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Boca Maldita - Edição 596 - 06/07/17

06 Julho 2017 10:21:27

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Remédios são descartados em lixão no Pagani
Uma grande quantidade de remédios e seringas descartáveis foram descartados num lixão em um terreno baldio no Loteamento Pagani, próximo à Prefeitura municipal. A cena chega a ser deprimente, já que a quantidade é tão grande, que mesmo tendo sido colocado fogo, muitos vidros de remédios continuaram  intactos e têm sua validade em dia. Quem é responsável pelo ato criminoso ainda não se sabe, mas acredita-se que o ato tenha sido fruto de algum roubo em farmácia. A Secretaria Municipal de Saúde descartou qualquer possiblidade deste remédio pertencer ao município e comunicou que nenhuma quantidade remédios foi roubada de seu depósito ou de alguma farmácias dos postos de saúde. 


Rodando a baiana
Ao citar o vereador Pitanta como grande colaborador da causa da comunidade da Enseada, no tocante à reserva indígena do Morro dos Cavalos, o Beto quase fez a vereadora Maria Rosangela Pratis, Zana, rodar a baiana na sessão da Câmara desta terça-feira (04). A parlamentar ficou enfezada por não ter sido lembrada pelo representante da comunidade, pelo trabalho que realizou na ocasião, juntamente com outras lideranças do bairro para, inclusive, angariar fundos para um novo laudo antropológico, para contestar o laudo apresentado pela causa indígena. “Aqui não tem ninguém dormindo”, disse. Beto voltou à tribuna e pediu desculpas para a vereadora pelo tom empregado, quando disse que a Câmara nunca fez nada. Voltou atrás e admitiu que fez, sim, mas que esse trabalho foi interrompido de um tempo pra cá e pediu um esforço extra da Câmara, ao revelar, por exemplo, que: “ a nossa testemunha, o índio (Nilton) que todo mundo comentou nesta sessão, está desaparecido”.


Facultativo
A diretora da Faculdade Municipal de Palhoça (FMP) Mariah Nascimento Pereira esteve na Câmara Municipal nesta segunda-feira (02), dando uma aula de gestão ao falar sobre o trabalho desenvolvido pela instituição de ensino. Faculdades municipais como a FMP existem só mais duas no Brasil.  
Realmente é um belo trabalho. Pena, pena mesmo, é que Palhoça não utilize esse dinamismo todo também no que se refere à educação infantil, que hoje possui uma lista de espera de mais de 5 mil vagas. O município gasta hoje, se não me engano, algo em torno de R$ 7 milhões por ano com a FMP (que, por lei não é responsabilidade das prefeituras), mas deixa a desejar no que é sua obrigação por lei: manter funcionando as creches municipais. 
Basta saber se, no futuro, essa geração que devia estar nas creches e não está, por falta de estrutura, vai conseguir chegar à nossa Faculdade Municipal, já que a base educacional começa na educação infantil.


Em pé de guerra
A comunidade da Enseada de Brito, mais uma vez, está em pé de guerra com a Funai. Na sessão desta terça-feira da Câmara, a comunidade se manifestou na tribuna através do representante Walter Alberto Sá Bensousan (Beto) e do presidente do centro comunitário do bairro, Rodrigues, que pediram o apoio dos vereadores quanto à nova invasão de área na comunidade por índios. Segundo essas lideranças, a nova área invadida seria próxima ao posto de combustíveis da Enseada de Brito, na BR 101. “Precisamos de uma ação mais efetiva por parte das autoridades municipais e estaduais para coibir esse tipo de invasão”, afirmou Beto na tribuna.
Comentou-se durante a sessão, que a nova área invadida teria sido tomada por indígenas oriundos da cidade de Joinville, onde tiveram que deixar o local porque a Justiça deu reintegração de posse aos proprietários e que a Funai teria trazido esses índios para Palhoça. 


Devo não nego, pago quando valer a pena
O vereador Jean Negão contestou na Câmara Projeto de Lei Complementar de autoria do Executivo Municipal, que autoriza a Prefeitura a receber terrenos para pagar dívidas com a receita municipal com descontos de até 80% em multas e juros. Para o vereador, a lei beneficia apenas grandes latifundiários, que além de estarem devendo à municipalidade, vão ser beneficiados com a aprovação do Projeto de Lei Complementar. “Além de ser um desrespeito a quem paga seus impostos municipais em dia”, simplificou Jean Negão.
O vereador encabeçou emenda que foi anexada ao projeto e que retira algumas “benesses”, oferecidas pela Prefeitura no projeto inicial.


A Boca Maldita é sua...
Renato Flores - Praia da Pinheira: As praias da Pinheira e Guarda do Embaú viraram terra sem lei... é destruição da fauna e flora por todos os lados. A foto em anexo é de um bar na trilha do Costão da Guarda, em mais um desmatamento. Onde anda a Fecam, Polícia Ambiental e MP de Palhoça?!”

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