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Sem Perder do Ritmo - Edição 555 - 15/09/16

15 Setembro 2016 12:00:18

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BOM MOMENTO
O Avaí vive o seu melhor momento na Série B do Campeonato Brasileiro. Depois da chegada do técnico Claudinei Oliveira o time conquistou 13 dos 15 pontos que disputou, saiu da zona do rebaixamento para a nona colocação e despertou no seu torcedor a esperança de poder chegar à Série A em 2017. O momento realmente é muito bom, o time está um pouco mais equilibrado, com posições definidas e contando, como sempre acontece nessas horas de boa fase, com muita sorte. É preciso entender esse bom momento sem empolgação, não achando que o acesso é o principal objetivo. No meu modo de ver, a permanência continua sendo o primeiro objetivo, depois o que vier é lucro.

 
TAPA NA CARA
O Figueirense continua surpreendendo a todos: quando menos se esperava, depois de muitos episódios de indisciplina, dispensou o meia Carlos Alberto, justamente na reta final da Série A, onde o clube briga contra o rebaixamento. Branco, o atual assessor da presidência, reuniu a imprensa para dar a notícia do desligamento do jogador, porém, não explicou os motivos. Muito bem, eu informo o motivo: Carlos Alberto, no jogo contra o São Paulo, reclamou bastante de alguns jogadores que, segundo ele, não estavam se esforçando dentro de campo. Na volta para o segundo tempo, ele meteu a mão na orelha do Dodô. O tempo quase fechou antes de o time entrar em campo. Ao chegar a Florianópolis, os dirigentes resolveram demitir o atleta.

 
MAIS DO QUE DEVIA
Não gosto quando o grupo de jogadores começa a mandar nos destinos do clube. Os jogadores do Figueirense pediram para que Tuca Guimarães fosse efetivado como treinador, pediram a demissão de Carlos Alberto e têm, ao longo dos últimos meses, participado diretamente das decisões da diretoria em relação ao futebol. Isso abre um precedente muito perigoso, afinal de contas, se a decisão der errado, quem vai assumir a culpa? Jogador deve jogar bola, fazer o melhor possível para justificar o salário, apenas isso. As decisões devem ser tomadas pelos dirigentes.

 
DEPENDÊNCIA
Mesmo vivendo uma boa fase, o Avaí continua muito dependente do Marquinhos Santos. O meia, que ficou nove meses afastado depois de uma cirurgia no joelho, ainda está muito abaixo dos demais jogadores em termos físicos e sempre que fica de fora o time não consegue manter o rendimento.


BRIGA BOA
Até o final do ano vamos ver muita briga boa contra o rebaixamento, tanto na Série A, quanto na B. Figueirense e Joinville, cada um sua série, vão sofrer até o final para não serem rebaixados.


SAI BRUXA
Para a diretoria do Figueirense, que, mais uma vez, tomou uma decisão na hora errada. Instalou uma crise dentro do grupo em plena luta para fugir do rebaixamento.

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