da vida de cada um
Sendo a ladroeira banida
E a sociedade envolvida
Promovendo o bem comum.
Que por todo canto da cidade
Cresçam os frutos da paz
Que cesse tanta violência
E que ela não volte mais
Que acabem com essa doença
Exterminando as diferenças
Entre as classes sociais.
Que aqui não exista fome
Que em toda mesa tenha pão
Que o gestor público seja honesto
E faça nossa, a administração
Que a Justiça dê combate
E com seu veneno mate
A praga da corrupção.
Queremos políticos zelosos,
Com emoção e prazer,
Que possuam compromisso
E usem bem seu poder
Pra ajudar na nossa luta
Pregando paz e conduta
Para o povo melhor viver.
Que apareça no Brasil
Mais candidato bom do que ruim.
Que nos assaltos e sequestros
A Polícia ponha um fim.
Que desapareça a miséria
Pois minha utopia é seria
Quero este país pra mim.
Querem me deixar contente?
Ajudem esta terra bendita
Lutem pela liberdade
E aceitem a nossa crítica
Quem sabe a verdade apronta
E que não desejem além da conta
Virar notícia da Boca Maldita.
Publicado em 27/02/2025 - por Beltrano