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Falando Sério - Edição 575 - 09/02/17

09 Fevereiro 2017 11:12:08

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Responsabilidade
A sociedade humana é composta de uma variedade de mentes. Existem os tacanhos (pobres ou ricos, sem cultura humanista); os “expertos” (trapalhões) e os trouxas (que são logrados pelos “expertos”); e os que pertencem à instituição denominada coletividade (pobres ou ricos), trabalhadora, honesta, justa, condutores da obediência civil e que dão exemplos de grandeza moral, para a educação de uma juventude perdida entre o certo e o errado.
Infelizmente, os adultos de hoje transmitem poucos exemplos de responsabilidade. É uma enorme irresponsabilidade gastar-se mais do que se ganha. O que mais se vê nas famílias é o gasto supérfluo, que é transmitido de pais para filhos. Nota-se que as famílias pobres e médias querem ter (o que é justo) o que as classes A e B já conseguiram – apesar de que essas classes também abusam em gastos desnecessários.
Todas as nossas atitudes são como um espelho, que reflete diante de nós e para os outros exemplos de como é mais correto se viver com responsabilidade. É de se lamentar que as pessoas que ocupam cargos importantes não tenham compostura e só deem maus exemplos de ética e convivência social.
Nós poderíamos estar conversando, agora, sobre assuntos mais leves, alegres, recordando a infância e a adolescência. Falando sobre os jogos de bolinha de vidro, do pião, formas inocentes de se brincar na hora do recreio. Nos banhos de rio, quando tomávamos banho “pelados”. Quantas vezes acabávamos o banho, vínhamos colocar a roupa e não a encontrávamos! O Ronaldo havia escondido todas as roupas no meio do mato. Naquele tempo, as meninas brincavam de roda ou de pular corda.
Poderíamos conversar sobre pessoas que marcaram profundamente a nossa vida: a família estruturada; a escola, que ensinava com professores competentes e corretos; bons oradores; escritores, filósofos e muitos outros que nos estimularam a estudar e a atingir pontos mais importantes na escala social, com o nosso próprio esforço.
Nietzsche escreveu em seu livro “Zaratustra”: “Se quereis atingir as alturas, usai as vossas próprias pernas! Não vos deixeis ‘levar’ para vima, não vos senteis nas costas e cabeças alheias”.
Devemos sempre recordar o primeiro amor, a primavera e o verão em nossas vidas; o nascimento do primeiro filho. E muitas tristezas que tentamos esquecer.
É nosso dever sermos responsáveis e exigir das autoridades (servidores públicos) exemplos de responsabilidade moral na administração pública e na vida particular.

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