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Sem Perder do Ritmo - Edição 554 - 08/09/16

08 Setembro 2016 13:43:44

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Saindo da zona
Antes do jogo contra o Atlético Paranaense, o Figueirense tinha oito jogos em casa e oito fora para completar a tabela do Campeonato Brasileiro até o final do ano. O time precisa de mais 21 ou 22 pontos, dependendo do aproveitamento dos times que estão brigando contra o rebaixamento. A vitória contra o Atlético Paranaense foi fundamental, principalmente porque o time sai da zona de rebaixamento, mesmo por algumas rodadas, dependendo também de combinação de resultados. Tal fato dá mais tranquilidade ao Tuca Guimarães, que foi efetivado no último final de semana como técnico do Figueirense, até a pedido dos jogadores e agora tem mais um tempo para trabalhar até a próxima  rodada, quando enfrenta o São Paulo fora de casa. Até o final do ano, cada jogo é uma decisão e até o Figueirense atingir a quantidade de pontos para não cair, o torcedor vai ter que participar.


Descobrindo
O agora técnico efetivado do Figueirense, Tuca Guimarães, vem descobrindo dentro desse grupo alguns jogadores que não vinham tendo rendimento. Casos de Dodô, Morassi, que estava no grupo, mas não tinha sido aproveitado, Jackson Caucaia e Jefferson, que desde o ano passado, ainda na era Argel, era aproveitado e depois saia do grupo e assim sucessivamente. Agora, parece que Jefferson entendeu o recado do técnico. Tuca vem mostrando nos últimos jogos que pode e tem uma carreira promissora e os jogadores compraram a ideia dele. Isso é o mais importante. Por isso, ter uma visão um pouco mais ampla de todo o grupo é importante. Descobrir no jogador uma característica que possa ser útil ao time, já que os últimos que passaram pelo Scarpelli não conseguiram


Resgatando
O presidente do Avaí, Francisco Battistotti, vem resgatando a credibilidade do clube e âmbito nacional. A partir da próxima rodada do Campeonato Brasileiro da Série B, o Avaí volta a ter o patrocínio da Caixa Econômica Federal. Não tinha, pois o clube estava devendo e acabou perdendo esse patrocínio, principalmente porque preferiu anunciantes da China, que acabaram não vindo. Battistotti passa a ter a confiança do torcedor do Avaí gradativamente, ele que foi muito contestado no começo. Se o Avaí permanecer na Série B, o que deve acontecer até com alguma tranquilidade, esse resgate de credibilidade vai trazer ao clube, em 2017, um melhor ambiente fora de campo. Com isso deve sair das posições finais no Campeonato Catarinense e voltar o ocupar a posição que a gente está acostumado em ver o Leão da Ilha.


Olhos abertos
As diretorias dos clubes catarinenses que disputam o Brasileirão têm que ficar com os olhos bem abertos nesta reta final do Campeonato das séries A e B. Quando a coisa aperta e tem times grandes envolvidos na zona do rebaixamento, árbitros desconhecidos começam a fazer parte das escalas. Não são raras as vezes em que a camisa pesa, diante de uma decisão mais importante. O Figueirense sofreu com isso contra o Fluminense. Contra o Atlético Paranaense não teve problemas, mas sempre é bom ficar de olho. Na hora em que o funil aperta, a camisa pesa.


SAI BRUXA
Para a diretoria do Joinville, que, depois da saída de João Carlos Maringá, não conseguiu contratar um homem que pudesse fazer uma boa gestão à frente do futebol joinvillense. O JEC, a não ser que eu me engane, vai cair para a “C” de 2017.


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