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Cartão Rosa - Edição 574 - 02/02/17

02 Fevereiro 2017 10:35:17

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Pensamento do Bambi
Do meu bom amigo  João Júlio da Rosa: “O homem compra tudo, mina de ouro, prefeitos, deputados e até governadores... Só esqueceu de comprar um diploma!”. Oh seu tanso!

Tubarão
Mais uma vez, no duelo entre catarinenses e paranaenses, válido pela Primeira Liga, quem comemorou foi o Londrina, time do interior do Paraná, que não conseguiu o acesso no ano passado. Lembrando que o Tubarão já havia vencido o Figueirense, por 1 a 0 na abertura desse torneio caça-níquel, e também venceu o Avaí por 1 a 0, dentro da Ressacada no apagar das luzes com um gol de Safira.

Grande mico
Está certo que foi o primeiro jogo do Campeonato Catarinense 2017 e é início de temporada, mas por toda perspectiva que o torcedor alvinegro criou sobre o atual grupo, o Figueirense tinha a obrigação de vencer o jogo no sábado, no Orlando Scarpelli. Só que o time comandado por Marquinhos Santos passou longe disso e o que se viu foi a vitória do modesto time do Brusque. Será que o Alvinegro do Estreito, um dos favoritos ao título deste Catarinão se tornará um grande mico? E agora hein?!

Cortada
No voleibol, a cortada é uma jogada muito utilizada pelos jogadores de ataque e consiste em golpear a bola lépida e com força com uma das mãos, procurando acertar a quadra adversária. Na regra 12 do Guia Universal do Futebol, tocar a bola com as mãos, dentro de sua própria área penal, enquanto a bola estiver em jogo será concedido um tiro penal. E ainda tem aqueles jogadores desavergonhados, tentando lograr a arbitragem.

Esquemas
Como colunista deste conceituado semanário, tenho que ficar atento aos acontecimentos. Escuto alguns verdadeiros, e outros “entendidos” colunistas, que transformam esquemas táticos em verdadeiras fórmulas química, esquecendo que dentro das quatro linhas a história é diferente. Essa coisa de esquema e lousas nada adiantam se o time não tiver jogadores com qualidade. A turma do microfone escala times em nome da tal modernidade e o torcedor, que nada entende, vai no embalo.

Falta de um ídolo
Grandes histórias no futebol catarinense estão ficando cada vez mais raras e minguadas. Ainda bem que existem bons conteúdos para descrever e ouvir. Hoje em dia, os clubes sofrem com um sério problema em campo: a falta de um meia de criação, o famoso camisa 10. Daqueles parecidos com Fontan, Luiz Carlos Oliveira, João Carlos Maringá, Grizzo, Moreno, Adilson Heleno e o eterno Fernandes. O torcedor sente saudade de um ídolo, dono de talento e profissionalismo capazes de encantar suas torcidas.

Fazendo falta
O falecimento do presidente Delfim, naquele fatídico voo da Lamia, na Colômbia, irá trazer sérios prejuízos ao futebol catarinense. Delfim era o único presidente de federação que batia de frente com a cacalhada da CBF. Com sua ausência, alguns probleminhas extracampo já começam a surgir. O árbitro catarinense Bráulio da Silva Machado, segundo melhor “juiz” em 2016, foi preterido na relação de árbitros FIFA 2017. Em seu lugar foi o desconhecido árbitro paranaense Rodolpho Toski Marques.

Desvalorizados
Tem certas coisas no nosso futebol que ficam difíceis de serem explicadas. Os treinadores de futebol de Santa Catarina, por exemplo, continuam sendo desvalorizados dentro do nosso próprio mercado. Hoje em dia, os grandes clubes do futebol catarinense recorrem a nomes oriundos de outros estados para comandar suas equipes, pagando polpudos salários, quando poderiam simplesmente investir nos “pratas da casa”. Um bom exemplo disso é o nome de Mauro Ovelha, que comanda o modesto time do Brusque.

Cartão rosa/vermelho
CARTÃO ROSA para a equipe da Relojoaria Koerich, da Ponte do Imaruim. Solícitos quando preciso, o timaço daquele comércio esbanja simpatia no bom atendimento, além de um grande profissionalismo.
CARTÃO VERMELHO para a falta de responsabilidade de certos profissionais da saúde do Hospital Regional de São José. Dias destes, trocaram o resultado de um exame relacionado à enzima do fígado de uma palhocense, indicando estado avançado de cirrose hepática. A paciente e sua família ficaram em choque, imaginem... Por sorte, já em casa, a palhocense verificou que aquele exame não era dela. O susto foi grande!

Legendas:
Jorge dos Santos. Atacante que não tinha medo de cara feia de zagueiros. Pouco jogou no nosso amador, apenas na Githal. Depois seguiu carreira profissional no Avaí, Al Ahli (Omã), FC Jazz (Finlândia), Central e Porto (PE), Leixões e Mourense(Portugal) e Happy Valley (Hong Kong). Hoje, Jorge Santos, está casado, trabalha na Prefeitura de Palhoça e mora no São Sebastião
Vanderlei Quirino, o popular “Caçamba”, presidente da Associação dos Pescadores da Ponte do Imaruim, está completando mais uma voltinha ao redor do sol, nesta quinta-feira, dia 2. A coluna deseja muita saúde!

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