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Cartão Rosa - Edição 577 - 23/02/17

23 Fevereiro 2017 14:21:18

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Pensamento do Bambi
O Rio de Janeiro está perdendo o posto de melhor Carnaval do Brasil. Pouco a pouco o Carnaval se transfere para Brasília. A capital federal já tem, pelo menos, o maior bloco de sujo do país.


Clássico é clássico
Caro leitor, vamos manter uma conversa franca: desde que você se entende por torcedor, sabe o verdadeiro significado de um clássico. É aquele jogo que começa uma semana antes e só vai acabar uma semana depois. Em clássicos não importa a fase dos times, cada jogo desse rende muitas histórias recheadas de façanhas, infelicidades e floreios épicos. Ontem, aconteceu mais um desses clássicos, que será contado aos amigos e netinhos daqui a muitos anos. E clássico do futebol catarinense na atualidade só tem um: o confronto dos dois times da capital. O resto é conversa pra boi dormir.


Invasão de gringos
Apitei futebol profissional por mais de uma década e não me lembro de ver tanto gringo deambulando pelo futebol tupiniquim. De norte a sul, você sempre vai encontrar um jogador estrangeiro defendendo um clube brasileiro. É no Palmeiras, Corinthians, Atlético/MG, na dupla Grenal, no Catarinão e até no Rio de Janeiro, onde a gringalhada adora fazer turismo. A chegada de tantos atletas oriundos de outras nações só pode ser por causa da crise financeiras de seus países de origem, ou porque, de fato, estamos vivenciando uma baita crise técnica de nossos jogadores. Acho que a segunda opção é a mais plausível.


Muito trabalho
Já que o treinador Marquinhos Santos faz parte do passado do Figueirense, as atenções agora se afluem sobre o seu sucessor, Márcio Goiano, que possui um grande histórico positivo dentro do clube alvinegro. Entre os desafios de Márcio Goiano, estão o de qualificar o time que, por ora, não convenceu ninguém neste Catarinão. Exigir que seus jogadores estejam na plenitude da forma física; aumentar o repertório de jogadas ofensivas, e, principalmente, escalar a equipe de maneira correta, com ênfase na força. Coisas corriqueiras do futebol, que o ex-comandante não realizava.


Time unido
Há décadas atrás, a grande maioria do povo brasileiro saia às ruas para vociferar: “o povo unido jamais será vencido!”. O que serve para a política, também se acrescenta para qualquer atividade, inclusive o futebol. E tomo como exemplo o time do Avaí neste Estadual, com Claudinei Oliveira como técnico, que tem um plantel unido e que não será surpresa se levar o caneco do título deste ano.


País das maravilhas
Que o Brasil vai de mal a pior quando o assunto é dirigentes, isso é fato. Tanto faz na política como no futebol, e quem paga o pato é o torcedor. E lá como cá é tudo igual. Fatos lamentáveis aconteceram neste fim de semana, maculando ainda mais nosso pobre futebol. Como aquele em Curitiba, onde o clássico paranaense não foi realizado por ordem da FPF, que não permitiu a transmissão do jogo pela internet. É claro que tem o dedinho da toda poderosa “Plim-Plim” nisso aí. Por falar nisso, a CBF já adiantou que a partir de 2018, o AtléticoPR não poderá usar seu belo gramado sintético, que foi provado pela FIFA. Quer dizer que, para proibir um gramado daqueles, bem superior a muitos outros naturais, pode. Mas, essa cacalhada que administra nosso futebol permite que se jogue em gramados que mais parecem pastos. Como diria o grande ex-jogador Tostão: “o Brasil está cheio de Zé Regrinhas e de Zé Corruptos”. Haja paciência para aturar essa cacalhada.


Bode expiatório
Rogério Micale, que ajudou Seleção Brasileira a ganhar a medalha de ouro nas Olimpíadas, foi demitido do cargo de treinador da Seleção de Futebol Sub-20. A culpa pelo grande fiasco no sul-americano, no qual não se classificou para o mundial é do técnico. Mas a CBF tem uma parcela de culpa, além dos clubes, que cuidam mal e porcamente de suas categorias de base. Rogério Micale não é o único culpado pela desclassificação do Brasil. Para a CBF, e a poderosa Rede Globo, ficou mais fácil culpar Micale, que virou uma espécie de bode expiatório num momento crítico.


Drops da arquibancada
Após uma dividida num treino na semana passada, o volante Lucas de Sá sentiu fortes dores no joelho, deixando todos muito preocupados. Menos mal, pois tudo não passou de um grande susto e o volante, revelação avaiana, retorna daqui a uns 15 dias. 
A CBF já divulgou a tabela da Série B, ainda sem datas e horário definidos. O que se sabe, é que o Figueirense começa a sua jornada rumo à elite do futebol brasileiro, enfrentando o Goiás, distante de seu torcedor.
Pelo Brasileirão, os 20 clubes já conhecem a tabela da competição. O Avaí recebe o Vitória, na Ressacada, enquanto a Chapecoense enfrenta o Corinthians, em São Paulo. O certame começa dia 13 de maio.
É claro que não sou favorável à extinção dos campeonatos estaduais. Mas que essa competição deixou de ser um grande atrativo ao torcedor, isso é fato. Basta ver as rendas em dias de jogos. Esses estaduais estão se tornando deficitários, desequilibrados e desinteressantes.
Depois de um grande susto, motivado por um acidente, que lhe obrigou a passar por uma intervenção cirúrgica, o nosso bom amigo Jefferson dos Santos, o popular Fefê do Corpo de Bombeiros, já se encontra em casa, se restabelecendo ao lado de sua família. Boa recuperação, meu amigo!
Pra você que acha que a sua vida está ruim, que nada está dando certo, lembre-se que tem gente que paga pra assistir o BBB 24 horas. Oh dureza!

Cartão rosa/vermelho

CARTÃO ROSA para o excelente bar e restaurante Frango & Fritas, do bairro Santa Mônica. Estive lá conferindo de perto e saí satisfeito. Uma casa com comida excelente, preços justos e um serviço de primeira. Parabéns ao Sergio Fogaça e toda sua equipe.

CARTÃO VERMELHO para Mauro Pereira, vice-presidente do Clube Náutico Marcílio Dias, que se manifestou nas redes sociais falando uma frase absurda: “nosso avião não precisa cair para crescermos”, numa clara alusão ao trágico acidente da Chapecoense. As declarações deste despreparado dirigente causaram indignação em todo Brasil. Inclusive na grande maioria de torcedores do tradicional clube de Itajaí. Às vezes é melhor ficar de boca fechada.


Legendas:

Adilson Rodrigues Sanches, um grande narrador que trabalhou em todas as rádios AM da Grande Florianópolis. Com sua possante voz, ele prendia a atenção dos torcedores com suas narrações em jogos da dupla da capital. Hoje, aos 77 anos, mora no bairro Madri e curte a vida ao lado dos filhos e da netinha

Esses são os meninos André e Igor, responsáveis pelo açougue do Supermercado Veroneze, na Ponte o Imaruim. Uma dupla unida e integrada, exercendo suas funções com prazer e servindo bem todos os clientes

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