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Sem Perder do Ritmo - Edição 552 - 25/08/16

25 Agosto 2016 10:58:50

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UM SHOW
Para os pessimistas, as Olimpíadas no Rio foram uma decepção. Para aqueles que gostam de criticar, mesmo antes de acontecer, tudo seria muito ruim, daríamos um vexame internacional e outras previsões mais. Da abertura até o encerramento, tudo  foi muito bem organizado. Nosso país foi elogiado por todos os países e ainda superamos nossas conquistas. Precisamos achar que tudo que se faz por aqui é inferior ou ruim?! Somos tão bons quanto os outros lá de fora, talvez não tenhamos tanto apoio das autoridades, mas precisamos valorizar nossa gente, nossos produtos.


O TIME DA MINHA RUA
Às vezes penso que os dirigentes do Figueirense não sabem o tamanho do clube que administram ou tentam administrar. No episódio “chegada e saída de Argel do comando técnico do time”, ao invés de traçar planos e falar sobre os objetivos do clube, o que se viu e ouviu foi uma troca de elogios de ambas as partes, salientando a amizade entre treinador e presidente, e a vinda de Argel se deu muito mais pela amizade com o dirigente do que pela vontade de dirigir o time. Por outro lado, o presidente do Figueirense defendeu Argel sobre todas as coisas, salientando vários aspectos que o levaram a trazê-lo de volta. Parece que estamos falando de um time de empresa, ou da minha rua, onde a paixão supera a razão e os interesses são muito mais individuais do que coletivos. É preciso pensar grande, sair da mesmice, buscar nomes que possam oxigenar o ambiente dos jogadores e cobrar muito mais rendimento dos atletas.

 
CONFORTÁVEL
Não só do lado do Figueirense, mas também pelos lados da Ressacada, os jogadores  precisam assumir responsabilidades, buscar com mais intensidade os resultados e não deixar para os outros a solução dos problemas. Jogadores de Avaí e Figueirense estão fazendo o possível, o que é muito pouco, eles precisam fazer o melhor. Se cada um der um pouquinho a mais de si, tenho certeza que os dois vão alcançar os seus objetivos.


SEM RUMO
Depois da saída de Argel do Figueirense, a diretoria parece estar um tanto quanto perdida na busca pelo novo profissional. Será o quarto treinador só este ano no Scarpelli. Muitos nomes foram cogitados, alguns deles não foram bem aceitos pelos torcedores nas redes sociais. Gilmar Dal Pozzo, Adilson Batista e Milton Mendes são alguns desses nomes.


SAI BRUXA
Para a falta de vontade da CBF em relação ao futebol feminino. Basta as meninas conseguirem um patrocínio grande, que os morcegos da CBF vão correr para pedir desculpas.

Imagens


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