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Sem Perder do Ritmo - Edição 564 - 17/11/16

17 Novembro 2016 15:29:40

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PRÊMIO
Francisco Battistotti

Se tem um cara que merece comemorar mais do que ninguém esse acesso do Avaí, ele se chama Francisco Battistotti. O presidente azurra  não desistiu nunca, nem nos momentos mais difíceis, nem quando foi ameaçado por um bando de marginais que não o queriam como presidente, mesmo sabedor da situação financeira do clube. Battistotti não fugiu da luta, não abandonou o seu time do coração, permaneceu firme no seu ideal de recuperar o clube e poderá bater no peito e gritar que é verdadeiramente Avaí. 


MUITO PERTO
O Avaí está muito perto de voltar à Série A do Campeonato Brasileiro, basta empatar com o Londrina e o Náutico não vencer o seu compromisso contra o Tupy. Independente do que acontecer na próxima rodada, o time de Claudinei Oliveira terá ainda o último jogo contra o Brasil de Pelotas, em casa,  para confirmar o acesso. Não vejo nenhuma possibilidade do objetivo não ser alcançado, mesmo porque, por tudo que se viu até agora, não existe o já ganhou dentro da Ressacada.
 

PREPARADO
Não foi segredo para ninguém o sucesso alcançado pela Seleção Brasileira sob o comando do técnico Tite. Ele se preparou para assumir a seleção, porém, os caras da CBF, que não sabem nada de bola, resolveram chamar pela segunda vez Dunga. Finalmente, depois de um monte de pancadas e derrotas absurdas, Tite chegou à Seleção e mudou completamente o jeito de jogar do time, dando confiança para alguns jogadores que já estavam esquecidos pelo futebol Chinês, aplicando um conceito de futebol onde todos marcam e todos também têm liberdade para atacar. Talvez se nos clubes também fosse assim a coisa poderia melhorar, sem os dirigentes metidos a besta, que nada sabem, mas querem dar “pitaco” em tudo.


INDICAÇÃO
Mesmo com o pior aproveitamento entre todos os treinadores que passaram pelo Figueirense este ano, Marquinhos Santos indicou o nome do novo gerente de futebol para o Figueirense. Léo Franco chega em momento de turbulência do clube, o rebaixamento para a Segunda Divisão do Brasileirão e a responsabilidade de ter que montar um time para o estadual e para buscar o acesso, mesmo com um orçamento bem mais baixo do que foi este ano.


LAMENTÁVEL
É triste ver um time chegar ao final de uma temporada apenas cumprindo tabela ou apostando no impossível para não ser rebaixado. O Figueirense tem quatro jogos para tentar resgatar a autoestima e arrumar a casa para a temporada de 2017. Mesmo com o técnico Marquinhos Santos dando declarações de otimismo e que ainda acredita na permanência do time na Série A, no meu modo de pensar, está mais do que na hora de começar a limpar a área, projetar o próximo ano e traçar os objetivos. 2016 para o Figueirense foi um festival de besteiras e erros primários que levaram o time ao rebaixamento.


SAI BRUXA
Para o ex-gerente de futebol do Figueirense Cleber Giglio. Contratou aos montes e não conseguiu formar um bom time.

Imagens


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