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Sem Perder do Ritmo - Edição 556 - 22/09/16

22 Setembro 2016 13:33:51

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NA CONTRAMÃO
O presidente do Figueirense, Wilfredo Brilinger,  voltou a soltar suas pérolas nos microfones das emissoras da capital, na apresentação do técnico Marquinhos Santos. Segundo o posicionamento do dirigente, se os resultados não aparecem, a diretoria tem que trocar o treinador independente do tempo que ele esteja no clube. Aliás, foi o que o Figueirense fez ao longo de toda essa temporada: trocou de técnico  para tentar encobrir a incompetência do seu departamento de futebol, que contratou aos montes e não conseguiu fazer um grupo forte. Wilfredo Brilinger está na contramão do que o futebol precisa. Para se montar um bom grupo, é necessário tempo, continuidade e paciência. O atual treinador ouviu atentamente o discurso do seu comandante e deve estar sabendo que se os resultados não aparecerem imediatamente, ele será mais um a pegar a mala.


OS NÚMEROS
Levando-se em conta que a temporada começou com o Campeonato Catarinense, em 30 de janeiro, tivemos até agora sete meses e 20 dias de competições. O Figueirense já teve quatro treinadores (não estou contando Marquinhos Santos que acaba de chegar). Isso dá um total de 230 dias, ou seja, o Figueirense, em média, trocou de treinador a cada 58 dias. Hudson Coutinho, Vinicius Eutrópio, Argeu Fucks e Tuca Fernandes foram as vítimas até agora do todo poderoso e “especialista” de futebol  Wilfredo Brilinger.


QUESTÃO DE CAMISA
Muralha do Fla

No ano passado, o goleiro Alex Muralha, que defendia o Figueirense, teve que fazer muito mais defesas difíceis do que este ano. O jogador chegou no Flamengo e ficou um bom tempo no banco, até ser colocado na condição de titular. Com o peso da camisa, mesmo tendo jogado bem menos este ano em relação ao ano passado, Muralha foi convocado para a Seleção Brasileira. Quando chegará o dia em que um jogador que esteja vestindo a camisa de um dos nossos times será convocado?


SEQUÊNCIA
Reverter uma situação de desespero com a possibilidade do rebaixamento para a chance de chegar ao acesso foi um trabalho muito bem feito dentro do Avaí, porém, daqui para frente é que as coisas se tornarão mais difíceis, isso para quem quer se manter no G4. O Avaí conseguiu, em seis jogos, cinco vitórias e um empate, ou seja, conquistou 16 pontos em 18 possíveis. Esse rendimento foi o responsável pela chegada do time a essa condição na tabela. Para conquistar o acesso, o time de Claudinei Oliveira precisará manter esse rendimento nas próximas 12 rodadas.


SAI BRUXA
Para o discurso horroroso do presidente do Figueirense, que faz futebol com um pensamento ultrapassado.

Imagens


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