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Sem Perder do Ritmo - Edição 565 - 24/11/16

24 Novembro 2016 13:27:14

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Foto: Reprodução internet

JOGO DOS SETE ERROS
A história do Figueirense em 2016 pode ser contada desta forma: “o jogo dos sete erros”. O presidente alvinegro e sua equipe de trabalho, muito ruim por sinal, cometeram todos os erros que não se deve cometer, principalmente nesta época de crise financeira no país. As decisões equivocadas começaram lá no final de 2015 e terminaram com a queda do time para a segunda divisão do Brasileirão. Tudo começou quando a diretoria resolveu apostar em Hudson Coutinho como treinador, porém, não deu a ele o respaldo necessário para que pudesse fazer um bom trabalho. Começar o Campeonato Catarinense com um time muito fraco, sem atrações e apostando em jogadores que não deram certo em outros clubes, foi mais uma decisão errada. O time afundou no estadual, o torcedor se afastou e enquanto isso, o presidente estava tentando convencer todo mundo que o França era um “bom menino”. Com a demissão de Hudson Coutinho e a contratação de Vinicius Eutrópio, o departamento de futebol contratou aos montes, sem se preocupar nas características de cada um para a formação de um grupo forte. Assim que soube da demissão de Argel no Internacional, o presidente Wilfredo Brillinger tratou de correr atrás do seu “amigo do peito”, Argel Fucks, que mais uma vez chegou falando em causa própria e causou um estrago dentro do grupo. Com os bons resultados longe do Scarpelli, Argel pediu demissão e abriu vaga para mais uma aposta da diretoria, Tuca Guimarães. Os jogadores apoiaram, mas o treinador não conseguiu fazer o time jogar, e no Figueirense de Brillinger, quando os resultados não vêm, demite o técnico. Em meio a isso tudo, Carlos Alberto, o único que poderia fazer algo diferente dentro de campo, foi demitido. O Figueirense foi buscar Marquinhos Santos, o pior aproveitamento da temporada, que também afundou com o time ruim montado pela diretoria. O rebaixamento após a goleada sofrida para o Vitória foi apenas a confirmação de uma tragédia anunciada há pelo menos 11 meses.


DEVER CUMPRIDO
Contestado, ameaçado e até humilhado no começo da temporada, o presidente do Avaí, Francisco Battistotti pode bater no peito e dizer que cumpriu a sua missão - levou o seu time do coração para a Série A do Campeonato Brasileiro. No começo, o medo de queda para a terceirona era eminente, parecia que tudo conspirava contra, porém, a determinação do dirigente, que soube montar uma equipe de trabalho, conseguiu superar as dificuldades e surpreender a todos com o acesso.


EXEMPLO
O trabalho que está sendo feito pela diretoria da Chapecoense é digno de aplausos. A maioria dos clubes do Brasil deveria pegar como exemplo a administração do Verdão.


SAI BRUXA
Será que precisa escrever? É claro que é para a incompetência da diretoria do Figueirense.

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