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Palhoça - Quarta-Feira, 10 de Março de 2010 - Boa Noite!!!

Opinião do leitor

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Observação

Na última edição (219), em reportagem sobre a escuridão da Rua João Felbrônio, na Ponte do Imaruim, a moradora que fez a denúncia falou que ligou para a Celesc, usando o telefone 0800. Na verdade, quem faz a manutenção na iluminação pública em Palhoça é uma empresa terceirizada. Mesmo assim, a Celesc entrou em contato com a empresa e a mesma já esteve no local realizando os reparos necessários. Conforme a assessoria de imprensa da Celesc, o problema da lâmpada acesa era um defeito no equipamento. Já o poste, que não tinha iluminação, foi alvo de vândalos. Uma nova lâmpada já foi instalada e a via já está iluminada.


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Homenagem a Claudir Silveira

Amigo Claudir: Foste em paz, pois não sofreras mais dor. Foste feliz pelo dever cumprido. Consciente de que te desfizestes da veste gasta, carcomida pelo tempo. Deixastes um vazio na tua família que era o teu maior tesouro. E teus irmãos amigos Palhocenses que aguardavam ansiosos o momento de tua chegada cidade, que era certa, pelo menos uma vez por semana, para debaixo das árvores da Praça 7, trocar ideias, saber das novidades e bater um papo descontraído. Pois, Claudir, serás sempre nosso Palhocense ilustre, pesquisador, escritor, brincalhão e sonhador. Querias desvendar todos os mistérios da História do Município de Palhoça. Não deu? Não faz mal. Fica em paz. Pois deixastes teus exemplos, tuas virtudes e as lições de vida que servirão para sempre.
Claudir! Partistes com a veste nova, feita com a tua espiritualidade, cheia de energia e muito amor. Seguistes para a nova fase de tua vida, junto do Deus Pai, que tanto amavas. A mãe terra preparou novamente seu útero, para receber a veste da tua alma, que já não precisas mais...
Claudir! Um dia me dissestes: A pessoa parte desta vida, mas deixa a saudade, que é o amor que aqui ela cultivou.
Neidi Rodrigues


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Fiscalização? Onde?

É um absurdo que com o crescimento de Palhoça, não há uma evolução em nossa fiscalização municipal. As ruas do município viraram terra de ninguém. No Centro da cidade não se pode caminhar nas calçadas, as empresas colocam placas com propaganda e o pedestre é obrigado a andar na estrada; os comércios dos bairros como os da Ponte do Imaruim, tanto na Elza Luchi como na Aniceto Zacchi, já estão fazendo o mesmo.
Tem uma oficina mecânica logo próximo ao Fórum que usa a estrada como estacionamento e como descarga de veículos em guinchos; na hora de pique é o maior transtorno, pondo em risco os pedestres que vão para a estrada e ainda criando transtornos aos motoristas, que para desviar podem causar acidentes.
Na Rua Gracilia Ramos, na Ponte do Imaruim, tem um desmanche de carro que usa a calçada e a estrada para colocar os carros desmontados, sem contar que a placa da empresa expressa outra atividade.
Na Rua Edling Shutz, no Centro, tem um depósito de pneus a céu aberto em uma oficina mecânica... olha a Dengue aí gente!
Esses são apenas alguns exemplos de como nosso Município é mal cuidado por agentes bem pagos para fazê-lo. Pode ter certeza que em nenhum desses casos vejo essa tão falada bela por natureza...
Carlos Eduardo Gerlack
(Por e-mail)


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Obras na Guarda do Cubatão

Aconteceu na sexta-feira, dia 12, uma reunião com o Prefeito Ronério Heiderscheidt, juntamente com um dos representantes da Guarda do Cubatão, o Sr. Fidencio Turnês, que é presidente do Conselho Comunitário desta comunidade, e também o Superintendente da Águas de Palhoça, o Sr. Neném, para tratar da execução em regime de urgência da obra de recuperação das margens do Rio Cubatão, no valor de R$ 400 mil, e da construção da ponte de concreto sobre o mesmo, no valor de R$ 1,5 milhão, oriundos do convênio acordado com o Badesc no valor total de R$ 13 milhões.
Eu, Fidencio Turnês, em nome dos moradores da Guarda do Cubatão, tenho a honra de anunciar para minha comunidade mais estas duas obras solicitadas e contempladas junto ao Prefeito Ronério Heiderscheidt.
Para finalizar, gostaria de dizer que, assim como este espaço foi utilizado para solicitar tais obras, utilizo agora para agradecer os objetivos alcançados. Muito obrigado.

Fidencio Turnês Filho
Presidente do Conselho Comunitário da Guarda do Cubatão


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Manutenção 2

Alô Prefeito Ronério! Vê se dá uma olhadinha na Rua João Martins de Souza, em frete ao conjunto habitacional Evádio Paulo Broering, pois há mato e buraco por todo lugar.
Wander Luiz da Silva
(Por e-mail)


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Manutenção 1

Parabéns, o jornal está nota 10. Eu gostaria que o senhor Prefeito Ronério e sua equipe vissem a quantidade de mato e sujeira que tem nas calçadas e ruas de Palhoça, os terrenos e outros. Até a Pedra Branca onde tudo era tão limpinho, agora...
No Caminho Novo tem um ginásio de esporte fantasma construído pelo também fantasma Maurício, que agora é só mato e muito lixo. Como fica essa obra? De quem é? À noite lá só ficam drogados, dinheiro público colocado fora e nem para as crianças temos um parque que seja bem feito, de utilidade para a comunidade.
Outra coisa: a falta de infraestrutura para as praias de Palhoça - não tem ônibus, tem é muito lixo. Está na hora da Prefeitura acordar e iniciar os trabalhos de conservação da Cidade.
Palhoça tem muita coisa para ser feita; o que falta é pessoas com boa vontade e honestidade. Parabéns Jornal Palavra Palhocense, vocês são algo de bom que a Palhoça tem. Boa Sorte!
Maria Eloisa
(Por e-mail)


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Bandeira Azul

Como morador da praia da Pinheira e frequentador também da praia da Ponta do Papagaio, me sentiria muito honrado se este balneário ganhasse o “bandeira azul”, programa mundialmente conhecido por sua ação em prol da conservação ambiental. Só estão esquecendo que nós, moradores e freqüentadores destas localidades, estamos à mercê dos irresponsáveis que continuam degradando este paraíso, seja com seus cachorros à beira mar, com a sujeira que se prolifera por todos os cantos, seja pelas ruas totalmente sem estrutura; por fim, pelo abandono e falta de fiscalização do poder público. Espero que no dia das eleições os eleitores não esqueçam destes mesmos políticos que dizem nos representar e façam o mesmo: os abandone.

Renato Flores
(Por e-mail)


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Abandono Praia de Fora

Quero sugerir ao Prefeito e aos Vereadores darem uma passada (visita) pela Praia de Fora. Tentem passar pela rua ao lado do Mercado Mercopraia (boliche do Ari), pois no IPTU estão cobrando limpeza de vias (primeiro tentem subir a rua a ir até a praia Maria Rosa). Cobram também coleta de lixo, sendo que os funcionários da empresa coletora têm que ir a pé retirar o lixo, pois o caminhão não consegue chegar até a praia desta rua. As eleições estão chegando, mais promessas. Vergonha! Da próxima vez eu mandarei as fotos da rua, assim talvez se ninguém da prefeitura e dos vereadores for até lá pelo menos poderão ver. Abraço.

Murilo Fracasso (Por e-mail)


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Ponte da Guarda do Cubatão

Aconteceu nesta última sexta-feira, dia 12, uma reunião com o Prefeito Ronério Heiderscheidt, juntamente com um dos representantes da Comunidade da Guarda do Cubatão, o Sr. Fidencio Turnês, que é o presidente do Conselho Comunitário desta comunidade e o Superintendente da Águas de Palhoça, para tratar da execução em regime de urgência da obra de recuperação das margens do Rio Cubatão no valor de R$ 400 mil e da construção da Ponte de Concreto sobre o Rio Cubatão no valor de R$ 1.500.000,00, oriundos do convênio acordado com o Badesc no valor de 13 milhões.
Eu, Fidencio Turnês, em nome da comunidade da Guarda do Cubatão, tenho a honra de anunciar para minha comunidade mais estas duas obras solicitadas e contempladas junto ao Prefeito.
Para finalizar, gostaria de dizer que assim como este espaço foi utilizado para solicitar tais obras, utilizo esta nota para agradecer os objetivos alcançados. Muito obrigado.

Fidencio Turnês Filho
Presidente do Conselho Comunitário da Guarda do Cubatão.


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O autor do Hino Nacional

O que se sabe sobre o autor da música do Hino Nacional? Quem foi Francisco Manoel da Silva? Além de consagrado maestro e compositor, foi exímio intérprete de violino, violoncelo, órgão e piano. Diretor da Capela Real (onde se realizavam as grandes cantatas e concertos), fundou e dirigiu a Sociedade Beneficente Musical. Igualmente fundou o Conservatório Musical, que foi transformado na Escola Superior de Música, da Universidade Federal do Rio de Janeiro.
Regente da Orquestra Nacional (então Teatro Lírico Fluminense) e dirigente de grandes orquestras durante a apresentação de grupos internacionais de Ópera e Opereta, o conjunto de sua obra é mais importante que a composição do Hino.
Durante a Copa do Mundo de 2002, o jornal britânico “The Guardian” sugeriu que os ingleses acordassem mais cedo para assistir à partida entre Brasil e Inglaterra. E que, antes do jogo que decidiria a vaga nas semifinais, prestassem atenção ao mais bonito Hino Nacional dentre os países das oito seleções classificadas para as quartas de final.
“O hino nacional brasileiro é um dos grandes legados do Brasil para a felicidade humana”, dizia o editorial do ‘Guardian’, que classificava o hino do Brasil como o mais musical de todo o mundo, “expressando musicalmente o que Pelé e seus sucessores demonstram no campo futebol”.
A partir de 22 de setembro de 2009, tornou-se obrigatória a execução do Hino Nacional em escolas públicas e particulares do ensino fundamental de todo o País pelo menos uma vez por semana. Houve críticas aqui e ali, alguns por considerarem que a lei também deveria determinar que os professores conhecessem o significado de cada estrofe, para que, assim, pudessem trabalhar o seu conteúdo de forma transversal e transmitir aos alunos ensinamentos sobre o Hino. Crítica procedente, pois cantar o hino sem ter a menor noção do que se está dizendo é mero papagaiar.
Certa vez, fiz um teste perguntando a um grupo de alunos se eles conheciam o conteúdo da primeira estrofe do Hino. Nenhum deles sabia que foram “As margens plácidas do (rio) Ipiranga (que) ouviram o brado retumbante de um povo heróico”, alusão ao grito “Independência ou Morte”, atribuído a Pedro I.
Nesse sentido, no ano passado, a nossa Secretaria de Educação distribuiu a todos os alunos do ensino fundamental das escolas públicas estaduais um valioso instrumento de informações a respeito. O conjunto traz um livreto para os alunos, onde se traduz os versos originais para a ordem direta, além de um glossário com o significado das palavras mais inusuais. Para os professores, outro opúsculo cuidadosamente elaborado para que eles dominem o tema e saibam usá-lo de forma transversal nas mais diversas disciplinas.
Distribuindo, também, o Dicionário Aurélio a todos os alunos, procuramos estimular o conhecimento do significado das palavras, especialmente as mais incomuns.
Outra interessante curiosidade: você sabia que a introdução do Hino Nacional (aquela parte instrumental, que é tocada, antes de começarmos a cantar) já teve letra? Ela era cantada, assim, no início do século passado:
 
Espera o Brasil que todos cumprais o vosso dever
Eia! Avante, brasileiros! Sempre avante
Gravai a buril nos pátrios anais o vosso poder
Eia! Avante, brasileiros! Sempre avante
Servi o Brasil sem esmorecer, com ânimo audaz
Cumpri o dever na guerra e na paz
À sombra da lei, à brisa gentil
O lábaro erguer do belo Brasil
Eia sus, oh sus!
 
Graças a Deus, essa parte da letra foi excluída!
 
Luiz Henrique da Silveira – Governador do estado


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Esclarecimento

Informamos à comunidade palhocense que o Conseg Cambirela 274, atuante nos bairros Praia de Fora, Marivone e Enseada do Brito, segue com as suas atividades normalmente. O Conseg Cambirela tem como presidente Gênesi Duarte, junto com os demais membros da diretoria. O objetivo da entidade é continuar fazendo um trabalho sério, junto aos interesses da comunidade, com total apoio do comando da Polícia Militar e da Secretaria de Segurança Pública.
Conseg Cambirela
(Por carta)


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Milagre

Foi o que aconteceu na barra do Aririú, pois se não fosse pelas festividades da N.S. do Navegantes (06 e 07/02) não teríamos um pedaço da esburacada estrada “consertada”. É isso, mesmo consertada. Quando fazem manutenção deixam pior do que está.
Foi um pequeno milagre, mas aconteceu neste município tão dinâmico.
Com tantos buracos e mato tomando conta das ruas, a modesta prefeitura tem a ousadia de cobrar uma taxa absurda de conservação de vias. Mas que vias são estas? Só temos trilhas revestidas com um amontoado de lajotas e muitos buracos. Onde está a defensoria pública, a justiça, o Papa, para nos defender destes abusos contra a economia?
Como podem reajustar o IPTU em mais de 100% se não tivemos nenhuma benfeitoria em infraestrutura? Estão cobrando por um serviço que não está sendo prestado. Uma vergonha! Os vereadores Tavinho, Nilson e o secretário de obras deveriam dar uma explicação, ou satisfação aos moradores da Rua Benovívio J. Martins, a única rua não calçada, onde os moradores sofrem com a poeira e a lama, um descaso. Chega de incompetência! Acordem!
Rosimar José de Espíndola (Por e-mail)


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Carta-compromisso à nação Guarani

Nós, dirigentes do Serc Guarani, time que figura nas páginas mais honrosas da história do futebol catarinense, por dever de ofício e respeito aos nossos torcedores e simpatizantes, reafirmamos os seguintes compromissos: Empenho em desenvolver ações financeiras e administrativas capazes de superar dificuldades conjunturais, possibilitando a formação de uma equipe competitiva para a temporada 2010; Faremos o possível para realizarmos o sonho da casa própria, ou seja, construção do nosso estádio; Tentaremos resgatar a história do Clube, a primeira ação será reativar a equipe de veteranos mobilizando um encontro semanal intitulado “Amigos do Guarani”. Estamos negociando com alguns parceiros, patrocinadores, investidores e uma campanha de sócios para o clube deixar de pedir caridade; O fortalecimento das equipes de base, que é o nosso alicerce, ganhará reforço, em atenção, estrutura e finanças. Dali revelaremos atletas, potencializando nossas fontes de recursos; As campanhas, fora e dentro do estádio, envolverão imprensa e a sociedade. É consenso a importância do Guarani para Palhoça e região, e isto, há de materializar-se com a construção de nosso estádio; A transparência da gestão é um compromisso que também será um elemento mobilizador de torcedores, apoiadores e parceiros; As críticas responderemos com trabalho e os elogios serão encarados como energia revitalizadora para o sucesso. Por fim, com base no que expusemos, carregamos no peito a certeza de  novos dias e a convicção de ascensão para 2010.
Amaro José da Silva Jr. (Presidente) e Jéferson Ramos Batista (Vice-presidente)


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Mais ônibus

Li e gostei da reportagem que mostrou a indignação da população do Aririú da Formiga, que falava do alto preço das passagens da Paulotur. Imaginem como devem estar os moradores da Guarda do Embaú, Pinheira, Praia do Sonho, Passagem, Enseada e outras localidades do nosso município!
Gostaria de perguntar aos vereadores o porquê da Jotur não atender estas localidades. Seria conflito de interesses, já que comentam que as empresas têm os mesmos proprietários? Com a Jotur fazendo estas linhas o preço com certeza teria que ser mais barato, e com mais linhas, principalmente praias centro de Palhoça.
Na época de pedir votos, eles aparecem onde a gente menos imagina e espera. Mas para defender o povo deste absurdo, eles desaparecem. Pois sabem que a briga vai ser com gente grande: Paulotur x Jotur.
A solução está na Câmara de Vereadores. Basta eles apreciarem o problema, fazendo com que a Jotur comece a fazer linhas do centro Palhoça para as praias. O resto vem com o tempo. O que não pode é ficar como está. Afina, os moradores destes bairros merecem um pouco mais de respeito, pois são cidadãos honestos, trabalhadores. Ainda por cima votam! E isto é o que mais interessa a um político.
Esperamos que os vereadores tomem alguma atitude a este respeito. Uma boa semana a todos.
Túlio Nahas Claumann (Por e-mail)


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Falta de segurança

Gostaria de saber por que a Polícia Militar de Palhoça não oferece segurança na Praia do Cedro, próximo à Praia de Fora. Fomos nessa praia para apreciar as belezas do lugar e tivemos que sair às pressas. Os poucos banhistas que ali ficaram informaram que só naquela tarde foram furtados três carros. Já tínhamos notícias desses fatos, mas não imaginávamos que era tão grave. E aí nós perguntamos: o que é isso? Terra sem lei?
Ivone Costa (Por e-mail)


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Notícia e futebol

Quero dizer que gostei desse blog do colunista Amaro Junior, falando das histórias do Bugre. Tô na torcida para que o nosso Guarani volte à elite do futebol...
Giovani da Silva Ramos
(Por e-mail)


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Descaso no Sul

Sou proprietário de uma casa na Praia de Fora há 18 anos e estou residindo no local há seis anos. Quando da primeira eleição do Ronério todos da minha casa votamos nele; na segunda eleição a mesma coisa. Achamos que ele daria uma vida nova neste balneário de Palhoça tão lindo e com um movimento muito grande no verão. Sem contarmos as pessoas que têm residência fixa. Ledo engano! Foram pavimentadas algumas ruas principais e fim.
A rua da praia é uma vergonha - pavimentada as duas extremidades e o meio e só buraco. Serviço digno de um órgão público.
Não vou nem comentar as demais praias em Palhoça. Semana passada fui na casa do meu irmão, na Pinheira, e fiquei atolado na saída da rua dele. Quando estes nossos brilhantes representantes vão tomar jeito? Gostaria de saber como se deu esta eleição de Palhoça como a cidade mais dinâmica... O investimento deve ter sido grande. Deixo aqui meu protesto pelo descaso por nossas praias na Palhoça, Bela Por Natureza. Um abraço.
Fernando Bardou Almeida
(Por e-mail)


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Ave Schubert

Vendo, no meu gabinete, na Casa d‘Agronômica, 50 CDs de uma coleção completa das obras de Mozart, um amigo, que sabe que ele morreu jovem,  ficou  admirado com a  grande quantidade de obras compostas pelo  mais célebre cidadão de Salzburg.
Nesse domingo, 31 de janeiro, os amantes da verdadeira música comemoram os 213 anos de nascimento de Franz Schubert, outro grande mestre austríaco da música clássica, que teve uma produção também inacreditável, não obstante tenha morrido precocemente, e, assim como Mozart, pobre e abandonado.
Schubert marca, como ninguém, a passagem do estilo clássico para o romântico;  pois é clássico, na forma e na estrutura das suas composições instrumentais, na linha de Haydn, Mozart e Beethoven, mas, inovador no que diz respeito à  harmonia; deu às suas obras um sentido livre e romântico.
Sua produção é inacreditável, seja pela quantidade, seja pela qualidade.  Quando morreu, aos 31 anos, havia acumulado cerca de 600 canções, desde seus famosos “Lieds”, até óperas, sinfonias e sonatas, dentre outros trabalhos.
Dizem que compôs duas de suas obras-primas num único dia: a primeira, numa taberna, onde interrompeu o seu passeio da tarde; a segunda, ao anoitecer, já de volta aos seus aposentos.
Vanguardeiro, antecipou-se a Berlioz, Liszt e Chopin, em novas técnicas de composição, como fica claro em seus “Improvisos”.  Por isso, embora pouco reconhecido em vida, mereceu ser aclamado como gênio por Beethoven.
Ele não teve toda a genialidade de Mozart no que diz respeito à  clareza de estilo; ficou aquém de Beethoven na complexidade da construção musical; mas, em termos de sugestão poética, supera seus pares. Isso porque compunha a partir de poemas de Goethe, Schiller e Shakespeare. Além disso, seis de suas canções têm letra de Heinrich Heine!
Franz Liszt se refere a Schubert como “le musicien le plus poète qui fut jamais” (“o mais poeta dos músicos de sempre”).
Assim como todos os compositores clássicos que sucederam Beethoven, Schubert também o venerava; e foi profundamente influenciado pelo estilo alegre, quase leviano, de Mozart. Portanto, não é coincidência o fato de os austríacos tê-los feito compartilhar o mesmo espaço em suas moradas definitivas.
Muita gente se admira de como eu suporto uma agenda de trabalho estressante, e a forma calma e tranqüila como encaro as situações mais enervantes e desafiadoras. Talvez a resposta esteja num costume que mantenho há décadas, de trabalhar ouvindo os mestres da música erudita, o tempo todo.
Por sua estrutura lógica e profundidade, a música clássica é um refrigério contra as tensões naturais ao exercício de uma função que tem de arbitrar pressões e interesses conflitantes. Ela é um bálsamo para as angústias e aflições dos tempos atuais!
Fuja de um telejornal cheio de notícias deprimentes e depressivas. Ouça a Orquestra Sinfônica de Berlim tocando a “Ave Maria” de Schubert. Você sentirá sua alma encher-se de paz, alegria, esperança; vontade de viver e lutar contra os males e iniqüidades.
Luiz Henrique da Silveira
Governador do Estado


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Claudir Silveira sempre será Presente

Conheci Claudir Silveira em março de 1981, numa conversa informal no largo da igreja Matriz em Palhoça. Naquele tempo ainda havia ali um velho casarão em ruínas, que por muito tempo serviu como salão de festas da igreja católica. Na parte da frente, que dava para a avenida, uma pequena sala servia como sede do meu jornal.
Naquela manhã de março, eu estava com minha cuia de chimarrão, observando os pássaros que faziam ninhos nas copas das árvores ali existentes, quando o Claudir se aproximou e foi falando como se nos conhecêssemos há muito tempo... Ele admirava a natureza e, se fosse sua a decisão, aquelas árvores do largo da matriz jamais seriam derrubadas... Ele era assim, expansivo, aberto, e interessado... Sempre queria saber das pessoas, de onde eram, o que faziam e se moravam em Palhoça.
O chimarrão denunciava a minha origem Riograndense e isso de certa forma o deixou intrigado por outro lado, porém, também interessado, pois ele era um ferrenho defensor desta terra palhocense que viu crescer e que tanto estudou, pesquisou e descreveu.
Então, sem demora, tratei de me identificar e declarei que, embora conhecesse muitos lugares aprazíveis, foi aqui que resolvi ficar, porque este recanto parnasiano considerava o melhor lugar do mundo para se morar. Ele então disse uma frase que costumo repetir para os forasteiros, visitante e novos moradores de Palhoça: “Para você morar em Palhoça você precisa viver, precisa respirar, precisa ser caranguejo”. (Claudir tinha expressões desta natureza.)
Na verdade, não lembro quanto tempo ficamos ali conversando sobre coisas da Palhoça. Sei, no entanto, que ao ler qualquer livro ou descrição sobre esta cidade, lembro deste encontro.
Conheci em uma tarde a história e as estórias deste lugar, o seu povo, suas origens, lutas, vitórias e costumes, contadas por um entusiasta e simples morador que tinha um amor tão grande pela sua cidade que ficava emocionado ao falar do verde, dos mangues, das lagoas, das festas religiosas, das famílias luteranas, da “igreja dos alemães”, do Pão por Deus, do Terno de Reis, das cantorias na frente da matriz, dos jardins do “Seu” Flor, dos casos (ditos como verdadeiros) do “seu” Gersino. Da fonte de água pura que se esconde no pico do Cambirela, da caverna que poucos conhecem na encosta da Pedra Branca, do antigo cinema na praça, do Clube Concórdia, das carrocinhas do leite, do padeiro que vendia o pão de casa em casa, e de tantas coisas que hoje só os mais antigos lembram.
Já neste tempo Claudir pensava em Museu, Casa da Cultura e Biblioteca. Falar com alguém com a personalidade do Claudir muda os nossos conceitos e nossos valores sobre a cidade. E as coisas em que acreditamos se tornam mais sólidas e ao mesmo tempo reorganizamos as nossas prioridades.
O nosso encontro e a conversa nos fizeram amigos. Embora eu estivesse a apenas dois anos na cidade, já tinha um sentimento de amor por esta terra e concordava plenamente com tudo o que ele dizia e imaginava. Agora, 31 anos depois, esta realidade se tornou ainda mais forte. (A nossa Palhoça, mesmo com todos os avanços do progresso inevitável, ainda conserva o parsianismo e o dom de aproximar as pessoas.)
Acrescentei mais algumas idéias e assim ficamos devaneando por algum tempo. E ele no final me disse: “Meu jovem, hoje somos visionários, mas não podemos ficar apenas nas idéias. Temos que falar para as pessoas sobre o que pensamos...e quem sabe alguém resolva acreditar neste tolos visionários...”.
Depois daquele dia todas as vezes em que nos encontrávamos, sentávamos num banco do jardim e falávamos sobre estas coisas e do que estava mudando na nossa Palhoça.
Por diversas vezes Claudir me mandou ensaios de textos para que eu lesse e os guardasse. Pedaços de pesquisas, histórias e descrições de acontecimentos que marcaram época ou de fatos pitorescos sobre personagens ilustres ou populares, de uma cidade que aos poucos vai cobrindo suas ruas “poeirentas”, com lajotas e asfalto, abrindo portas para o progresso.
Março já está se avizinhando outra vez e já se passaram 29 anos desde a nossa primeira conversa... Para mim, no entanto, é sempre presente.
Claudir Silveira nunca será passado. Escritor, pesquisador, historiador, um homem que sempre amou o lugar que lhe deu abrigo, que nunca esqueceu da sua gente, que sempre descreveu a sua terra, que sempre foi “caranguejo”... Sempre será PRESENTE. (Claudir Silveira faleceu no dia 07 de janeiro de 2010).

Alcindo Ziemann


|Opinião do leitor|

Celesc

Pedimos encarecidamente à Celesc, sendo consumidores com nossos direitos, que tenha mais atenção com o bairro Baixo Aririú, Av. Bom Jesus de Nazaré, mais precisamente ao transformadores em frente ao colégio João Silveira.
Apagões constantes são registrados, sendo que dois foram de quase “quatro horas” - dia 1º e dia 05 de janeiro - por causa de uma simples chave desligada no transformador, que consertaram em apenas 15 minutos quando a viatura chegou, depois de 3 horas e 45 minutos.
Imagine se fosse na Ilha da magia! Tivemos várias reclamações de prejuízos de comerciantes, com calor de 32 gruas. Sabemos que acidentes são imprevisíveis e que reclamações são constantes, porém não podemos admitir que não atendam as ligações, já que o plantão da Celesc fica em nossa cidade. Celesc, acorde, nossas faturas estão em dia! Mais atenção conosco!
Dalva Maria Fantini de Medeiros
(Por e-mail)


|Opinião do leitor|

Terminal rodoviário

Causa surpresa que nossa cidade ainda não tenha um Terminal Rodoviário. Se alguém necessita viajar para as cidades do Sul e também para o Rio Grande do Sul, pela BR 101, ou desejar viajar para a Serra ou Oeste catarinense pela BR 282, deve ir a Florianópolis para embarcar, o que demanda tempo e custos.
A via expressa, sempre congestionada, faz com que muitas vezes o passageiro não chegue a tempo de embarcar. Deve-se somar a este inconveniente o fato de o passageiro ter que ir  alguns dias antes de viajar para comprar a passagem
E todo ritual se repete quando o passageiro retorna, pois deve novamente ir a Florianópolis, para o desembarque, quando então pode vir para Palhoça.
Por que não podemos ter um terminal rodoviário em Palhoça, onde o passageiro possa embarcar ou desembarcar, além de comprar as passagens que necessita?
Renato Bischoff
Adm.de Empresas


|Opinião do leitor|

Aumento IPTU

Parabéns aos vereadores Nilson, Leonel e Pitanta que votaram favoráveis a nós e contra o Prefeito, pois os nossos carnês de IPTU já chegaram em nossas residências, com aumento de 100%.
João dos Santos
(Por e-mail)


|Opinião do leitor|

Jurerê Internacional: exemplo para copiar

Quando o Grupo Habitasul colocou em prática seu projeto de um bairro totalmente planejado na praia, e investiu na infraestrutura do local com segurança, lazer e planejamento, não se imaginava que Jurerê seria considerada a Praia mais cara do Brasil e a mais lucrativa em relação ao turismo.
A fórmula é muito simples: projetos organizados e credibilidade do seu produto. Pensando assim, temos tudo para sermos também um exemplo no turismo para o Brasil, pois temos a nosso favor a Bela Natureza do nosso Município.
Que tal criar em Palhoça uma marina para receber os barcos de turistas afortunados? Já temos em andamento um grande projeto de Pólo Náutico. E como seria bom termos restaurantes, como o Café Riso Plage, do premiado chef do ano 2008-2009, ganhador do Prêmio Veja Santa Catarina, e também a melhor cozinha variada com um cardápio com pratos de fino paladar!
Precisamos de mais restaurantes assim em nosso Município para aproveitar e seguir o pensamento do grande Chef Vitor Gomes, que diz: ”o segredo de viver bem é o riso e comer bem”.
Condomínio de alto Padrão, esta é a oportunidade de dar moradia e receber pessoas de bom gosto e afortunados. Não devemos ter medo deste tipo de turistas, pois o retorno financeiro é ótimo. Palhoça está recebendo este atrativo que não devemos esconder.
Roger Rodrigues e Fernanda Mota, casal exemplo, ele grande fotógrafo, ela modelo mundialmente conhecida, pessoas que sabem viver e conhecem o mundo, estão envolvidos diretamente no VILLA DO CEDRO EXCLUSIVO, com casas de alto padrão, bangalôs, hotel charme, SPA de tratamento, restaurante, trapiche de apoio náutico e heliponto e muito mais atrativos.
São construções assim que cada vez mais devemos divulgar e apoiar em nosso Município, porém, sejamos realista: devemos estar preparados para esta evolução, dando um mínimo básico, oferecendo infraestrutura, como saneamento, ruas pavimentadas com acessos indicativos dos locais, placas de sinalização, coleta de lixo diária durante a temporada, segurança e profissionalismo no atendimento. E como integrante do Município acredito e muito, pois tenho certeza que bons exemplos devemos conhecer e copiar. Estejamos certos de que o turismo é uma indústria que movimenta muito dinheiro sem causar impactos ambientais. Devemos vestir esta camisa e transformar Palhoça em uma cidade com um novo conceito turístico.
Contato: José Ricardo Corretor de Imóveis
josericardo@josericardocorretor.com.br
48-9127-7579 / 48-8414-9526


|Opinião do leitor|

Região Sul

É com grande satisfação que menciono a Fiscalização de Tributos de Palhoça, que vem atuando nas praias do sul, onde estão fazendo um ótimo trabalho nas pousadas, nos respeitando e ouvindo nossas críticas relacionadas ao Prefeito Ronério, que não aparece na região desde as eleições de 2004.
Evandro Nunes - Turista e Proprietário de Pousada


|Opinião do leitor|

Terrenos baldios

“Faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço”. Este deve ser um dos slogans que o Prefeito de Palhoça deve ter adotado. Isso se explica porque o mesmo vem cobrando de proprietários de terrenos urbanos baldios a limpeza dos mesmos, sob pena de taxações. O Prefeito também vem cobrando a construção de calçadas na frente das casas que têm as ruas pavimentadas.
Estou completamente a favor de tais posições, detesto o desleixo, abomino o relaxado. Acontece que o Prefeito é contraditório, ou seja, não faz a parte que cabe ao poder público municipal.
Apenas para citar um exemplo, no terreno de esquina das ruas Manoel Luiz Texeira e Rodolfo Sharff, na Ponte de Imaruim, está o Jardim de Infância Snoopy, que é vinculado à Secretaria Municipal de Educação. Qualquer cidadão pode verificar as condições das calçadas que estão diante daquele Jardim. Não depõem a favor do Prefeito.
De um lado inexiste calçada e o mato avolumou-se com o clima de verão, do outro, no encontro entre as lajotas e o meio fio, cresce o mato como se não existisse o calçamento. Acho que primeiro devemos fazer a lição de casa para depois cobrar lições dos outros.
Neri Antônio (Por e-mail)


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Meio ambiente

Sou moradora de Palhoça, pago meus impostos, vivo dentro das regras, enfim, como todo cidadão de bem desta cidade. Ocorre que hoje, ao chegar em casa, me deparei com um “auto de intimação” de um fiscal da Prefeitura, mandando que eu retirasse umas árvores pequenas que plantei na calçada (na beirada, para não atrapalhar nenhum pedestre).
Fui pesquisar na Lei de Obras e Edificações do Município (Lei nº17, de 07/04/93) e nada achei que proibisse tal plantio e, inclusive, na rua paralela à minha, existem várias árvores na calçada e bem mais espaçosas. As minhas indignações são as seguintes:
1) A Lei que eu saiba é feita para todos e nenhum fiscal nunca foi na outra rua mandar retirar aquelas árvores, visto que, já estão bem grandinhas;
2) Para ser Secretaria do Meio Ambiente está bem desatualizada com as tendências atuais que, ao contrário desta, manda é plantar árvores e arborizar as ruas, embelezando-as e preservando um pouquinho do que resta de verde nesta cidade;
3) As grandes cidades do Brasil, que eu tenho visto, estão preocupadas com esta questão ambiental e também estão a favor da arborização. Fora do país, no Texas/EUA, por exemplo, a Prefeitura planta as árvores nas frentes das casas e é responsabilidade do morador cuidar daquela árvore, o qual recebe multa sim, mas se não cuidar dela;
4) O Ipê e a Extremosa, árvores que escolhi para plantar nas calçadas após minuciosa pesquisa, são as árvores mais utilizadas para este fim, porque são de troncos finos e raízes curtas, ou seja, não atrapalham a passagem do pedestre quando plantadas próximas ao meio fio e também suas raízes não são tão longas que possam danificar nenhuma construção, nem tão pequenas que possam tombar.
Acho que se deveria eliminar a hipocrisia de querer conservar o meio ambiente da boca para fora e acabar com leis arcaicas de uma época em que não se tinha uma preocupação ambiental, para sim por em prática realmente a tal Secretaria do Meio Ambiente de Palhoça.
Gerty Nucci (Por e-mail)


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Agradecimento

Fiquei muito emocionada com o que a Arlene Marli Wagner da Silva (Secretária de Assistência Social) enviou a este jornal com o título de Natal “Laura” Reluz. Em nome de minha família toda, quero agradecer por tanto carinho depositado em minha menina. Sou mãe da Laura e ela esteve presente em todos os ensaios, tanto nos das xícaras malucas, como nos ensaios dos brinquedos. Laura foi a sensação. Todo esforço feito valeu a pena... pois o que importa é que meu esposo e eu estamos ensinado o verdadeiro espírito do Natal para os nossos filhos. Escrevo para agradecer a você, Secretária Arlene. Por sua simpatia ao lembrar-se de minha filhota, sua dedicação e sua simplicidade, sua gentileza por enviar a este jornal coisas tão bonitas sobre meus filhos que tocaram meu coração. Agradeço suas palavras e sua intenção.
Ser lembrado é, acima de tudo, um agradecimento que deve ser retribuído com um obrigado muito especial, feito de dentro para fora, do coração para o mundo.
Josiane Martins


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Natal “Laura” Reluz

O Natal Reluz foi um grande aprendizado. Os dias e as noites no “galpão” nos mostraram que sonhar é possível quando muitos sonham juntos. Uma grande equipe: artistas, profissionais e voluntários estiveram envolvidos e comprometidos com o sucesso do espetáculo. A Praça 7 ficou 10, linda e iluminada. Criadores e criaturas se apresentaram em três desfiles para um grande público. Olhares admirados, emocionados, perplexos ao ver a neve cair em pleno dezembro, em Palhoça, na Praça...
Falhas ocorridas na primeira apresentação foram corrigidas no segundo desfile. Além do esforço para tudo dar certo, acho que teve o “dedo” do Papai Noel...
No último desfile recebemos um presente dele: conhecemos Laura...
Fui ao encontro da nossa Secretária da Educação que segurava uma menininha linda, de olhos claros e atentos. Jocelete me mostrou a mãe: participava da Ala das Xícaras. Não tinha com quem deixar Laura, resolveu trazê-la para só assistir ou, na esperança que alguém a segurasse, participaria do seu último desfile. Seu outro filho era integrante da Ala dos Brinquedos. Um Soldado de Chumbo, um soldado simpatia, um encanto de criança. Jocelete se prontificou a segurá-la e eu acabei ajudando-a. Laura veio para o meu colo, dormiu tranquila, acordou no meio do desfile, sorrindo, como se há muito nos conhecesse.
Seis meses de vida e muita simpatia. O Natal Reluz levou toda a sua família a brilhar. A mãe estava feliz girando, girando em sua grande xícara; o irmão, com seu sorriso maroto, encantava na Ala dos Brinquedos e Laura, como um presente a todos nós, fechou o desfile do Natal Reluz 2009 com a Comissão Organizadora, ajudando a contar a história de Alice no País das Maravilhas. Um grande momento...
Agradeço a todas as pessoas envolvidas no Natal Reluz. Agradeço especialmente às funcionárias, ao funcionário (Sr. Sergio) da Secretaria de Assistência Social e à Gabriela, que foram incansáveis em ajudar a vestir mais de 300 figurantes. Agradeço a Deus por conhecer Laura; sua tranquilidade nos trouxe paz e a certeza de que valeu a pena.
Arlene Marli Wagner da Silva
Secretária de Assistência Social


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Pedágio

Quem são as pessoas do Movimento Ir e Vir? É hora de manifestações, pois vem aí um novo aumento. Até quando vamos pagar para circular dentro de nossa própria Cidade?
Leila Liotti
(Por e-mail)


|Opinião do leitor|

Procura-se

Arilson de Souza informa que perdeu no último dia 07/01, próximo à Caixa Econômica de Palhoça, uma carteira preta de couro que continha alguns documentos, entre eles, RG, CPF e Título de Eleitor. Informações: 3286-0102


|Opinião do leitor|

Ambulantes

Gostaria de mandar um recado aos fiscais de Palhoça: todos os vendedores ambulantes ficaram insatisfeitos porque não houve atenção da parte deles na festa do Natal Reluz, afinal, nós pagamos o alvará e queremos mais organização. Obrigada.
Elza Lopes Simioni
(Por e-mail)


|Opinião do leitor|

Terrenos limpos

Gostaria de agradecer à Prefeitura e aos vereadores que contatei nos meses de outubro, novembro e dezembro de 2009, solicitando providência para a limpeza dos terrenos baldios no bairro Passa Vinte/Pagani. Estão quase todos limpos. Obrigada!
Márcia Loch
(Por e-mail)


|Opinião do leitor|

A informação do Palhocense

A informação é o nosso maior patrimônio. Palavra Palhocense, o jornal da cidade, vem somando com a sociedade palhocense. Sempre nos trazendo as notícias com ética e imparcialidade, contribuindo com sua parcela para que a sociedade acompanhe e participe ativamente. Divulgando ideias que inspiram outros, valorizando pessoas que desenvolvem ações em nossa bela Palhoça. Provando ter preocupações e compromissos com nossa sociedade.
Confesso que sou leitora e fico muito entusiasmada com o show de informações que cativa cada vez mais leitores, mostrando a vida política da cidade e gente bonita de altíssimo astral. Fico muito feliz em recebê-los em minha residência na Pedra Branca e gostaria de aproveitar a oportunidade para parabenizá-los pela eficiência do trabalho de toda a equipe, que teve presente em todas as notícias nos trazendo tristezas, alegrias, fantasias e realizações. E assim começamos mais um ano novo, um dia que nasce, um primeiro passo, um longo caminho, um desafio, uma oportunidade e um pensamento: “Que neste novo ano sejamos todos muito felizes”.
Val Prazeres (Por e-mail)


|Opinião do leitor|

CPI do Sorvete

A CPI do Sorvete será a CPI da Pizza? Pois o prefeito tem a maioria dos vereadores em suas mãos. Será que eles vão olhar para o povo ou ao prefeito? Com certeza ao Prefeito, esses são os nossos vereadores. Alô Ministério Público!
Jair da Silva (Por e-mail)


|Opinião do leitor|

Segurança na Guarda

A grande razão da falta de segurança na Guarda do Embaú se deve à meia dúzia de comerciantes (lícitos e ilícitos) que possuem os bares na boca do Rio da Madre. Esses comerciantes só sabem mesmo é reclamar da polícia e de qualquer coisa que interfiram nos seus lucros, pouco se importando com o bem-estar da comunidade. Som alto, sujeirada e bagunça são a especialidade deles. A polícia faz um excelente trabalho e me admiro como tem paciência para aturar essa gente.
Margarete Soares (Por e-mail)


|Opinião do leitor|

Pedágio

Não sou de nenhum partido político, nem candidato, nem tenho pretensões políticas. Sou palhocense sim de coração, igual a minha família que está espalhada em todo o nosso Município, de norte a sul.
Neste ano foi comemorado 20 anos da queda do Muro de Berlim, mas quem ganhou o presente foram os moradores de Palhoça - não só a do Sul, que está sendo a mais prejudicada.
Dividiram nossa Cidade, sem caminhos alternativos para os moradores; a população se vê obrigada a pagar pedágio até para levar suas crianças para ver a praça iluminada com as festividades do Natal Reluz. Ou será que temos prefeito apenas no lado norte do município?
A realidade é que não tivemos representantes nem na Prefeitura, e principalmente na Câmara de Vereadores, que honrassem as suas calças... não foram homens que representaram o povo. Faltou-lhes coragem ou se venderam a favores futuros para que essa praça de pedágio fosse instalada aqui.
Outros governantes que honram as calças teriam feito uma rua, picada, ponte improvisada, qualquer coisa... teriam feito algo e dito depois: “Meu município ninguém vai dividir!”.
Parabéns a todos os políticos que fizeram do pedágio um palco teatral, onde se mostraram solidários ao massacre moral dos moradores de Palhoça. A história foi feita para aprendermos com ela. O que fazer com o muro de Palhoça??
Cleber Rodrigo Zluhan (Por e-mail)


|Opinião do leitor|

Som volante

Trabalho com som volante desde 1996, já sabendo as regras básicas (baixar o som quando parado - em frente a fóruns, escolas, batalhão da polícia, clínicas, hospitais, etc.), graduando o volume entre áreas abertas ou perto de pedestres e com ótima qualidade de som.
Então gostaria de pedir “aos do ramo” para também terem mais ética na função, evitando críticas desagradáveis.
Duas cornetas numa caixa pra moto? Parece que querem fazer competição no volume e perdem na qualidade. Gostaria de pedir também ao Cabeção não generalizar suas críticas. Você mora numa cidade em crescimento, o barulho é inevitável, mas o “som” pode ser melhorado.
Yil Robson Beppeler (Por e-mail)


|Opinião do leitor|

Terrenos baldios

Parabéns para o pessoal da fiscalização dos terrenos baldios! Tem que multar sim! Já alguns não pagam IPTU porque não são regularizados, aí dizem que são donos. Cuidem do que é seu! Acho que a Prefeitura de Palhoça tinha que ser como Itapema, Camboriú, onde existem leis rigorosas, aí a coisa anda. Parabéns Prefeito!
Araci Predebom (Por e-mail)


|Opinião do leitor|

Palhoça Bela por Natureza?

Como morador da Barra do Aririú só tenho a lamentar o descaso com que somos tratados nesta região por parte dos governantes de Palhoça, tanto os do Legislativo quanto os do Executivo.
Se me lembro bem, em abril, em uma publicação deste renomado jornal, a prefeitura e os vereadores assumiram o compromisso de até o final de 2009 asfaltar nossa principal rua. Promessa já feita outras vezes, mas, como brasileiros que somos, sempre acreditamos, porque como diz o ditado “o brasileiro não desiste nunca”.
Bem, para nossa esperança o Natal está chegando e quem sabe o bom velhinho nos traga o tão sonhada pavimentação das ruas da Barra e região, já que os eleitos para isto só aparecem na hora de pedir nosso voto, diferente do Papai Noel, que vem todos os anos.
Eles aparecem de quatro em quatro anos, com aquela cara-de-pau para nos iludir, mas a culpa não é deles é só nossa também, porque muitos de nós trocam o voto por favores pessoais: um emprego aqui, um tanque de gasolina ali, um poste acolá e assim vai.
Moro no condomínio novo na Barra, chamado Belle Ville. Gostaria de pintar nosso muro para ficar bonito para o Natal e Ano Novo, mas nem isso posso, porque a rua é tão desnivelada e mal feita que a água das chuvas fica acumulada por dias e o intenso tráfego de veículos leves e pesados lança toda essa água em nosso muro, que mais parece uma edificação abandonada.
Nós, moradores, em dia de chuva, quando temos que sair para pegar ônibus, temos que torcer para não passar nenhum carro, senão levamos um banho de sujeira.
Mas eu e os outros moradores estamos pedindo ao bom velhinho que nos traga a tão sonhada pavimentação, quem sabe em dois mil e alguma coisa. Vai aqui um feliz natal e um próspero ano novo a todos de Palhoça Bela por Natureza e esquecida pelos governantes.
Marciano Rodolfo da Silva (Por e-mail)


|Opinião do leitor|

Lembranças de Natal

Como o tempo está passando depressa! Já é final de dezembro e prenúncios do Natal se escutam e se vêem pelos arredores. Ah, quantas lembranças dos natais da minha infância...
Na verdade eu nem preciso pesquisar e nem procurar saber informações para explicar as minhas lembranças natalinas. Posso dizer sim que sempre tive um lindo Natal em família.
Minha mãe sempre foi muito zelosa com a casa e tudo o que envolvia a festa natalina. Meu pai sempre muito preocupado em achar a árvore certa para enfeitar com bolas e velas. Trabalhava neste projeto durante dias e montava um grande presépio na base da árvore, que tomava praticamente toda a sala principal da casa.
Ah... quanta saudade deste tempo! A vizinhança se reunia independente de credo e raça, e juntos tomavam chá, comiam biscoitos coloridos e cantavam hinos alusivos ao Natal. Nós, (ainda menores) ficávamos maravilhados junto ao presépio, envolvidos pelos nossos sonhos imaginários, vendo os caminhos, os campos com ovelhas e pastores, lagoas com patinhos, cachoeiras com água corrente, os personagens de porcelana nos caminhos de serragem e areia, e a manjedoura sempre num lugar de destaque, num plano mais elevado do tablado de madeira...
Realmente os Natais da minha infância marcaram a minha vida, e por isso, no mês de dezembro decoro as portas e os umbrais, enfeito uma árvore e monto em sua base um presépio com os meus filhos. Será que ainda fazem presépios sob as árvores de Natal?
Você pode achar absurda uma pergunta assim, mas basta olhar ao redor que é fácil responder...
Veja as vitrines das lojas: Imensos bonecos vermelhos de vários estilos dançando, subindo em escadas, agarrados em cordas, deitados em redes... Tudo ligado ao comércio e lucros rápidos.
O “Papai Noel” tomou o lugar da árvore, do presépio, das velas coloridas, das canções e do menino Jesus. Nas praças, onde deveria ter uma árvore de natal, onde deveria ter um coreto para corais entoarem hinos de louvor, constroem a “casa do Papai Noel”. São tempos agitados. Encontrar paz não é fácil. A cada hora, a cada minuto, nosso ser é invadido por barulhos, insegurança, incertezas...
Imagine se Jesus estivesse para nascer hoje! Com certeza não encontraria uma estrebaria. José e Maria andariam sem esperança com os sem-teto e possivelmente não encontrariam uma igreja para entrar, pois a condição de pobreza não permitiria se misturar à rica decoração natalina do lugar. Então... o que fazer?
Que tal pensar no Natal da sua infância? Que tal pensar no presépio, embora seja um símbolo, mas que representa em nossos corações a esperança, o amor e a paz que Cristo nos deixou de presente? Que tal ocupar o tempo para agradecer a Deus por tudo o que tem feito por você, mesmo que, neste momento, tudo te pareça tão disperso? Que tal esquecer o Papai Noel das vitrines? Que tal falar de coisas boas, de coisas verdadeiras; falar sem machucar, falar de amor, de esperança e de coisas que constroem vidas? Abra a porta... Deixe Jesus nascer na tua casa!
Alcindo Ziemann


|Opinião do leitor|

Comunicado

Informamos aos leitores que a próxima edição do jornal Palhocense vai circular na quarta-feira da semana que vem, ao invés de quinta-feira, em função das festividades do Natal. O leitor poderá conferir a tradicional edição especial de Natal, com conteúdos exclusivos e muitas novidades. Os anunciantes que ainda não reservaram espaço nesta edição imperdível podem procurar a redação do jornal Palhocense através do fone: 3242-4719.


|Opinião do leitor|

Futsal feminino

Sou mãe de uma das jogadoras do Futsal de Palhoça. Assisti à final e vibrei com elas a vitória; essas meninas têm muita garra e vontade de vencer! Fizeram bonito e vestiram a camisa representando Palhoça e ganharam em primeiro lugar. Agora o que falta é o incentivo da Prefeitura, que não disponibiliza nem o transporte para deslocá-las para os jogos. Muitas vezes o treinador se desdobra pra conseguir transporte, tendo que tirar do próprio salário. É lamentável!
Shirley Cascaes
(Por e-mail)


|Opinião do leitor|

Natal Reluz

Venho por meio desta reconhecer os esforços empenhados dos organizadores do Natal Reluz de Palhoça, pois na semana passada expressei minha indignação com a organização na primeira apresentação do Natal. Mas, graças a Deus, algumas providências foram tomadas, o que trouxe melhorias. Mais salas foram disponibilizadas e se os maruins tivessem aparecido eles também tinham repelente. A preparação para o desfile foi ótima, sem grandes tumultos, porém ainda falta organizar com mais agilidade e espaço a troca de roupas no final do desfile, pois as crianças já estão cansadas e estressadas. Agradeço a oportunidade do jornal Palhocense, pois creio que foi através desse que muitas melhorias foram feitas.
Patrícia Góes
(Por e-mail)


|Opinião do leitor|

Restaurante Popular

Com relação à carta do senhor Alan Silva também gostaria de parabenizar o Presidente do Conselho Comunitário São Tomé, Hudson, pelo belo trabalho realizado. Só não consegui entender porque a refeição do Restaurante Popular houve um aumento no valor das refeições, passando de 1 real na gestão do vereador Pitanta para três reais nesta gestão.
Anderson da Silva
(Por e-mail)


|Opinião do leitor|

Pavimentação

Sou leitor do trabalho de vocês há anos, desde o tempo do jornal O Cambirela e outros. E por essa afinidade com seus trabalhos tenho a liberdade de discutir algumas matérias que sai em seu jornal. Sei que muitas vezes o jornalista não tem culpa do que é repassado pelos órgãos responsáveis, mas um assunto me chamou atenção na sua última edição.
O título fala em investimentos para pavimentação de ruas no município de Palhoça para o ano de 2010, entre elas, a Rua Vereador Rogério da Silva, no Alto Aririú, onde o prefeito divulga que será com recursos desse fundo a execução da obra. Isso é uma mentira, pois toda a obra será custeada por uma empresa privada sem nenhuma ajuda da Prefeitura, ou melhor, a única ajuda dada pelo prefeito foi o atraso da mesma, pois até quando se faz alguma coisa de graça para o município deve-se passar pelos trâmites legais. Acho que o prefeito deveria usar isso de exemplo e tentar buscar parcerias para outras obras, já que a frase mais usada hoje é “não tem verba”.
Gostaria de deixar bem claro que não tenho nenhuma ligação com a empresa que está custeando a obra, muito pelo contrário, fui até contra a instalação da mesma na época, mas como foi liberado por todos os órgão, agora lutamos para uma qualidade de vida melhor e não dispensamos nenhum tipo de ajuda. Agradeço a dedicação e o trabalho que se tem mostrado pelo seu meio de comunicação em nosso bairro e estaremos sempre em alerta para tudo que acontece.
Dirceu Fernando Reinehr
(Por e-mail)


|Opinião do leitor|

Natal: medo da Luz

A maior certeza do que venha a ser o Natal é a anunciada pelo Evangelista João: “E o Verbo se fez carne, e habitou entre nós: e nós vimos a sua Luz,...”(Jo 1, 14), ou seja, Natal é a descoberta de que não andamos errantes em nossa existência humana, é o Deus da Vida revelado-se na fragilidade de uma “criança”, afirmando que ele está conosco e convida os homens e as mulheres de boa vontade para a construção de uma história de Luz (Transparente).
No entanto, de modo contraditório à Luz do Natal, criamos estruturas festivas para lembrar do Natal, mas não conseguimos ser transparentes com os gastos financeiros com esses eventos, ou seja, tudo torna-se nebuloso, um tanto quanto escuro. Em Florianópolis temos o fato da “árvore de natal” de 3,7 milhões, onde o poder público não consegue de modo transparente convencer o Ministério Publico e TCE (Tribunal de Contas do Estado) do tamanho gasto.
Em Palhoça foram três tentativas de aprovação no plenário da Câmara de Vereadores de um “pedido de informação” ao Prefeito Municipal sobre os gastos e a procedência dos recursos financeiros para os eventos do “Natal Reluz”.
No entanto, seis vereadores aliados ao Prefeito Ronério votaram contra (15/12) esse pedido de informação, ou seja, estão desobrigando a prefeitura de ser fiscaliza no que se refere aos gastos públicos.
Ficam algumas perguntas no período da Festa da Luz (Natal): por que a maioria dos vereadores não quer transparência nos gastos do “Natal Reluz”? Por que optar pela escuridão em tempo de luz e transparência? Será que os problemas da “árvore” de Florianópolis podem estar presentes no “Natal Reluz” de Palhoça?
Sandro Luís de Oliveira
sandroaririu@ig.com.br
www.sandroph.blogspot.com


|Opinião do leitor|

Prefeitura responde

A Secretaria de Obras de Palhoça, através da sua Diretoria de Fiscalização, vem, respeitosamente, esclarecer o seguinte:
1- Coluna do Cabeção, edição de 03 de dezembro/2009, onde o mesmo escreve “Comentário”, a respeito das ações de fiscalização e multas aplicadas aos proprietários de terrenos baldios de Palhoça: A diretoria de fiscalização está realizando uma força tarefa no intuito de multar todos os donos de terrenos abandonados do Município. Aqueles que receberam suas multas e não deram atenção às mesmas serão encaminhados para inscrição em dívida ativa e os valores serão incluídos no próximo carnê de IPTU. Podem acreditar: a fiscalização vale muito!
2- Com relação ao terreno da antiga Pirâmide: já foram contatados os herdeiros do imóvel que informaram já ter vendido o mesmo. Procurados os novos proprietários; foi feito um acordo para limpeza do referido imóvel num prazo máximo de 10 dias. Caso isso não aconteça, também receberão multas como todos os demais multados.
Atenciosamente,
Maria Julia Scotti
(Ouvidora)


|Opinião do leitor|

Barra do Aririú

Sou morador da Barra do Aririú e venho parabenizar o presidente do Conselho Comunitário São Tomé, Hudson Roberto Alves, pelo seu desempenho pelo nosso bairro, apresentando um excelente projeto conhecido como Segundo Tempo, que atende cerca de 240 crianças e também com o excelente Restaurante Popular, que atende a população carente do bairro.
Alan Silva


|Opinião do leitor|

CPI do Sorvete

O povo tem que manifestar, através de um abaixo-assinado, contra esse absurdo na Câmara de Vereadores, onde falsificaram a lei em benefício do Prefeito. Isso é improbidade administrativa e é muito sério; se fosse outro qualquer já estaria na cadeia. A população de Palhoça tem que ser mobilizada contra este ato. Isso é ridículo; estou indignado com tudo isso.
Manoel Augusto Marcelino – funcionário público
(Por e-mail)


|Opinião do leitor|

Água potável

A cidade de Palhoça foi considerada 3ª em qualidade de vida no país, mas gostaria de saber quando o saneamento básico (principalmente água) vai chegar às praias da Ponta do Papagaio e Mar Aberto. É inadmissível um litoral tão lindo sem água potável.
Marcos Aurélio Silva
(Por e-mail)


|Opinião do leitor|

Natal Reluz

Estou indignada com a falta de organização com os figurinos do Natal Reluz, pois o local escolhido foi totalmente inadequado. Utilizar as dependências do Guarani para preparar as crianças foi um absurdo, pois o local é pequeno para suportar tantas crianças eufóricas.
Elas foram ao local às 17h e muitas ficaram casadas e sofrendo com as mordidas dos maruins. A maior confusão aconteceu no final da apresentação, quando as crianças, já cansadas, tiveram que ficar esperando na rua, sendo picadas ainda mais pelos mosquitos.
As crianças choravam, chegaram a cair da escada, tinha criança alérgica. Será que as crianças não poderiam ter levado seu figurino pra casa, vindo somente para serem maquiadas, como se faz no carnaval?
Será que a Prefeitura acha que os figurinos não seriam devolvidos pelos pais? A Prefeitura não poderia disponibilizar o Palhoção ou até o colégio Venceslau para fazer a troca de roupa? O natal foi lindo, é verdade, mas as crianças sofreram um absurdo. Hoje ainda as crianças estão sofrendo com as feridas provocadas pelos maruins. Peço providências para as próximas apresentações. Obrigada,
Patrícia Góes
(Por e-mail)


|Opinião do leitor|

Arrancadão

Quero parabenizar o vereador André do Cartório, o GPA (grupo de pilotos de arrancada) e a todos os organizadores do evento Arrancadão da Palhoça. A cidade estava carente de eventos automobilísticos como este, prova disso foi o grande número de inscritos e o público que lotou as arquibancadas mesmo com sol forte.
O evento contou com ótima estrutura e segurança, proporcionando conforto e praticidade ao público e aos participantes. É importante lembrarmos dos efeitos benéficos da prática do esporte na formação biopsicosocial, além do intuito de trazer quem gosta de acelerar para as pistas onde há segurança.
Palhoça mais uma vez vem mostrando a sua força e crescimento. Espero que as autoridades criem um local para a prática desse esporte, para, quem sabe, termos os festivais de arrancada a exemplo de outros locais, favorecendo o comércio local e trazendo uma boa opção de lazer ao povo da toda a Grande Florianópolis.

Darci Viapiana Junior - piloto de arrancada
(Por e-mail)


|Opinião do leitor|

Trânsito

Nosso trânsito no centro de Palhoça já está um verdadeiro caos, ainda vem a Prefeitura e enche de tubos enormes na via destinada aos ciclistas. Além de horrível, esses enfeites atrapalham os ciclistas, obrigando-os a usar a pista junto aos veículos, o que os coloca em risco. Para piorar, agora estão colocando as mais desnecessárias sinaleiras em Palhoça, na saída da praça e em frente a igreja. Deve estar muito barato comprar sinaleira, pois essas não terão outra função senão atrapalhar o trânsito... ô falta de competência!
Carlos Eduardo Gerlack
(Por e-mail)


|Opinião do leitor|

Natal Reluz 1

É com indignação que deixo registrado que o Natal Reluz deixou-me decepcionada com o atraso, a falta de informação e a falta de ônibus no término do evento. Sem contar que o atraso era porque estavam esperando os prefeitos das cidades vizinhas (que vieram com seus carros). O que nós temos com isso? Eles não conhecem Papai Noel? Para ir embora nem táxi tinha, pois tiraram os mesmos dos pontos. Foi só vaia.
Eva Felisberto (Por e-mail)


|Opinião do leitor|

Natal Reluz 2

Quero parabenizar a Prefeitura de Palhoça pela beleza e encanto do Natal Reluz, pois até meus filhos se emocionaram. O desfile estava muito lindo e criativo, apesar do atraso para começar. Palhoça com certeza merece esse espetáculo, organizado com tamanho bom gosto. Parabéns a todos os envolvidos no lindo projeto.
Margarete Souza Espíndola (Por e-mail)


|Opinião do leitor|

Arrancadão

Estou aqui para parabenizar o Vereador André do Cartório pela sua magnífica ideia de trazer um arrancadão para Palhoça. Pelo amor de Deus! Vá fazer alguma coisa que traga bons frutos para nossa terra, e não uma cambada de inconsequentes turbinando seus carros e fazendo testes (ou melhor, rachas) pelas nossas avenidas. Esperamos que nenhuma tragédia aconteça. O povo palhocense deveria se unir e ser contra esse tipo de evento. Senhor André: quer fazer algo por sua cidade? Vá à Câmara trabalhar e leia os jornais para saber que precisamos mesmo é de médicos em postos de saúde, vagas nas escolas e creches, saneamento básico, entre outros, com urgência.
Micheli Silva (Por e-mail)


|Opinião do leitor|

O muro da vergonha

Para nós, do Hotel Cambirela, Natal é tempo de sofrimento e prejuízos econômicos/financeiros. A Prefeitura, representada na figura do Aiatolá (chefe supremo), tranca sem pudor algum a rua do lado norte da Praça Sete com grades e cones e, deste modo, impõe aos moradores em geral, e em particular a nossos hóspedes, uma espécie de prisão domiciliar. Nesta época, os bloqueios somarão aproximadamente 30 dias. Ademais, esta Prefeitura que se gaba de ter atenção com o turismo, faz sofrer parte da hotelaria palhocense.
No ano passado apelamos ao bom velhinho para que nos auxiliasse com uma sacola de dinheiro, a fim de que pagássemos o 13º salário de nossos funcionários. Infelizmente, não fomos atendidos. Neste ano, suplicamos à Justiça Divina, pois a dos homens normalmente decide em favor da bandidagem e dos políticos corruptos.
Por fim, gostaríamos de citar um dos fatos históricos mais relevantes que aconteceram na Alemanha do pós-guerra: lá em Berlim, o povo se revoltou e derrubou o Muro da Vergonha. Em Palhoça, o atual Prefeito ergueu o Muro da Safadeza (grades e cones).
João Rosa de Freitas Junior (Doca)
(Por e-mail)


|Opinião do leitor|

Seu Chico da Farmácia

Prezada Mariana: Gostamos muito da reportagem que você fez com o pai (Chico da Farmácia). Você conseguiu transmitir em palavras, sem dúvida alguma, tudo o que ele tentou lhe passar. Parabéns pelo respeito a ele, por sua ideia ter sido preservada. Parabéns pelo bom trabalho e desejamos sucesso para todos vocês.
Katerine (Por e-mail)


|Opinião do leitor|

Municipalização escolar

Fiquei indignada ao assistir a uma entrevista da Secretária de Educação, senhora Jocelete, onde a mesma diz que fica triste ao receber reclamações de pais de alunos das escolas estaduais e não poder fazer nada, por isso quer municipalizar essas escolas. Porém, quando aparecem problemas com escolas municipais, como o mostrado na edição 208 desse jornal, referente à escola da Guarda do Cubatão, a mesma secretária afirma que não sabe de nada. Como pode ela querer cuidar da casa dos outros se desconhece os problemas de sua própria casa? Como diz o Beltrano, “apara né coisinha?”. Fala sério Dona Jocelete! A senhora quer deixar as escolas estaduais que funcionam bem, que tem material e professoras iguais às escolas municipais? Outro ponto que me chama atenção é que a prefeitura só quer municipalizar as escolas reformadas pelo estado. Espero que o senhor Valter Gallina, que sempre se mostrou homem de bom senso, não permita que isso ocorra.
Mariana Saturnino Severo
Professora


|Opinião do leitor|

Câmara 1

Gostaria de parabenizar o Jornal Palavra Palhocense pela profissional matéria “Câmara de Vereadores é cenário de novos crimes”. A cidade merece uma imprensa firme e imparcial, que não se silencie justamente quando há “forças” que torcem pelo esquecimento de tão grave problema. Meus parabéns a toda equipe!
Haneron Victor Marcos (Por e-mail)


|Opinião do leitor|

Câmara 2

Está insuportável assistir às sessões da Câmara de Vereadores do Município, pois bem, vamos aos fatos: o vereador Nilson faz o uso da tribuna para reclamar dos problemas do Município, sendo que ele tem como papel resolvê-los (o que ele está fazendo ali? Se é pra reclamar igual ao povo não precisaria estar, pode se juntar a nós!); o Vereador Leonel usa a tribuna e parece que está lendo um livro de história infantil ou orando pelos irmãos, pois não há quem aguente (nessas horas estamos vendo como eram articuladas as greves na PM...); o Vereador Brant segura um escudo com os dizeres “líder de governo” e tenta nos convencer que o Prefeito Ronério é uma pessoa de boas intenções e que está passando por um momento difícil, onde, na verdade, está aproveitando seus últimos anos para conhecer o mundo. Agradeço o jornal pelo espaço para que nós possamos manifestar nossa indignação.
Carlos (Por e-mail)


|Opinião do leitor|

Do âmbar a Hertz

Hoje, quando nossas vidas dependem da eletricidade tanto quanto do ar que respiramos, fica difícil imaginar como tudo isso começou e a quantos gênios devemos todos os confortos e todas as tecnologias de que desfrutamos.
Pode-se dizer que a história da eletricidade tem início na Grécia Antiga, com Tales de Mileto, por volta do século VI antes de Cristo. Teria sido ele o primeiro a fazer experiências científicas para entender o fenômeno da atração.
Ao esfregar âmbar (resina fossilizada de árvores antigas) com pele de carneiro, observou que pedaços de palha eram atraídos pelo âmbar. Eléktron, em grego, significa âmbar, daí a origem semântica do termo eletricidade. Depois disso, só no século XVII foram iniciados estudos sistemáticos sobre a eletrificação por atrito. Em 1672, Otto von Guericke inventa uma máquina geradora de cargas elétricas onde uma esfera de enxofre gira constantemente atritando-se em terra seca. Meio século depois, Stephen Gray faz a primeira distinção entre condutores e isolantes elétricos. A cronologia segue com a descoberta do condensador, por Ewald Georg von Kleist e por Petrus van Musschenbroe; do pára-raios de Benjamin Franklin; da pilha de Alessandro Volta. Em 1831, Michael Faraday descobre que a variação na intensidade da corrente elétrica que percorre um circuito fechado, induzindo uma corrente em uma bobina próxima, o que permitiu a imediata aplicação na geração de correntes elétricas.
Os geradores foram se aperfeiçoando, até se tornarem as principais fontes de suprimento de eletricidade, empregada, principalmente, na iluminação. Em 1875 é instalado um gerador na Gare du Nord, em Paris, para ligar as lâmpadas de arco daquela estação ferroviária. Na sequência, foram feitas máquinas a vapor para movimentar os geradores e turbinas utilizados na produção de energia hidrelétrica nas cataratas de Niágara, que foi, em 1886, a pioneira do mundo, na geração energética com base na força hídrica.
A publicação do tratado sobre eletricidade e magnetismo de James Clerk Maxwell, em 1873, representou um enorme avanço no estudo do eletromagnetismo. A luz passa a ser entendida como onda eletromagnética, que envolve campos elétricos e magnéticos perpendiculares à direção de sua propagação.
Neste domingo, 29 de novembro, transcorre o 121º aniversário da experiência em que o físico alemão Heinrich Rudolf Hertz demonstrou a existência das ondas eletromagnéticas imaginadas, teoricamente, por James Maxwell, no ano de 1873.
Gênio precoce, que viveu apenas 36 anos, Hertz, já aos 15 inventava aparelhos sofisticados no porão de sua casa. Em cinco anos cursou três universidades, em diferentes cidades, obtendo graus em apenas seis semanas. Aos 28 anos já era conhecido e festejado professor universitário na cidade de Berlim.
Hertz, kilohertz, megahertz são termos que especificam, por exemplo, a frequência em que nossa emissora de rádio preferida é transmitida. Determinando a velocidade da propagação das ondas (um Hertz corresponde a uma oscilação por segundo), ele contribuiu, decisivamente, para o desenvolvimento das atuais técnicas de radiotransmissão. Não esqueçamos isso!

Luiz Henrique da Silveira – Governador do Estado


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Política ou trabalho?

A visita do Ministro do Trabalho, Carlos Lupi, a Palhoça na manhã da última quinta-feira mais pareceu um encontro político que uma ação a favor dos palhocenses. Muito confete, troca de elogios, comentários de que o Brasil e Palhoça avançam muito bem, porém nada realmente de concreto. O encontro serviu, na verdade, para as autoridades e imprensa ouvirem do Ministro que ele acredita no Município e que quer investir aqui.
Nenhum projeto concreto foi lançado, nenhum convênio autorizando qualquer repasse assinado, nem mesmo a concretização da promessa do Prefeito Ronério em criar uma Secretaria do Trabalho. É claro que a visita do Ministro permaneceu atrelada aos interesses e objetivos do seu partido, o PDT. Representantes da legenda em Palhoça acompanharam todo o encontro, reforçando a cada momento o fortalecimento da sigla.
Os interesses políticos, nesse caso, ficaram muito mais evidentes que o interesse em agilizar projetos em prol dos moradores – apesar deles mesmos, os políticos, reforçarem no encontro a necessidade indiscutível de se capacitar a mão-de-obra local, especialmente o público jovem. Não faz sentido tanta chacrinha para pouca ação – considerando que essa foi a segunda visita do Ministro a Palhoça em menos de dois meses.
Sim, Palhoça precisa de emprego, capacitação e renda. Mas, antes de tudo, precisa de agilidade na implantação dessas melhorias, desburocratizando, primeiro, a forma como visitas assim são montadas para atrair, ao que parece, somente eleitores. Palhoça, definitivamente, precisa de muito, muito mais além da simpatia, cordialidade e disposição demonstrada pelo Ministro Lupi e toda sua comitiva.
Que a Secretaria do Trabalho seja mesmo criada não para servir de cabide para os cabos eleitorais, mas para atender uma população que cresce desordenadamente de forma muito acelerada.


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Fiscalização sanitária

Venho neste espaço em defesa dos fiscais da vigilância sanitária de Palhoça. Se problemas ocorrem nos estabelecimentos, a culpa não pode ser colocada nesses profissionais, nem mesmo a sua credibilidade pode ser posta em xeque. Esses agentes trabalham com afinco e dedicação, são honestos e não cobram pra liberar alvará algum, mas se eles não conseguem cumprir sua função na integra é porque não lhes é dado condições estruturais, pessoal e de capacitação. Não há investimento no setor e o pouco que eles conseguem fazer é devido a sua dedicação, honestidade e profissionalismo.
Marcos Cardoso Canto
(Por e-mail)


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Avenida Elza Luchi

Venho por meio deste solicitar à Prefeitura e ao órgão competente que olhem um pouco pela avenida Elza Luchi e a sua manutenção, que é necessária. Lixo jogado, lixeiras quebradas, vasos secos... A avenida está crescendo, com empresas li se instalando e é preciso manter a segurança na área! Todo esse descuido denigre o visual e a imagem de nossa Cidade. Não basta só ser bela por natureza, é preciso deixar que Palhoça apareça, preservá-la e oportunizar meios para o bem-estar de todos que aqui convivem. Vamos cuidar um pouquinho mais; quanto isso irá custar ao cofre público!? Além de cumprir o que é seu dever, já que pagamos para que isto aconteça... É preciso colocar a boca no trombone para que eles se mexam! Obrigada pela palavra.
Mari Silva
(Por e-mail)


|Opinião do leitor|

Pavimentação

Gostaria de parabenizar a Prefeitura pelo excelente trabalho realizado com as patrolas na Rua Januário Pereira de Lima, acesso ao CT Figueirense. Pois se continuar desta forma nem carroça transita mais. Será que é dever da comunidade realizar um mutirão tapa buracos? Ou devemos aguardar época de eleições para recebermos apertos de mão e novamente ouvir promessas de pavimentação?
Jane Maria Werlich
(Por e-mail)


|Opinião do leitor|

Trânsito

Gostaria de dar uma dica para o trânsito de Palhoça, especificamente na praça central. Acho que se fizessem mão-inglesa na praça seria muito melhor. Quem vem da sinaleira entraria à esquerda na rua do Amaro Sports e não precisaria contornar a praça causando filas. Gostaria de saber dos técnicos da diretoria de trânsito se isso seria possível. Obrigada.
Giselle Ferreira
(Por e-mail)


|Opinião do leitor|

Guarani FC

O Guarani foi para a final do campeonato, mas durante todos os jogos poucos foram os torcedores que compareceram apoiando o time. O grupo tem lutado de maneira grandiosa para ser campeão, temos que mover a Cidade para apoiar o Bugre no próximo domingo.
Monique
(Por e-mail)


|Opinião do leitor|

Beltrano

Parabéns ao amigo e escritor João pela Coluna do Beltrano – Exame de Próstata do Antonho do Bidunga, publicada na última edição. A mais engraçada dos últimos tempos e, principalmente, muito informativa. Abraços deste amigo e leitor.
Francisco Nobre
(Por e-mail)


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Prefeitura de Palhoça e a urgência pelo aumento da carga tributária

Em regime de urgência, sim, aquele mesmo regime que justificou a privatização da água em Palhoça sem licitação, o Executivo encaminhou para a Câmara dos Vereadores Projeto de Lei visando o aumento da carga tributária (IPTU e ITBI). Segundo notícias, até 2013, teríamos um aumento de 100%.
Essa “política” de demandar questões tão importantes em “regime de urgência” pode simbolizar duas hipóteses: má fé ou falta de planejamento. Sim, pois não seria de ontem a descoberta de uma desatualização da base de cálculo dos imóveis, assim como o Executivo já sabia do prazo final do contrato com a Casan há 30 anos, ou seja, desde quando assinou. A sociedade merece um basta na fabricação de urgências ou emergências.
A emergência hoje reside na proliferação de loteamentos sem a existência de uma segura estrutura, reside na investigação do abafado caso da suposta falsificação da Lei nº. 1.739/2003, no socorro e na inclusão social de bairros como Brejaru e Frei Damião, entre outros.
Sonha o Executivo com campos de golfe enquanto há ruas intransitáveis, sem um mínimo de saneamento e segurança. Não deve se ignorar a importância do Marketing, mas não se pode compactuar quando essa estratégia ultrapassa a realidade, vende uma imagem inexistente, e impede que não só o corpo político, mas a própria sociedade atingida ponha verdadeiramente os pés no chão.
Devemos nos mobilizar para que haja um amplo debate sobre esse novo projeto de Lei Complementar, inclusive com a realização de audiência pública. Cobre dos vereadores esse compromisso ligando para a Câmara ou enviando uma mensagem eletrônica para os endereços abaixo:
presidencia@cmp.sc.gov.br; ademirfarias@cmp.sc.gov.br; tavinho@cmp.sc.gov.br; biriba@cmp.sc.gov.br; keka@cmp.sc.gov.br; andremachado@cmp.sc.gov.br; pitanta@cmp.sc.gov.br; nilsonespindola@cmp.sc.gov.br; leonelpereira@cmp.sc.gov.br; brant@cmp.sc.gov.br; vereadorzunga@cmp.sc.gov.br
Telefone da Câmara Municipal de Palhoça: 3242-1501
A hora de ir para as ruas está chegando e os motivos acumulam-se.

Haneron Victor
Presidente do PCdoB em Palhoça


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Aumento de imposto é abusivo

Está estampada na capa do jornal Palhocense, ed. n° 206, a seguinte frase:
“Impostos podem ficar mais caros a partir de janeiro de 2010”. O jornal Palhocense foi muito generoso com esse título, quando deveria ser: “Aumento abusivo de impostos a partir de 2010”.
O aumento abusivo proposto pelo Prefeito Ronério (PMDB) não reflete a realidade que passa o Brasil. Enquanto os trabalhadores recebem no máximo 6% de reajuste anual, e os aposentados 2%, o Prefeito Ronério enviou para a Câmara de Vereadores, em caráter de urgência, o Projeto de Lei Complementar que reajusta os impostos em 100% até o ano de 2013.
Quando a Diretora de Tributos, Alessandra de Andrade, alega que os impostos não sofreram reajuste desde o ano de 1999, não é verdade, pois em 2006, já tivemos uma reavaliação de valores na planta dos imóveis, que em alguns casos passaram dos 300%. Sendo que, naquele ano sequer os vereadores leram o projeto, pois alegaram que tinha mais de 500 páginas.
Pesquisa realizada pela empresa Proder, contratada pela Prefeitura entre 2001 e 2002, constatou que 70% dos trabalhadores palhocenses recebem entre um a três salários mínimos. Portanto, a maioria da população não teria condições de suportar essa carga tributária de 100% de reajuste nos impostos. Se o Prefeito quer aumentar arrecadação, ele que demita os mais de 500 cargos comissionados. Chega dessa penca de diretores e assessores que existe na Prefeitura, sendo a maioria seus fiéis cabos eleitorais! Sem contar os empresários que circulam entre o eixo Rio, São Paulo, Mato Grosso etc, que transitam livremente dentro da Prefeitura como verdadeiros mercenários privatistas, buscando somente o lucro a qualquer custo. Exigimos uma audiência pública para maiores esclarecimentos à sociedade. Assuntos tão relevantes não podem ser decididos somente dentro de gabinetes.
Vamos nos mobilizar contra esse abuso de autoridade.
Se você não concorda com esse tipo de atitude de nossos políticos, mande seu recado e sua sugestão acessando a página www.forumpalhoca.com.br ou envie um e-mail para forumpalhoca@googlegroups.com ou gilmar.paulo@bol.com.br
Gilmar de Paulo
Diretor do Sindicato dos Trabalhadores em Água, Esgoto e Meio Ambiente de SC


|Opinião do leitor|

Cemitério

Gostaria de saber do poder público municipal por que não existe mapeamento ou a informatização das sepulturas de nosso cemitério? Para algumas famílias e amigos que gostam de visitar a sepultura é impossível localizar onde seu ente está sepultado. E aquela administração que lá existe é puro cargo político, pois eles não sabem de nada. Acredito que não é muito difícil, pois eu observei que 95% das sepulturas estão com os nomes das pessoas. É só a Prefeitura querer e ter força de vontade que ficaria tudo organizado, igual ao cemitério da Avenida Ivo Silveira, em Florianópolis – lá a administração localiza em poucos segundos o local, basta dar o nome completo. Usem a Unisul não só para recadastrar as casas para cobrar IPTU, mas também para este tipo de cadastramento, pois os que lá estão já foram contribuintes e a família continua a ser contribuinte municipal.
Júlio Cesar Gazola Teixeira (Por e-mail)


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Farmácia 24 horas

Desde maio de 2008, quando saiu minha publicação neste jornal, nada mudou na Palhoça. A Lei Federal 5.991/73, que obriga farmácias e drogarias oferecerem sistema de rodízio, não está sendo cumprida. Ainda, segundo os farmacêuticos, não está sendo aberta por falta de segurança. Cadê o poder público? Já pagamos um preço altíssimo por não ter medicamento nos postos de saúde, agora temos que pagar por não ter policiamento em Palhoça. Alô Prefeito! Alô Secretário de Saúde! Alô Comandante!
Wander Luiz da Silva (Por e-mail)


|Opinião do leitor|

Correção:

Por um erro de digitação, veiculamos na edição 205, de 05 de novembro, na página 14, o valor incorreto do imóvel de código CP-007, da Sorria Imóveis. O valor correto é R$ 315.000,00.


|Opinião do leitor|

Descaso professores

Parabéns Ronério! Estamos lhe parabenizando pelo “poder” que o senhor tem de “calar a boca” e de “engessar” os professores (que são formadores de opinião), os demais funcionários públicos municipais de Palhoça e o Sitrampa (Sindicato dos Trabalhadores do Serviço Público Municipal de Palhoça). Uma pergunta se faz necessária: Por que o senhor Ronério, prefeito da “1ª cidade mais dinâmica do Brasil”, paga mensalmente a quantia de R$ 37,50 pelo vale-alimentação para os professores com carga horária de 30 horas semanais? Fique sabendo, senhor “Reinério”, que no município vizinho (São José), os professores com a mesma carga horária recebem a quantia de R$ 147,00 pelo vale-alimentação. Por tudo isso, o senhor está de parabéns, continue nos massacrando.
Valdete Botelho (Por e-mail)


|Opinião do leitor|

Abandono da Pinheira e região

Gostaria de saber do prefeito e secretários se eles sabem da existência das praias da Pinheira, Sonho e Guarda do Embaú, pois me parece que não, devido ao total abandono. Me parece que nós, moradores, só somos lembrados na hora de votar ou para se aproveitarem das belezas naturais para criarem slogan “Bela por natureza” - o correto seria “Abandonada pelo poder público”.
Não temos manutenção das vias públicas, não temos limpeza das praias, não temos tratamento de esgoto, não temos água descente para beber, na verdade não temos apoio da prefeitura, só temos impostos para pagar.
Além da falta de fiscalização, pois também temos muita degradação da natureza, invasões de ruas para construções de casas. Para piorar está chegando a temporada de verão, onde vai aumentar a quantidade de gente nestes balneários sem infraestrutura.
Senhor Prefeito: como se propôs a administrar um município, faça com vontade, honre a categoria de político que está tão degradada. Não estamos pedindo muito, pois colocar uma patrola, um caminhão e meia dúzia de funcionário nas ruas para dar no mínimo uma manutenção descente não vai custar mais que os impostos arrecadados de moradores e comerciantes da região.
Creio que muitos municípios queriam um potencial turísticos deste, além de engrandecê-los iria alavancar a carreira de muito político esperto.
Renato Flores (Por e-mail)


|Opinião do leitor|

Agradecimento

O CCPI tem como uma das suas finalidades representar a comunidade nas suas reivindicações coletivas e zelar para o desenvolvimento local de forma integrada. No último dia 14/10, o CCPI protocolou junto a Secretaria de Infra-Estrutura, Energia, Telecomunicações, Transportes e Habitação de Palhoça um pedido de limpeza do espaço destinado à construção do ginásio de esportes (antiga quadra de esportes). O local vinha sendo utilizado por moradores para depósito de lixo. No local estava depositado um sofá, guarda-roupas, restos de construção, entre outros entulhos, que poderiam servir para proliferação de doenças ou até mesmo ferir alguma criança que brinca no local. O CCPI solicitou ainda para que fossem notificados os moradores da região sobre a importância de se manter o local limpo. No dia 28/10 a Prefeitura atendeu o nosso pedido e foi até o local com uma equipe e efetuou a limpeza. Nosso agradecimento ao Secretário Aroldo Heiderscheidt por ter se sensibilizado e atendido com brevidade nosso pedido.
Adriano Mattos - Presidente CCPI - presidencia@ccpi.org.br


|Opinião do leitor|

Obras mal feitas

Estas “obras” executadas pela prefeitura de Palhoça demonstram a organização da mesma e o respeito pelo cidadão que a mantém. Executam as obras sem a colocação de placas informando o início/término da mesma, sua finalidade ou seu benefício. Por exemplo a rede de coleta pluvial na Barra do Aririú: fecharam a rua, sinalizaram mal e porcamente, não tem placas identificando a obra. Um outro exemplo de “obra” bem executada é o da drenagem feita próximo à ponte do conhecido “Rio do Cortume”, hoje conhecido pelo Rio do Churume, totalmente tomado pelo lixo e esgoto, onde o calçamento ficou uma belezura, mas para quem pratica off-road.
Como já não chegasse o excesso de lombadas mal feitas, fora de padrões e mal localizadas. O incrível é que conseguem piorar o que já era ruim. O Sr. Prefeito, ao invés de ficar viajando, deveria dedicar um pouco do seu precioso tempo para visitar os bairros e verificar as obras, não somente em épocas de eleições.
Rosimar José de Espíndola - (Por e-mail)


|Opinião do leitor|

Exemplo de Cidadania

Venho aqui utilizar-me desse grande espaço democrático, onde o leitor pode expressar-se, para enaltecer meu agradecimento à atitude do Policial Militar Jurandir Fernandes. Em meados de outubro acabei por perder todos meus documentos, pessoais e do veículo. Esse nobre policial, mesmo sem conhecer visualmente a dona dos documentos, de posse do endereço contido nos documentos, partiu em minha procura para devolvê-los, deslocando-se até a Ponte do Imaruim. Essa dedicação em ajudar o próximo deve inspirar e servir de exemplo a todos, independente da profissão. Mais uma vez agradeço ao Policial Jurandir Fernandes e estimo que a sociedade valorize muito essas pessoas, que são exemplo de cidadania e dignidade na corporação.
Zulma Amaral - (Por e-mail)


|Opinião do leitor|

CTG e Saibrita

A questão do CTG Tropeiros do Cambirela deve ser bem investigada. O fato da Saibrita continuar e o CTG ter que sair mostra claramente o Poder do dinheiro frente à coerência. Não sou apreciador de CTG, mas diante deste fato não posso conter minha indignação. Por que o Ministério Público não se manifestou assim no caso Saibrita? Bastante intrigante.
Carlos Grun - (Por e-mail)


|Opinião do leitor|

Celesc

Até quando vamos suportar os apagões no bairro Aririú, mais precisamente no Centro do bairro, como a paróquia católica e o colégio João Silveira, com quase dois mil alunos? Neste local o comércio é forte, consumindo bastante energia “cada vez mais cara”, e a Celesc parece que ignora este fato. Com qualquer trovoada a luz vai embora, e pasmem, às vezes demora quatro horas para voltar - isto aconteceu quatro vezes no mês de fevereiro.
Quando falta luz na Ilha, às vezes meia hora, eles colocaram na TV e jornais como apagão e aqui a Celesc e a mídia ignoram. Telefonar nos finais de semana e feriados só se escuta a irritável gravação da Brasil Telecom. Jamais esquecemos o apagão de 2007, que deixou palhocenses e turistas sem banho, sem geladeira, sem janta na virada do ano. Centenas de pessoas andavam sem rumo no escuro das 15h até o dia 1º ao meio-dia. E o prejuízo dos comerciantes? Muitos venderam suas casas, e até hoje a grande maioria dos turistas foi para outros locais. E a Celesc nunca explicou, pois a Ilha que roubou nossa energia, como se não pagássemos as contas, violentando nossos direitos de cidadão. Foi o que saiu em várias manchetes de jornais.
Para finalizar: No apagão de fevereiro de 2009, “quatro horas” de 33º, tive grande prejuízo, pois trabalho com uma pequena fábrica de sorvete. Esperamos que a Celesc resolva o problema e tenha mais atenção com nosso bairro.
João Mário de M. - (Por e-mail)


|Opinião do leitor|

Fórum

Parabéns ao Prefeito Ronério por ter ouvido a campanha pela não venda do Fórum e ter aceitado as propostas de uso escritas no cabeçalho do abaixo-assinado. Sou um dos muitos palhocenses que colocou o nome no abaixo-assinado, o meu no caso, das mãos da própria coordenadora da campanha: a Jeanine Nahas. Lamento que a secretária de educação, Sra Jocelete, não tenha reconhecido que a ideia não partiu dela e muito menos do senhor Pitanta, que queria transformar o Fórum em mercado. Durante a campanha estranhei a ausência de depoimento do Presidente do Conselho de Cultura e do Presidente da Academia Palhocense de Letras. É isto mesmo Sr. Prefeito: saber ouvir, pensar no que se ouve e mudar de ideia é uma virtude. Parabéns a todos nós que nos envolvemos na campanha e, em especial, a coordenadora Jeanine.
Francisco Rocca
(Por e-mail)


|Opinião do leitor|

Esclarecimento

Em relação à matéria publicada em um jornal do Município de Palhoça, onde foram feitas insinuações a respeito da antiga diretoria do Conselho Comunitário da Guarda do Cubatão pelo Vereador Leonel Jose Pereira, gostaríamos de deixar bem claro que de nada temos a nos envergonhar, pois jamais agimos de má fé. Pelo contrário, buscamos muitas melhorias para o nosso bairro. Questões importantes como extração de areia do leito e margens do Rio Cubatão, a erosão do rio que ameaça desmoronar a estrada geral e a João José de Quadros, a destruição do Cambirela pela Saibrita (aprovada pelos vereadores do município) e outros tantos projetos cujos documentos estão à disposição da comunidade.
Foram bandeiras levantadas pelo Conselho e que continuarão a ser levantadas pela diretoria atual, pois são relevantes e de extrema importância. O senhor Fidencio Turnes Filho fez parte da diretoria e sabe que não há nada de ilícito em nosso mandato, pelo contrário, sem “holofotes”, sem “estardalhaço”, trabalhamos com humildade e dignidade, boa vontade em servir a comunidade. O resultado desse trabalho ficou evidente na vitória da chapa apoiada por esta diretoria e as pessoas que compõem a nova diretoria são dignas, honestas e com respaldo na comunidade por serviços prestados e por trabalharem em “comunidade” e não por interesse próprio.
Conselho Comunitário da Guarda do Cubatão
(Por e-mail)


|Opinião do leitor|

Prédio do Fórum

Quero parabenizar a grande iniciativa do vereador Pitanta, pois, conforme suas colocações, para que vender mais um prédio ou bem público? Podemos e devemos renovar na criação do novo Mercado Municipal, pois nós, palhocenses, precisamos e acima de tudo merecemos. Onde se situa o prédio do Fórum é sem dúvida um lugar estratégico, bem no centro do município.
Gustavo de Assis
(Por e-mail)


|Opinião do leitor|

Espaço Democrático

A respeito da opinião da leitora Sandra Cruz, publicada nesse espaço na edição 203 do Jornal Palhocense, o editor informa que a Palavra do Leitor é um espaço democrático e está aberto para qualquer cidadão manifestar-se.


|Opinião do leitor|

Infraestrutura no Sul

Nós, moradores e veranistas da Praia da Pinheira, agradecemos ao Prefeito Ronério pela atenção dispensada às Ruas 517, 518 e proximidades. Buracos, atoleiros, doenças... isso é o que recebemos da Prefeitura, mesmo pagando IPTU e pedágio. E pra ajudar temos que pagar carradas de cascalhos para tampar os buracos. Espero ansiosamente uma resposta da prefeitura, mas observem rápido, pois o verão está chegando.
Liliane Lopes Sell
(Por e-mail)


|Opinião do leitor|

Resposta Ouvidoria

Em resposta à Sra. Marcia Loch, que reclamou da falta de atenção por parte da Ouvidoria sobre sua reclamação em relação ao depósito de entulhos nos terrenos localizados nos fundos da Câmara Municipal, temos a informar que:
1- A reclamação deu-se em 15/10/2009 e esta Ouvidoria tem até 10 dias úteis para responder;
2- Os fiscais da Secretaria de Obras já estiveram no local, identificaram o proprietário e o mesmo já foi comunicado da necessidade de manutenção do imóvel limpo, passível de multa, uma vez que o mesmo não possui licença ambiental da FCAM para aterro de resíduos recicláveis (restos de construção e outros).
A fiscalização não pode proibir que coloquem lixo em terrenos baldios, mas deve multar os proprietários (R$1,15 por m²) caso não haja manutenção de limpeza dos mesmos. Atenciosamente,
Maria Julia Scotti
Ouvidora


|Opinião do leitor|

Academia de Letras de Palhoça

Sou leitora assídua do jornal Palavra Palhocense e neste que saiu do dia 15 de outubro deparei-me com uma notícia preocupante: “Procuram-se Imortais Palhocenses”. Procuram-se! Onde andam nossos grandes escritores palhocenses? Realmente não temos respostas, pois como comentou nosso grande amigo Presidente da entidade, historiador e grande escritor Manoel Scheimann da Silva, não há nem espaço próprio para eles.
Se perguntássemos aos nossos alunos: “vocês conhecem algum escritor palhocense ou  a Academia de Letras de Palhoça?”, acredito que ficariam calados sem resposta.  O que está faltando para sermos reconhecidos como um Município de grandes pensadores e escritores? Nossas bibliotecas estão pobres em livros. Vamos mudar esse cenário, talvez  divulgando mais nossos escritores, trazendo eles até nossas escolas, procurando implantar já na infância e na adolescência o hábito da leitura literária, para que os mesmos comecem a descobrir autores, obras e personagens inesquecíveis. Parabéns a vocês da Academia de Letras de Palhoça!
Angélia de Souza - (Por e-mail)


|Opinião do leitor|

Obrigado Prefeito!

Gostaria de agradecer ao Prefeito Ronério Heiderscheidt por ter atendido ao apelo solicitado nesta coluna, referente aos buracos da Rua João Martins de Souza. Os moradores do Conjunto Habitacional Evádio Paulo Broering agradecem sua dedicação. Gostaria de mais uma vez agradecer também este espaço democrático, que sempre atende nossos apelos.
Wander Luiz da Silva (Por e-mail)


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Golpe da marmoraria

Venho por meio deste veículo de comunicação comunicar a população palhocense sobre um novo golpe que está sendo aplicado em nosso Município, o golpe da marmoraria. O golpista, que se diz empresário, sai de porta em porta oferecendo seu serviço com um escritório de sua empresa na Ponte do Imaruim. O escritório é apenas um fachada, pois não há nenhum objeto no local, e a suposta fábrica está sem funcionar. Os supostos telefones para contato da respectiva marmoraria não atendem ou estão desligados (3344-4927, 9906-9934 e 9147-8998). Caso mais algum cidadão palhocense tenha caído neste golpe favor ir até a delegacia fazer uma ocorrência.
Sandra C. - (Por e-mail)


|Opinião do leitor|

Correção:

Um erro de digitação ocasionou a publicação incorreta do sobrenome da jornalista Edilene na última edição. O nome correto é Edilene Macedo.


|Opinião do leitor|

Lixão no Passa Vinte

Sou moradora do bairro Pagani há quatro meses e estou assustada com os inúmeros caminhões de entulhos que estão sendo despejados todos os dias entre os bairros Pagani e Passa Vinte. O local está cheio de terrenos baldios e fica mais especificamente atrás do Residencial Itália (Rua Joci José Martins, mesma rua da Câmara de Vereadores). Do meu prédio vejo inúmeros caminhões descarregando todos os dias e nada é feito. O mais incrível é que se os vereadores olhassem pelas janelas da Câmara eles mesmos poderiam ver todos os dias estes caminhões descarregarem. Não é incrível? Já mandei e-mail para a ouvidoria reclamando e até agora não tive retorno. Como vi matéria parecida no site de vocês resolvi mandar este e-mail para engrossar a indignação e solicitar logo uma ação da prefeitura para o caso que é urgente. Obrigada!
Márcia Loch - Professora Universitária


|Opinião do leitor|

Pavimentação

Gostaria de parabenizar o colunista João e a equipe do Jornal Palavra Palhocense pelo excelente trabalho realizado neste Município e pela franqueza e profissionalismo com que nos fornecem as informações. Falo da Rua Venâncio Juvenal Vieira, rua esta citada na edição n° 202 na coluna Boca Maldita, que através da minha assinatura o colega pode verificar a situação em que convivemos. Esta rua já foi citada na edição nº 198, pág. 6, deste jornal, onde a prefeitura anunciou a entrega da ordem de serviço à empreiteira para efetuarem obras de drenagens, mas até o momento nada foi feito. Aguardamos que a empresa responsável apareça para dar início às obras. Já quanto às “piscinas” o amigo pode vir tranquilo, pois sua solicitação foi atendida pelo Secretário de Obras, porém não é aconselhável retornar pelo fundo da pizzaria, devido à quantidade de piscininhas existentes no local.
Anilson Quadros (Por e-mail)


|Opinião do leitor|

Luz no Sul

Gostaria de saber como vai ficar a situação das famílias que tiveram a luz cortada no sul de Palhoça. Quando se quer subir usando estratégias de ligar luz em troca de votos é fácil; mas cair demora. Comunidade, guardem bem esses nomes, pois eu estou guardando para as próximas eleições não errar.
Araci Gerunto
(Por e-mail)


|Opinião do leitor|

Festa Açoriana 1

Como forma de orientar e melhorar a Açor nos próximos anos, gostaria de elogiar a música, as apresentações artísticas, a missa e os estandes. Contudo, na parte do almoço, principalmente de domingo, a festa deixou a desejar. A comida não estava boa, pelo menos o risoto de camarão que provamos, e ainda acabou rápido em algumas barracas. Vimos pessoas, inclusive, procurando restaurantes na cidade em virtude de tal fato. Poderia ser adotado o sistema de buffet com saladas, farofa, pães, como acompanhamento do prato principal (camarão, peixe, etc.), como foi feito com sucesso, no mesmo final de semana, na Barra da Lagoa, na 2ª Festa do Mar e da Anchova. Faltou uma maior divulgação da festa também. Deveriam ter cartazes, avisos, já na BR 101, até o local da festa, bem como, sobre o local de estacionamento. Havia alguns cartazes improvisados, o que, sem dúvida, poderá ser melhorado nas festas posteriores.
Eliziane Conceição de Paula
(Por e-mail)


|Opinião do leitor|

Festa Açoriana 2

Gostaria de parabenizar os organizadores da 16ª AÇOR, evento que aconteceu em Palhoça no último final de semana, resgatando toda a cultura açoriana do litoral catarinense. O ápice do evento com certeza foi o encontro das bandeiras do Divino Espírito Santo, juntamente com a celebração da missa e as cantorias das várias cidades, que emocionaram quem estava presente na celebração, com versos e cantigas ao Divino. É preciso continuar divulgando essas tradições ao longo do tempo para que não caiam no esquecimento do mundo globalizado, pois nos dias atuais já não se vê com frequência esses grupos de cantadores atuarem. A mídia tem um papel muito importante no sentido de divulgar essas tradições para que possa cultuar cada vez mais essa bela cultura, bem como os ternos-de-reis que acontecem no dia 06 de janeiro, onde celebra-se o Dia de Reis.
Marcelo João Cabral
(Por e-mail)


|Opinião do leitor|

Estacionamento

A respeito da nota colocada na coluna do Cabeção na edição 201, os únicos estacionamentos que não pertencem aos comércios são aqueles que utilizam as calçadas e não respeitam o recuo exigido pela Prefeitura, do contrário, eles pertencem ao comércio sim! E se for como o Cabeção quer, quem vai dar segurança às lojas? Pois a moda são as “gangues da macha ré”, que arrebentam com a porta ou vitrine das lojas e roubam tudo que podem em poucos segundos.
Arthur - Comerciante
(Por e-mail)


|Opinião do leitor|

Dia da Criança

Parabenizo os irmãos Pedro e Patrocínio, proprietários da Peixaria do Paulo, pela bela e grandiosa festa que organizaram, com recursos próprios, na Barra do Aririú na tarde dia 11, em comemoração antecipada do Dia da Criança. Na festa, além muitos cachorros-quentes, refrigerantes e guloseimas, distribuídos
gratuitamente e à vontade, a criançada pôde se divertir nos diversos brinquedos postos à disposição de todos. Uma comemoração extremamente democrática, onde todos podiam chegar, comer e se divertir. Um belo exemplo de solidariedade que, com certeza, fez muito felizes aqueles que participaram, tanto adultos quanto crianças.
Zalmir Medeiros
(Por e-mail)


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Acorda Poder Público!

Palhoça mais uma vez se livra da tragédia! Até Quando? É lamentável o descaso do Poder Público com tão familiarizado “saneamento básico”. O município recebe pavimentação, novos loteamentos, grandes empreendimentos, revitalização de praça, pinturas em passarelas e meio-fio; pois isto tudo é aparente e dá voto. Mas o perigo, o caos, a enchente ninguém se lembra com a falta de saneamento, rede de esgoto e pluvial, despoluição dos rios, e por sorte não temos tido trombas d’águas com maré alta, pois o perigo é eminente e não queremos catástrofes como em outros municípios. Porém quem vacila e dorme um dia pode se afogar. E continuamos a rezar para que não coincida tromba d’água com maré alta. E que se tenha mais responsabilidade com o desenvolvimento sem planejamento, sem plano diretor, para que a natureza seja nossa companheira e não volte contra o descaso a incompetência e a indiferença do Poder Público. Queremos o progresso e a beleza de nossa cidade, mas isto é perecível, se a prioridade não for “saneamento básico”.
João Mário de Medeiros
(Por e-mail)


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Socorro prefeito!

Moradores da Rua Sabiá, no loteamento Marivone, Praia de Fora estão revoltados com a situação em que se encontra a rua. Basta chover um dia inteiro que a rua se torna em um “rio”, alagando diversas casas, causando prejuízos incalculáveis aos moradores como foi agora em setembro. A situação é tão berrante que onde deveria trafegar veículos quando chove só de barco.
Senhor prefeito e secretário de obras: por “caridade”, nós, moradores, pedimos providências, pois sentimos vergonha até de recebermos uma visita em nossos lares; nossas crianças ficam assustadas quando chove porque as famílias ficam transtornadas, levantado móveis e retirando veículos das garagens.
Nós até entendemos que o município é muito grande, mas a situação de nossa rua já se arrasta há muitos anos. Defronte à entrada da rua está o Condomínio Praia de Fora Residence e sabemos perfeitamente que se alguém construir naquele local não vai conseguir sair de casa quando chover, pois a rua geral também fica totalmente alagada.
Por isso, senhor Prefeito, precisamos de sua ajuda. Sabemos que o senhor é um homem de visão e queremos ajudar também a construir uma cidade com melhor qualidade de vida, para dizer, definitivamente, com autoestima, que “moramos numa cidade Bela por Natureza”. Obrigado.
Moradores da rua Sabiá
Loteamento Marivone


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Guarda do Cubatão invisível

Louvável o papel de três de nossos vereadores (Leonel, Nazareno e Pitanta), em elaborar menção voltada à recuperação emergencial da margem esquerda do Rio Cubatão, que ameaça seriamente a principal Rua do bairro Guarda. Entretanto, gostaria de sugerir que a referida Câmara se mobilize de uma forma mais ativa, na tentativa de salvar o bairro, que de uma hora para outra pode ficar sem acesso. Sugiro que uma das sessões da Câmara seja realizada na localidade; inclusive com a convocação de nosso Secretário de Obras. Pois somente com a mobilização de todos os vereadores (mesmo os de situação) será possível vislumbrar ações que quebrem a resistência da Prefeitura Municipal, que teima em manter-se inerte frente ao sério problema. Gostaria ainda de convidar a Defesa Civil do Município. Visitem o bairro, vejam a gravidade da situação!
Por fim, volto a enfatizar: É justo que centenas de moradores, mais cedo ou tarde, fiquem sem acesso às suas residências? Isto se as próprias residências não forem parar no fundo do Rio Cubatão...
João Augusto Quadros
(Por e-mail)


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Correção:

Ao contrário do que foi publicado na matéria “Crescem emissões de carteiras de trabalho em Palhoça”, da edição 199, o responsável pelo setor de emissão de carteiras de trabalho do Município é Waldir Wagner Sobrinho, Diretor de Indústria e Comércio.


|Opinião do leitor|

Reforma da escola

Quero agradecer ao vereador Tavinho por ter lutado pela ampliação e a reforma da escola da Barra, pois sei que ele já estava na luta há tempo. Quero lembrar também que tem vereadores que, ao invés de lutar pelos interesses do povo palhocense, está brigando igual gato e cachorro. Enquanto isso, o povo come poeira, anda nessa buraqueira e vive sempre na lama. Então, ao invés de vocês ficarem brigando, se unam e mudem o Município, que está nas mãos de vocês e da administração municipal. Deixo aqui meus sinceros votos e agradeço ao Tavinho pela obra conseguida com esforço. Parabéns!
Alan Plácido da Silva
(Por e-mail)


|Opinião do leitor|

Alô Prefeito!

Gostaria de pedir para que o Prefeito Ronério Heiderscheidt possa ver os buracos em frente ao Conjunto Habitacional Evádio Paulo Broering, localizado na Rua João Martins de Souza, no bairro Pachecos. A comunidade e os 192 moradores não aguentam mais; já foram feitas diversas ligações para a Secretaria de Obras, mas até o momento nada foi feito. Até quando nós vamos de esperar?
Wander Luiz da Silva
(Por e-mail)


|Opinião do leitor|

Resposta

Em resposta à nota publicada na página 2 da última edição, assinada pelo professor Jorge, informamos que as sessões anteriores já estão disponíveis no site dá Câmara Municipal de Palhoça. Basta clicar no dia da sessão para assistir. Agradecemos ao Professor Jorge pelo elogio anterior e nos colocamos à disposição para mais sugestões e críticas também.
Assessoria de Imprensa
Câmara Municipal de Palhoça


|Opinião do leitor|

Diretório DEM

Parabéns aos Democratas! Aproveitando o espaço, gostaria de parabenizá-los pelas comemorações de inauguração do novo comitê e pela instalação dos 25 sub-comitês em Palhoça. O evento contou com o prestígio de senador, deputado estadual e federal do DEM, bem como as autoridades municipais de Palhoça.
Carlos Rogério
(Por e-mail)


|Opinião do leitor|

Mudança:

O jornal Palavra Palhocense, bem como o cronista esportivo Rui Guimarães, informam que a partir desta edição, a coluna Rui Guimarães não será mais veiculada por motivos profissionais. Agradecemos o carinho dos leitores e a parceria deste competente comunicador.


|Opinião do leitor|

Repúdio

Quero também registrar meu repúdio ao abandono da Prefeitura de Palhoça com o bairro da Guarda do Cubatão. Faço minhas as palavras do senhor Augusto Quandro, assim como eu, morador deste bairro há muito tempo. Somos visitados apenas nas semanas que antecedem as eleições, recebendo o “tapinha nas costa” e a famosa frase “vamos resolver isso, pode confiar em nós”. O tempo passa e a coisa continua da mesma forma, haja vista que para muitos dos nossos governantes a “desgraça” do povo é a alegria de muitos aproveitadores da situação, onde as enchentes viraram lucro. Faço as mesmas perguntas: Até quando vamos ficar na espera de um milagre e alguém arrumar de fato as margens do rio Cubatão? Vamos esperar uma nova enxurrada e levar o resto da estrada e mais algumas casas, como já aconteceu no passado? Até quando?
Vânia de C. Pereira
(Por e-mail)


|Opinião do leitor|

Desabafo

Vou dar como sugestão o caos que vivem as comunidades mais afastadas do centro de Palhoça! Moro no bairro Furadinho; somos esquecidos pela Prefeitura; não temos ruas transitáveis; ponto de ônibus; médico no posto de saúde! Minha rua é um caos; nós moradores que arrumamos do jeito que dá! Não vai demorar muito vamos ter que andar de trator na Rua João Josino de Souza. E ainda tem o desaforo de termos que pagar pedágio, sendo que dependemos da via para sair do bairro. Espero, humildemente, que vocês venham dar uma olhada na situação. Os meios de comunicação são a nossa única esperança para a Prefeitura lembrar que nós existimos e pagamos os nossos impostos em dia. Obrigada pela atenção de todos! Um abraço,
Juliana Cristina
(Por e-mail)


|Opinião do leitor|

Posto bancário

Minha esposa é funcionária da Prefeitura de Palhoça e para receber os seus vencimentos tem que se deslocar até a praça, na Caixa Econômica Federal, onde todos os funcionários se espremem com outros clientes para serem atendidos. E ainda por cima correm perigo de serem assaltados na volta. É que todos os funcionários municipais tiveram a promessa da direção, que fez um convênio com a caixa, para termos um postinho dentro da Prefeitura em um mês, e até agora nada. Gostaríamos de uma posição do senhor Ronério, que provavelmente não deve estar sabendo do ocorrido.
Jose Antonio
(Por e-mail)


|Opinião do leitor|

Na edição n° 194 do Jornal Palhocense elogiei a implantação da TV Câmara pelo Poder Legislativo Municipal. Sugiro agora que as seções fiquem gravadas e à disposição para que os cidadãos de Palhoça que trabalham à noite (ou que por outros motivos) possam assistir as seções posteriormente. Certos de que podemos contar com mais este serviço do Legislativo Municipal, agradeço.
Professor Jorge
(Por e-mail)


|Opinião do leitor|

Mais policiamento

Nós, proprietários dos quiosques do Centro de Palhoça (ao lado a Igreja Matriz), agradecemos o esforço da Polícia Militar em prender os ladrões que vinham cercando os nossos estabelecimentos. Porém, continuamos pedindo apoio no sentido de fiscalizar a área principalmente à noite, pois há estudantes do Colégio Ivo Silveira que usam os quiosques para brincar, caminhando até sobre os balcões. Somos trabalhadores como qualquer outro e precisamos do apoio dos policiais do posto localizado em frente ao colégio. Certos de podermos contar com a compreensão do Comando da PM, que sempre mostrou-se interessado em atender os problemas da comunidade, manifestamos votos de apreço. Obrigado,
Proprietários dos quiosques
Centro de Palhoça


|Opinião do leitor|

O Triunfo das Nulidades

Sou leitor assíduo deste jornal, e como tal, não poderia me furtar o direito de comentar o editorial da edição número 197, de 10 de setembro, cujo título faz o seguinte questionamento: “Quanto vale sua opinião?”.
Quero enaltecer esse jornal pela imparcialidade dos seus artigos e, principalmente, pelo olhar crítico, sendo que, ao mesmo tempo, mantém-se firme e coerente em relação às nossas raízes e tradições.
Há uma celebre frase cujo autor é desconhecido que diz: “Sem passado, não há futuro”. A preservação do caráter, da ética, do meio ambiente, da cultura é fundamental para que possamos edificar o futuro com bases sólidas. Negar o que foi feito ou dito denota uma prática de pessoas de caráter muito vulnerável ou até falta dele.
A classe política Palhocense, sem sombra de dúvida, com raras exceções, não sustenta o que fala, nem o que faz. Se esconde atrás da ignorância dos menos favorecidos, que na luta diária pela sobrevivência, estão totalmente desinformados sobre a realidade do desempenho de seus representantes, ficando à mercê de suas mentiras e falcatruas.
Quero me reportar ao nosso saudoso Ruy Barbosa, quando Senador da República, em 1914, que proferiu um discurso, cuja abordagem referia-se às mazelas da classe política Brasileira, como vemos, já na época, tratava-se de um assunto tão atual. Sua fala dizia o seguinte: “De tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça, de tanto ver agigantar-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar da virtude, a rir-se da honra, e ter vergonha de ser honesto.”
Mesmo sabendo que a luta é difícil, o importante é ter o sono tranquilo e o sentido do dever cumprido, não importa aquele que busca os seus interesses pessoal, sacrificando o discurso de ontem;, cabe aos homens de bem continuar, pois para edificar uma casa, temos que colocar tijolo sobre tijolo. Vamos ser aquele tijolo, que após o reboco, fica escondido aos olhos.

Odílio José de Souza
Ex-prefeito de Palhoça, mas antes de tudo, um cidadão
Palhocense de coração.


|Opinião do leitor|

Guarda do Cubatão

É preocupante a situação do bairro Guarda do Cubatão.  Mesmo sendo um dos mais antigos do Município, grande parte do mesmo corre o risco de desaparecer de uma hora para outra.  A razão prende-se ao Rio Cubatão, cuja margem esquerda avança sobre a principal rua do bairro.  Em três locais, o pavimento da rua já se encontra no fundo do Rio.
Como este avanço tem se mostrado progressivo nos últimos anos, não há perspectivas animadoras para o bairro, ou seja, em breve teremos uma situação assustadora: um bairro onde os moradores não poderão chegar em suas casas, pela inexistência de acesso.
E o pior. Não se vê por parte da Prefeitura nenhuma ação para solucionar o problema. Abandonados pela administração municipal, e sem qualquer representação atuante na Câmara de Vereadores, o bairro aguarda apenas mais uma grande cheia para cair numa condição de profunda lamúria.
Nos pontos críticos (próximo à Santa Cruz, defronte à Igreja e no acesso à Ponte Pênsil) há centenas de moradores,  cujas rotinas de vida poderão ser atingidas de uma hora para outra, como ficou demonstrado em reportagem deste veiculo de comunicação, efetuada há alguns meses.
Pergunto: Existe problema mais sério do que este hoje em Palhoça? Sr. Ronério,  por que sua administração não faz nada para resolver a situação? Não lhe afeta a consciência deixar centenas de eleitores seus à mingua?
João Augusto Quadros
Professor


|Opinião do leitor|

Trânsito conturbado

Trânsito em Palhoça após a conclusão do Shopping Via Catarina. O que será? O caos ou o seu início? Aproveito a oportunidade que este Jornal oferece aos seus leitores de se expressar. Noto a constante preocupação com a comunidade com matérias simples e focadas. Estou morando em Palhoça há algum tempo, e essa, como bem sabemos, está dividida em duas partes claras: a direita e a esquerda da BR 101.
Ganhamos de presente um pedágio que divide novamente a cidade, agora em Sul e Norte, e em breve teremos um dos Shoppings mais modernos do Estado de Santa Catarina, que trará consigo investimentos e um movimento no trânsito ainda não equacionado.
Li com atenção a matéria sobre o trânsito de Palhoça na Câmara de Vereadores e as respostas de nosso superintendente de Trânsito, Sr.Luis Duncke, que falou muito sobre lombadas eletrônicas e pouco sobre os “maravilhosos” acessos da cidade, os quais, aparentemente, não fazem parte do contexto da sua pasta.
A pergunta é simples: o Shopping em breve vai estar pronto e o seu acesso será pelas marginais da BR 101. O trânsito previsto para o Via Catarina/Giassi receberá no mínimo o dobro de veículos atuais - já no horário de pico, das 17:30 às 18:30, passar de um lado para o outro da cidade é quase inviável. Como ficará após a conclusão do Via Catarina? Creio ser este um dos temas mais urgentes da cidade, pois, gostando ou não, usuários de shopping, em sua maioria, se deslocam de veículos e todos os acessos existentes atualmente estão esgotados em sua capacidade de fluxo.
Paulo Francisco A. Velasco (Por e-mail)


|Opinião do leitor|

Noite em Palhoça

Venho por meio desta demonstrar minha indignação. No último final de semana eu, meu esposo e meus amigos de trabalho combinamos de comemorar em uma casa noturna de Palhoça, mas não esperava tamanha decepção.
Ficamos uma hora e meia na fila. No começo foi tranqüilo, pois queríamos muito nos divertir, mas quando estávamos quase entrando, várias vezes vinham as tradicionais figurinhas da cidade, os chamados “promoters” e furavam a fila e consigo levavam uns 4 ou 5 amigos. E nós, meros cidadãos trabalhadores, ficávamos feito palhaços na fila, esperando que mais 5 ou 6 pessoas saíssem para que alguém entrasse, pois a casa estava lotada. Isso aconteceu tantas vezes e a espera foi tanta que não valia mais a pena entrar na boate, pois o show já estava para terminar. Então resolvemos ir para casa. Aí eu me pergunto: O que é ser VIP para entrar nessa casa?? Meu dinheiro não vale tanto quanto o dessas pessoas? Estou revoltada e prometi a mim mesma que não coloco mais os meus pés nesse local. É por causa dessas palhaçadas e dessa discriminação que tudo o que começa em Palhoça vira uma febrezinha e depois acaba.
Mariane Pfleger Scalvim (Por e-mail)


|Opinião do leitor|

7 de Setembro

Sabemos que esse é um momento importante na vida dos cidadãos brasileiros, em especial dos jovens, pois resgata sentimentos cívicos e de cidadania que todos devem possuir na sua formação. É necessário incutir nos jovens e adolescentes valores cívicos e patrióticos. Sendo assim, a Escola Básica Municipal Prefeito Reinaldo Weingartner, situada no Bairro Rio Grande, agradece aos diretores, funcionários, professores, alunos e pais que participaram e se empenharam na realização do desfile cívico que ocorreu no dia 30 de agosto, na Avenida Elza Luchi. Obrigada a todos!
Angélia de Souza (Por e-mail)


|Opinião do leitor|

Falta de patriotismo

É lamentável a falta de patriotismo e o desinteresse da direção do Colégio João Silveira, no bairro Aririú, que sem justificativa cabível não fez a parada cívica de 7 de Setembro, num dia lindo de sol. É a única festa em que pais de alunos e habitantes de vários bairros com várias escolas particulares e públicas têm, e não medem esforços, para proporcionar um belo desfile todos os anos. Depois, quando privatizam, choram, pois só tem má vontade e preguiça; só tem interesse em fazer greve. O povo não se conforma com o descaso. O secretário de educação tem que tomar conhecimento e punir o descaso ao povo e à pátria.
João Mário de Medeiros (Por carta)


|Opinião do leitor|

Venda do Fórum 1

Sou acadêmico da Unisul e estou enviando este e-mail para salientar a necessidade da sociedade palhocense saber sobre o destino do antigo fórum, pois se especula sobre o futuro do mesmo para fins de grandes empresários, para a construção civil.
E muito se sabe da necessidade, da construção de uma casa de cultura aqui no Município, pois ainda temos que nos locomover para municípios próximos, como São José e Florianópolis, para termos a oportunidade de assistirmos a teatros, cineclube, biblioteca pública.
Seria de grande importância para a sociedade e para o futuro dos jovens de Palhoça ter a oportunidade de ter cultura, teatro e conhecimento, tudo isso localizado em uma casa de cultura.
Por fim, este e-mail é um clamor de um acadêmico, que reconhece a necessidade de todos terem oportunidade de ter cultura, para a construção de uma sociedade mais crítica, sabendo reconhecer e divulgar a cultura local, para Palhoça, onde cada vez mais temos mais turistas e mais empresas. Obrigado pelo atenção.
Matheus Carvalho (Por e-mail)


|Opinião do leitor|

Venda do Fórum 2

É lamentável saber que o prefeito Ronério, que coloca nos jornais que Palhoça teve em 2008 arrecadação de 2 milhões e que seu município é a 25ª cidade mais dinâmica do país, precise vender um prédio público (o Fórum) para fazer obras. Este imóvel se encontra em local estratégico para oferecer à população de todas as idades teatro, música, oficinas de artes, biblioteca etc. Fiquem alertas palhocenses! Pois o horto botânico, que pertencia ao município, foi vendido e não foi noticiado no jornal no início deste ano - e até agora não se sabe por quanto foi vendido (quem comprou e onde o dinheiro foi utilizado?). Onde estão os vereadores eleitos, os candidatos a vereadores, os candidatos a prefeitos, os deputados eleitos com votos de palhocenses (alô Sr. Renato Hining!!) para impedir que o Fórum seja vendido? Quem gosta de cultura também vota!!
Francisco Rocca (Por e-mail)


|Opinião do leitor|

Promessa antiga

Em 26 de setembro de 2008 tive a honra de receber no meu lar o Prefeito Ronério, então candidato à reeleição desta comarca. Na ocasião até preparei um empadão para recebê-lo, juntamente com o candidato a vereador Tarcísio, o Camarão, para que pudéssemos conversar sobre nossas prioridades, porque eu já havia feito um abaixo-assinado há quatro anos e não consegui entregá-lo.
Quanto ao senhor Tarcício, posso dizer: esse sim valeu o voto, apesar de não ter vencido, foi através dele que minha comunidade conseguiu água encanada e a luz com os postes instalados. Durante esta visita passei às mãos do Prefeito o abaixo-assinado, notificando nossas necessidades: saneamento básico e calçamento de nossa servidão Demétrios. O Senhor Prefeito, no mesmo momento, declarou que o material já estava disponível para o calçamento e, muito atencioso, mandou medir a servidão. Na época a parte de saneamento básico foi feita graças ao Sr. Camarão, que foi uma pessoa honrada e cumpriu a sua parte. Mas o calçamento ficou adiado por causa das chuvas e da lama. Já faz um ano e sempre venho tentando comunicação com ligações para a Prefeitura e celular do Secretário de Obras, que quase sempre propõe mandar material. Resultado: a Servidão era cerca de meio metro abaixo do meu terreno e já está no mesmo nível. O Secretário de Obras já mandou passar a máquina e colocar material por duas vezes. A lama passa quando tem sol, mas é só cair uma chuva que fica horrível para o povo sair de casa, tendo que, para isso, se segurar nos muros. No último mês o Secretário me disse “vamos ter que esperar mais um pouco, porque não tem material para o calçamento” e assim concretizar a palavra do Senhor Prefeito Ronério. Então queremos saber do Senhor Secretário de Obras: onde está o material que o Senhor Prefeito disse que já estava disponível em 26 de setembro de 2008?
Vera Lúcia dos Santos (Por e-mail)


|Opinião do leitor|

Piso salarial

É lamentável o posicionamento do deputado Renato Hinning (PMDB) em relação à definição de um piso salarial estadualizado para os trabalhadores de Santa Catarina.
O Deputado praticamente já declarou ser contrário ao projeto. Segundo Hinning, isso traria graves consequências para os empresários catarinenses, e que isso acarretará demissões dos trabalhadores. Em palestra realizada na sede da OAB, em Florianópolis para advogados, o Deputado não poupou críticas ao projeto, e criticou também a redução da jornada de trabalho.
O nobre Deputado está sucumbindo à pressão dos patrões a quem ele realmente deve seu mandato. A população palhocense tem que ficar atenta e dizer ao Deputado que nas eleições de 2010 ele que vá pedir voto nas portas dos empresários.
Gilmar de Paulo (Por e-mail)


|Opinião do leitor|

Agradecimento

Venho por meio deste agradecer  a equipe do Jornal Palhocense pelo apoio que vem dando ao projeto Genomacolorado na sua divulgação, trabalho esse que muito nos orgulha. Nossa dedicação não tem hora  para começar e terminar. Sabemos que o pouco que estamos fazendo mais tarde vai refletir na vida dessas crianças. E vocês, do Jornal Palhocense, fazem parte deste trabalho. Estamos só no começo, sabemos que a caminhada é longa, e vamos nos apegar  a Deus para  seguir em frente, superando os  desafios do dia-a-dia. Abraço e sucesso.

Equipe Genoma (Por e-mail)


|Opinião do leitor|

Buracos

Quando é que a prefeitura de Palhoça vai criar vergonha e arrumar a estrada geral da Barra e outras que estão uma buraqueira só? Será que esta produção de buracos faz parte do título obtido (não se sabe como) da Cidade Mais Dinâmica??? (Imaginem as outras cidades). Vão acabar com a Palhoça, enchendo de prédios e loteamentos sem ter infraestrutura. É lamentável! Teremos que esperar mais quatros anos para ver se teremos algum político que realmente pense e justifique o slogan “Bela Por Natureza”.

Rosimar J de Espíndola (Por e-mail)


|Opinião do leitor|

Segurança

Venho por meio deste relatar um fato que vem prejudicando a imagem de nossa queria Cidade, e mais, tornando-a menos atrativa para profissionais e futuros profissionais que aqui procuram formação, principalmente acadêmica. Estou presenciando uma grande queda no número de estudantes da Unisul, na Pedra Branca, e gostaria de relatar o alto índice de desistências de acadêmicos.
Isso, segundo pude captar, vem da falta de segurança, principalmente próximo à universidade, como nos bairros Passa Vinte, Jardim Aquárius e Eldorado. Constatei isso quando, no semestre passado, ao dar carona a um colega de meu filho até sua casa, testemunhamos um assalto a um estudante - e isso em uma rua que dá acesso à rua principal que leva ao campus.
Meu filho, que é estudante na parte da noite da universidade, contou que três de seus colegas que estavam estudando à noite na Unisul, vindos de outras cidades, decidiram cancelar seus cursos em Palhoça pela falta de segurança, exclusivamente na parte da noite.
E eu também posso confirmar essa falta de segurança, pois, ao buscar todos os dias meu filho vejo muitos estudantes vindo a pé para suas casas e nunca vi uma viatura da polícia local fazendo uma ronda nos arredores e muito menos na via principal de acesso ao campus.
Gostaria de usar esse forte meio de comunicação de Palhoça para alertar e abrir os olhos de nossos administradores frente a esse problema, pois são esses estudantes que farão nossa cidade crescer como desejamos, e um pouco de cuidado para com eles é essencial. Muito obrigado.

Tonny Fortari  (Por e-mail)


|Opinião do leitor|

De Palhoça para o mundo

Olá! Meu nome é Rafael, vivo em Luxemburgo (Europa), e resolvi abrir algumas páginas de jornais do Brasil, e cheguei aqui na vossa. E por que resolvi escrever? Bem, casei com uma garota do bairro Rio Grande, então resolvi trazer ela para perto de mim, é claro. Então tudo que diz respeito a Palhoça ou região fico contente em informar para ela. Fica aqui o meu abraço. Com os melhores cumprimentos.

Rafael Rodrigues Souza  (Por e-mail)


|Opinião do leitor|

Salário servidores

Estou pensando onde gastarei o gordo aumento (1,50%) que o prefeito da 25ª cidade mais dinâmica do país deu a nós servidores municipais. Servidores bananas que nada fizeram, aceitando tudo de mãos postas e dizendo: “Amém Reinério”. Enquanto isso, os habitantes do palácio Ronelândia, aos risos, nos dizem: “Servidores, bananas pra vocês em agosto, outubro e novembro!”. “Amém!”
Valdete Botelho (Por e-mail)


|Opinião do leitor|

TV Câmara

Quero parabenizar o poder legislativo municipal de Palhoça pela implantação da TV Câmara. Através deste recurso nós palhocenses podemos acompanhar e fiscalizar as atividades parlamentares de nossos representantes. Lamento que só agora tenha sido implantada a TV via internet, visto que desde 2005 o ex-vereador Manoel do PT já vinha pleiteando a implantação da mesma. Cabe a nós, cidadãos palhocenses, nos fazermos presentes e atentos aos nossos representantes na Câmara e agora também via internet, pela TV Câmara.
Jorge Lino Piheiro (Por e-mail)


|Opinião do leitor|

Trânsito

Palhocenses, sabem por que não estão sendo pintadas as faixas de pedestres e lombadas? Se você verificar todas as faixas estão escuras. Os carros não param mais para os pedestres e nas lombadas estão passando a mais de 80 km/hora. O motivo é que está faltando tinta e rodinho na prefeitura para pintar. Isso é uma brincadeira de mau gosto! Quando acontecer um acidente aí vão para a TV dizer que não sabiam... Vamos se ligar!
Hernani Luis Barbosa (Por e-mail)


|Opinião do leitor|

Comentário

Quero somente deixar registrada minha admiração e respeito ao grande mestre Rui Guimarães por seus comentários inteligentes, direcionados ao futebol catarinense e Brasileirão. Não perco seus comentários!
Carlos Alberto de Souza (Por e-mail)


|Opinião do leitor|

Honestidade

Quero alertar o pessoal das comunidades que na praia do Sonho existe um estabelecimento onde você pega a mercadoria na gôndola por um preço e quando chega no caixa bate outro preço. Cuidado! A honestidade adquirimos desde criança, só que nem todos sabem o que é isto. Muita atenção nas compras e exija os seus direitos de cidadão. E quero agradecer este maravilhoso jornal pela eficiência e responsabilidade.

Araci Predebom Gerunto (Por e-mail)


|Opinião do leitor|

Palhoça em vídeo

Parabéns por mais esta iniciativa. Num mundo atual de câmeras e celulares digitais, será um grande estreitamente com a população. Tenho certeza que vai ser um sucesso! Gostaria de sugerir uma coluna para as comunidades, onde os representantes de associações, ações sociais, centros comunitários, clubes de futebol possam falar de coisas que acontecem na sua localidade. Um grande abraço!!
Adriano Mattos (Por e-mail)

Parabéns à equipe do jornal pela criatividade recém lançada!
Nilsonei - Auto Escola Dinâmica (Por e-mail)

Parabéns pela iniciativa e com certeza nós do esporte estaremos colaborando com vocês. Abraço,
José Virgilio Junior
Atleta e técnico de Natação
Presidente do Instituto Atletas da Natureza (Por e-mail)

Parabéns Alexandre e equipe! Este é mais um motivo de orgulho para nossos palhocenses; poder acessar nosso jornal mesmo estando longe em viagem de trabalho ou lazer. Sucesso!
Carlos Wolff (Por e-mail)


|Opinião do leitor|

Fila na BR 282

Quero parabenizar o Orildinho (Cabeção) e fazer uma pergunta: quando é que vão dar uma olhadinha naquela fila todos os dias na BR 282, especialmente no túnel que liga Palhoça a Santo Amaro da Imperatris? Aquilo é uma vergonha. Êta! Os políticos de Palhoça só querem se eleger, são uns cacos.
Lourival J. Melo (Por e-mail)


|Opinião do leitor|

Trânsito

É um absurdo, uma vergonha, uma aberração o trânsito do Centro de Palhoça. Acabei de chegar em casa após levar 30 minutos da ponte de pedra (Rua Rodolfo Scheidt) ao Posto de Saúde ao lado do Comper; e depois mais 20 minutos para voltar nesta sexta-feira, dia 07 de agosto. É impossível os nossos governantes não verem este caos. Será que estão cegos? Ou surdos?
Palhoça não tem condições para receber mais empreendimentos, mais condomínios, em suma, mais moradores enquanto não houver estrutura para isso, principalmente se tratando do trânsito.
É revoltante ver a baderna em que se encontra o Centro de nossa cidade e o desprezo das autoridades diante de tantos pedidos para a modificação e estruturação do trânsito. Sinceramente, não aguento mais morar no Centro da cidade e levar tanto tempo para me deslocar. Estou cansada de falar, ouvir outros falarem e os responsáveis não darem ouvidos. Estamos em meio a uma “pandemia” de cansaço e raiva em relação ao trânsito, e não estamos vendo remédio ou vacina para a cura deste mal. Queremos providências! Não foi por acaso que votamos nos senhores!
Erika Hoepers Zanella e Silva (Por e-mail)


|Opinião do leitor|

Pedágio

Desinteresse pela isenção do pedágio. Alguém me explique, por gentileza, onde estão os moradores da região de Palhoça protestantes pela isenção do pedágio, se no cadastramento dos que se “qualificariam” para a tão aclamada alforria apareceram apenas menos de 10 % do que realmente se esperava de usuários efetivos?? Pra mim há somente duas justificativas: 1- os moradores são uns frouxos que não foram capazes de usufruir de um direito que lhes foi garantido depois de tanto enfrentamento pra conquistar. 2 - O protesto tinha mais cunho eleitoreiro dos que o pleitearam junto ao governo, com a intenção de se aparecerem e mostrar para a população que estão “trabalhando” pelos direitos de seu eleitorado. Se houver uma terceira razão provável então por favor tentem me convencer.
Dalnei de Assunção de Castro (Por e-mail)


|Opinião do leitor|

Segurança

É vergonhoso o Prefeito Ronério vir até esse jornal para comemorar que Palhoça é uma das cidades mais seguras da região. Esses dados divulgados pela secretaria de segurança...mas segura onde? Na ponte assaltos diários no comércio, até no próprio centro do município assaltam quiosques ao lado do posto policial; nas praias (Pinheira, Praia do Sonho, Guarda, Ponta do Papagaio); ratos “ladrões” arrombam casas sem problema algum. Na Barra e no Bela Vista o tráfico de drogas acontece à luz do dia, sem falar nos bairros Frei Damião, Brejaru e Laranjeiras, que todos os dias estão nos noticiários policiais. Isso é alguma novidade ou estou mentindo? Prefeito e vereadores: chega de hipocrisia! Vão falar menos e trabalhar mais. Quero parabenizar ao João por nunca fugir da verdade e sempre passar transparência ao leitor.
Rodrigo (Por e-mail)


|Opinião do leitor|

Clínica Ciências

É um absurdo o tempo que se leva pra ser atendido na Clínica Ciências de Palhoça, demora mais que o SUS, sem contar ainda que depois do atendimento ficamos à mercê dos médicos que se acham no direito de atrasar à vontade e ainda dar preferências a quem vai chegando depois. Deveria haver mais fiscalização por parte do CRM para que esses profissionais deem mais atenção aos clientes. O jeito é procurar alternativas.
Marcos Cardoso Canto (Por e-mail)


|Opinião do leitor|

Sinalização Sul

Aproveito este espaço para alertar o DNIT ou Polícia Rodoviária Federal para rever a sinalização de faixa e quilometragem no sentido sul. Exemplo: tem placa indicando 40 km onde se pode andar até 80 km. Uma diz 40 km em 100 metros outra diz 60km, em seguida diz 40 km novamente... É uma bagunça, quando não é deixado pela responsável da duplicação em não recolher tais placas de velocidade de alerta provisório. Exemplo: um aviso no morro do Cambirela indica 40 km, mas uma carreta carachata colou na minha traseira a essa velocidade e com buzina aberta para eu sair da frente. Sei que podemos andar a até 80 km, agora se dá um acidente quem se arromba sou eu por desobedecer tal sinalização! E as conseqüências, como ficam? Porque se ando o além, a PRF, escondida como sempre, multa. Acho melhor a mesma verificar estas sinalização porque está no código de trânsito (art. 88). Isso que presenciei não é só aqui, mas de Florianópolis a Tubarão, por onde trafego constantemente.
Tadeu de Souza Blazius (Por e-mail)


|Opinião do leitor|

Escolinha do Guarani

Revendo as fotos deste jornal na edição nº 190 me emocionei por demais, quando lendo e relembrando das manhãs de sábado onde participávamos da Escolinha do Vasquinho do Dr. Juarez. Eram muitas crianças todas super felizes, ansiosas, esperando o sábado chegar. Muitas amizades foram construídas e saudades deixadas.
Me lembro que me antecipava já na sexta-feira quando o Dr., com seu belo Opala 73, ia no posto de meu pai abastecer e assim garantia minha vaga, e dizia: “Dr. vou jogar amanhã, né?”. Ele, muito inteligente e educado por demais, respondia: “É logico, tu és o meu melhor volante, meu marcador nº 1, como vou te deixar de fora?”. Mas com o Dr. ninguém ficava de fora, bastava ser educado e disciplinado, educação acima de tudo. Aprendi muito além do futebol, muito, muito mesmo. Por isso eu e centenas de crianças só temos a agradecer. Obrigado Doutor, com carinho ao Mestre Doutor.
Estefano Broering (Por e-mail)


|Opinião do leitor|

Restaurante Popular

Lendo o jornal do dia 30/07, em que diz: Restaurante Popular Continua Vazio. É, e continua mesmo; os pinóquios continuam levando o povo no bico. Agora querem manter regras somente para eles. Nesse sobe e desce quem sofre é o povo, que para eles é um simples alguém no meio de toda uma multidão. Vem novamente mencionar um novo prazo, dá para acreditar?
Lauro Leotilio de Melo (Por e-mail)


|Opinião do leitor|

Esclarecimento

O jornal Palavra Palhocense esclarece que as fotos utilizadas na matéria “Gripe A: Palhoça já tem casos suspeitos”, veiculada na página 03 da edição 190, têm cunho ilustrativo e que, assim como já identificadas em suas respectivas legendas, mostram apenas o atendimento médico em postos de saúde do Município. Quanto ao texto, não há qualquer erro de informação. (O Editor)


|Opinião do leitor|

Esclarecimento

Referente à notícia na edição passada que o suplente de vereador Marquinho era presidente do partido e não sabia! Realmente isto aconteceu; trata-se de uma indicação acontecida na época, e por falha da executiva estadual nunca fui informado. Mas quero agradecer a executiva estadual pela confiança a mim creditada e deixo claro a todos os filiados do DEM que estou aguardando um pronunciamento da executiva estadual para esclarecer este ocorrido. Assim sendo, ficamos à disposição dos ilustres palhocenses para prestar melhores esclarecimentos. Quero informar que em breve teremos muitas novidades no DEM de Palhoça e aproveito para agradecer ao trabalho prestado do presidente, que nos antecedeu vereador Nazareno Setembrino Martins.
 Antonio M. do Nascimento (Marquinho)  Pres interino DEM de Palhoça


|Opinião do leitor|

Cadastramento pedágio

Quero mais uma vez parabenizar este jornal, um trabalho de qualidade com direito democrático para o cidadão se expressar. Mas e daí? Fizeram um “auê” do pedágio, mas por que será que estava previsto 14mil para recadastramento e só apareceram menos de 400 moradores? Não adianta só reclamar. Primeiro temos que cumprir com nossos direitos e deveres de cidadão. Uma cidade para crescer precisa de arrecadação de impostos em dia. E então podemos reivindicar mais benefícios, caso contrário, é impossível administrar uma cidade 100%. Parabéns, não preciso falar mais nada. Obrigado e um forte abraço para todos.
Araci Gerunto (Por e-mail)


|Opinião do leitor|

Pavimentação

Os moradores da Rua Doutor Pedrinho, no Bairro Bela Vista, estão indignados pela discriminação sofrida, pois parte da rua recebeu o prometido calçamento enquanto a outra parte continuará a caminhar pela lama. Será que é retaliação política de um determinado vereador da região, que disse que o calçamento somente seria realizado se os moradores votassem nele?  Esperamos  que essa injustiça seja reparada em breve.
Francisco Sales (Por e-mail)


|Opinião do leitor|

Buracos

Conforme contato com este Jornal, vim há tempos atrás fazer uma reclamação da Prefeitura Municipal de Palhoça, referente à Rua Ervino Scheidt. Faz exatamente dois anos que para lá me mudei. E por incrível que pareça nesses dois anos “nunca, jamais, never” apareceu algum funcionário da referida Prefeitura nesta rua, seja para varrer, limpar, capinar, ou seja lá o que for. Algum tempo atrás uma empresa foi lá, não sei a mando de quem, e esburacou a rua deixando-a pior do que já era. Está uma verdadeira bagunça, e ficou por isso mesmo. Então, sendo assim, peço encarecidamente que alguém responsável por este setor do referido órgão tenha a bondade de por lá passar e conferir o belo trabalho feito pela referida empresa, e lógico, dê uma SOLUÇÃO.
Marcos Renato da Silva Bonelli (Por e-mail)


|Opinião do leitor|

Indignação

Fico indignado ao saber do desespero que estão vivendo aquelas 60 (sessenta) famílias de Palhoça, que já passaram por uma situação desumana ao deixarem suas casas em virtude das fortes chuvas no final do ano; e agora novamente encontram-se em situação semelhante, pois terão que deixar seus lares por incompetência da atual Diretora de Habitação, Sra. Silvia Knabem. Será que 06 (seis) meses não foi tempo suficiente para resolver o problema ou o que falta e competência? Olha, Senhor Prefeito, com essa gente administrando Palhoça essa não é a Cidade Mais Dinâmica do País.
Flavio Garcia (Por e-mail)


|Opinião do leitor|

Centro de Saúde Médio Aririú

É com grande alegria e esperança que recebemos o anúncio do Senhor Prefeito que serão investidos cerca de R$ 500 mil na reestruturação do Centro de Saúde do Médio Aririú (informação do site da Prefeitura de Palhoça). No entanto, não podemos deixar de parabenizar os membros do Conselho Local de Saúde do Aririú, por mais essa vitória, tornando esse Conselho um exemplo a ser seguido pelas comunidades Palhocenses na construção de uma democracia participativa. Faz bem resgatar a história dessa entidade: o Conselho foi estabelecido há 03 anos e vem sendo um instrumento importantíssimo para os moradores do Aririú no diálogo com o poder público. Entre as reivindicações gostaria de salientar a marcação dos exames no próprio Posto do Aririú, os vários encontros com as autoridades de Saúde para relatar os nossos problemas e o trabalho mais recente, que foi o levantamento socioeconômico da região do Aririú, motivando a organização de um abaixo-assinado para a ampliação do Centro de Saúde do Aririú, documento este que foi entregue para o Secretário de Saúde de Palhoça. Que agora parece ter dado seu fruto.
No entanto, caros membros do Conselho Local de Saúde do Aririú o compromisso pela causa de saúde continua, faz-se necessária a fiscalização na aplicação correta do referido recurso e a busca de um atendimento de saúde regionalizado no Grande Aririú. Caros conselheiros e conselheiras, somos gratos pelo testemunho de perseverança.

Sandro Luís de Oliveira - Morador do Aririú - sandroaririu@ig.com.br


|Opinião do leitor|

Promotor

Está trocando de Comarca o Promotor de Justiça da Curadoria da Moralidade Administrativa e Cidadania, Raul de Araujo Santos Neto. Agradecemos pelos relevantes serviços prestados a cidade de Palhoça, onde vários Termos de Ajustes de Condutas o mesmo firmou entre Ministério Publico e Administração Municipal. Sabedores que somos, gostaríamos que o mesmo fechasse com chave de ouro a sua estada neste Município, dando prosseguimento à moralidade apreciando e julgando outros casos ainda pendentes nesta promotoria.
Podemos citar alguns como: a) O caso a Águas de Palhoça e Casan, que para a população caracteriza apropriação indébita coletiva, pois pagamos em dia as contas e a mesma não é repassada para a Casan. b) Merenda escolar com desvio de R$ 1,37 milhão, c) Contas rejeitadas pelo T.C. desde 2005, d) Contratação de ACT em todas as Secretarias Municipais, e) ONG (APAV), onde Primeira-dama é a presidente e a mesma funciona dentro do Gabinete do Prefeito. f) As denúncias feitas pelo Vereador Pitanta.
Diante dos princípios da legalidade, impessoalidade, moralidade e eficiência, desde já agradecemos pelo dever cumprido e desejamos todo o sucesso na sua nova empreitada .
Rogério Enoch Rech (Por e-mail)


|Opinião do leitor|

Pedágio 1

É um absurdo a cobrança do pedágio, pois além de ferir o princípio do código tributário nacional, no que tange a bi-tributação, tira também o direito de ir e vir.
Carlos
(Por e-mail)


|Opinião do leitor|

Pedágio 2

Caro amigos leitores deste jornal: é incrível a capacidade de nossos políticos acharem que só soubemos digitar o número dos candidatos e confirmar e não saber mais nada do que acontece no meio da política.Eu estava lendo no site da prefeitura uma matéria falando a respeito da preocupação do prefeito sobre o baixo interesse no cadastramento de isenção de veículos.Talvez seja por ficarem indignados com a esperteza do mesmo em se aproveitar de uma desgraça na política municipal para botar o IPTU de quem está atrasado em dia na marra; e também por o povo saber que qual prefeito sabe da obra que está passando por seu município, seja ela estadual ou federal, e o mesmo veio a público dizer que não sabia.
As vias estavam sendo feitas antes mesmos das obras da duplicação, pois foi ali o começo da obra.Eu prefiro voltar pro jardim de infância ao ler e ver o resto de nossos políticos de Palhoça.Espero que minha geração mude o pensamento dos pré-históricos.
Fernando Azevedo
(Por e-mail)


|Opinião do leitor|

Correção

Na nota “Concurso vai eleger desenho entre estudantes”, veiculada na edição 188, o nome correto da pessoa para contato é “Assunta” e não “Sunta” como foi publicado por erro de digitação. Também, quando se refere ao objetivo do Conselho, o correto é “controlar a política de Educação no Município”.


|Opinião do leitor|

Mostra de cinema Infantil

Obrigada aos  membros da diretoria do C.R. 7 de Setembro, principalmente  ao presidente Eduardo Wiethorn, que pelo  2º ano  consecutivo, disponibilizou  o salão de festas para  se transformar em sala de cinema e encantar  1.300 crianças que foram atendidas durante a II Mostra Itinerante de Cinema Infantil. Queremos parabenizar as escolas Venceslau Bueno, Roda Pião, Modelo, Pedro Ivo, Elcana e João Paulo de Senna, cujos diretores e professores não mediram esforços  e levaram seus alunos  até o C.R. 7 de Setembro. Infelizmente, a greve de ônibus impossibilitou  que   600 crianças  previamente agendadas (Fucabem, Ivo Silveira, Daniel Weingarttner e Antonieta Silveira de Souza)  desfrutassem  desta ação cultural gratuita. Esperamos contar com  estas parcerias  novamente em 2010.
Jeanine Nahas
Coordenadora  da Mostra Itinerante-Palhoça


|Opinião do leitor|

Ponte da Guarda do Cubatão

Após a reforma e pintura da ponte da Guarda do Cubatão, o prefeito Ronério mandou iluminá-la. Ficou linda! Muitas pessoas mudaram o percurso da caminhada a noite, somente para chegar perto da ponte e vislumbrar o magnífico cartão-postal.
Infelizmente, senhores, vândalos, pessoas sem um pingo de consideração com o dinheiro público, estão destruindo as luminárias e a ponte está perdendo o brilho.
Motoristas de carros e motos fazem questão de ir arrastando as luminárias, só pelo prazer mórbido de estragar, de destruir. É revoltante! Gostaria de pedir ao prefeito Ronério, em nome das pessoas que, como ele, gostam de apreciar o que é bonito e valorizar o que é realizado com o dinheiro público, que se for possível, solicite a empresa que instalou as luminárias, que coloque as que restaram quem sabe nos cabos que ficam no alto da ponte, pois talvez no alto, os idiotas que gostam de destruir não o consigam com tanta facilidade. Atenciosamente,
Cleide Souza Campos
(Por e-mail)


|Opinião do leitor|

Beltrano

Boa tarde a toda equipe do jornal Palhocense! Gostaria de parabenizá-los e  dizer que, cada vez que sai o jornal, procuro parar um pouco e dedico-me à leitura.
Gosto muitíssimo da Coluna do Beltrano, escrita por nosso grande escritor João. A primeira coisa que me ocorre é agilidade. O texto é maravilhoso, com uma linguagem simples e clara, resultando numa combinação que leva o leitor em frente, arrasta-o. Lê-se com vontade e até com belas gargalhadas. Parabéns João, Palhoça merece  mesmo grandes escritores como você.
Angélia de Souza


|Opinião do leitor|

Rui Guimarães

Lendo seus artigos da semana passada concordo plenamente com você! Enquanto algumas pessoas fazem de tudo para serem marcantes, outras agem naturalmente e se tornam inesquecíveis! Serei sua leitora assídua.
Gianne L.Ferreira - MG
(Por e-mail)


|Opinião do leitor|

Transporte

Parabéns, este jornal vai longe! Quando se faz um serviço de qualidade e honesto temos bons retornos. Gostaria de dar uma opinião. Prestem bem atenção no que está acontecendo com o povo que depende de transporte para se locomover para seus afazeres do dia-a-dia; já é a segunda vez que alunos perdem escola, pessoas não podem ir ao trabalho, outros nem ir ao médico, que se lixem. Falta pouco para as eleições e mais uma vez, meu povo trabalhador, vamos escolher pessoas que realmente se preocupam com o nosso dia-a-dia. O ano de 2010 está chegando. Reflitam e lembrem do que estão fazendo com a gente. Um forte abraço.
Araci Gerunto(Por e-mail)


|Opinião do leitor|

Reconhecimento

Ocupei este espaço de opiniões por várias vezes para fazer críticas à administração municipal de Palhoça, diga-se, ao prefeito e secretarias afins. É verdade que todas as críticas aqui por mim colocadas, a meu ver, foram no sentido de construir (críticas construtivas). Também é verdade que muitas carências que aqui citei não foram supridas pelo poder municipal. Entretanto, tenho que reconhecer que algumas reivindicações aqui colocadas, hoje encontram-se atendidas, mesmo se tratando de uma obrigação para com os palhocenses. A pavimentação de ruas tais como: Nossa Senhora de Lourdes, Elza Soares, Capistrano, Rodolfo Sharff, que há várias administrações vinham sendo reivindicadas, hoje já é realidade. Por ter livrado da lama os moradores do loteamento Esplanada II (exceto quem mora na Av. dos Ipês) deixo aqui o meu reconhecimento pelos serviços prestados à comunidade.
Neri Antônio
(Por e-mail)


|Opinião do leitor|

Restaurante da Barra

Sou morador da Barra do Aririú. Gostaria de perguntar ao Presidente da Associação  do bairro, quando voltará a funcionar o restaurante comunitário. É que após as eleições o presidente atual falou que em março estaria funcionando. Agora pergunto: em março de que ano? De 2009 é impossível! O povo não suporta mais esta situação.  Vamos ser honestos! Então mantenham a palavra!
Lauro de Melo
(Por e-mail)


|Opinião do leitor|

Parabéns

Aproveitando o espaço, gostaria de parabenizá-los pelas três comemorações que vocês receberam: ao Alexandre, por esta pessoa competente que é e por ser eleito vice-presidente da Adjori/SC Grande Florianópolis; para a Mariana pela passagem de mais um aniversário e pela honra ao mérito que o jornal recebeu. Desejo a esta equipe todo o sucesso, vocês merecem.
Marlene Guarezi
(Por e-mail)


|Opinião do leitor|

Cinema infantil

Parabéns a quem realizou a Mostra de Cinema infantil aqui em Palhoça. Meu filho ficou encantado e adorou que teve pipoca. Já está perguntando quando terá mais cinema.
Samantha Zambon
(Por e-mail)


|Opinião do leitor|

Bela por Natureza

Palhoça continua bela somente por natureza, mas tem políticos que também continuam os mesmos, negociadores por natureza. Tem um político, com vários anos de mandato, Pitanta, que já poderia requerer aposentadoria por tempo serviço, vive jogando cacaca no ventilador, fazendo várias denúncias, via jornais e tribuna da Câmara, contra o Prefeito e afirmando que tem todas as provas, o que, aliás, sempre aconteceu com todos os prefeitos anteriores.
Mas onde foram parar todas as provas? Será que foram arquivadas ou negociadas? Na primeira semana de maio o mesmo político fez novas denúncias, que foram gravadas, e afirmou já ter levado as provas ao Ministério Público de Palhoça, e se desta vez o mesmo não tomar providências, vai levar as denúncia ao Centro das Promotorias. Afirmou ainda que podem cobrar dele se souberem que ele usou as provas para negociar. Agora sim eu acredito, não nele, mas no Ministério Publico, que com tantas provas em suas mãos, deverá
ao menos iniciar uma investigação e levar a público como está sendo administrado o dinheiro público. Com a palavra, a Promotoria e também o Sr. Prefeito - achamos estranho o silêncio do Prefeito, pois quem cala consente.
Rogério Enoch Rech
(Por e-mail)


|Opinião do leitor|

BR 101 e comunidades

Gostaria de refletir a respeito da duplicação da BR101. Que as comunidades vizinhas tenham alguns transtornos durante a execução desta obra, isto é aceitável, porém é inaceitável as condições em que nós, moradores da comunidade dos Pacheco, estamos vivendo ao longo de todo esse tempo. Percebe-se a falta de preocupação por parte das empresas responsáveis por esta obra. A comunidade se sente abandonada, sem ter a quem recorrer.
Osmar Vieira (Por e-mail)


|Opinião do leitor|

Som volante

Nós, do LM Som Volante, pedimos este espaço ao Jornal Palhocense não para dizer que como está tá certo. Não. Mas para dizer que o som volante  feito de maneira responsável, respeitando as leis municipais, vem a ser útil à população. Cito exemplos da divulgação de diversos bingos beneficentes, que semanalmente são realizados em Palhoça e quase que exclusivamente divulgados por meio de som volante, devido ao seu baixo custo.
E hoje em dia o som volante se tornou um meio de vida para muitos de nós Palhocenses. Não estou defendendo o volume alto nas ruas, e nem tão pouco concordando com pessoas que, tendo o seu trabalho, usam seus tempos de folga para fazer do serviço do som volante uma forma de fazer biscate, andando desordenadamente pelas ruas de Palhoça.
Estou lutando por pessoas que levam a sério essa profissão, levando a informação de maneira correta e precisa a toda a comunidade Palhocense, sem que isso venha incomodar ao nosso povo tão querido de Palhoça.
De nossa parte, LM Som Volante,  continuaremos trabalhando, como estamos fazendo há mais de 3 anos, respeitando aqueles que contratam nossos serviços e por outro lado respeitando a todos aqueles que vamos levar a informação.
E pedimos a compreensão da população, pois ali na frente daquela moto ou dentro daquele carro de som não tem ninguém com a intenção de prejudicar, mas sim alguém que debaixo de chuva ou de sol executa este serviço para poder sobreviver.
Obrigado ao jornal Palhocense por este espaço e a todos que respeitam nossa profissão.
Luiz Gonzaga Melo.
LM Som Volante


|Opinião do leitor|

Pedágio

Eu leio e ouço que os políticos e a população em geral estão levantando a bandeira para encerrar a cobrança do pedágio. Até concordo com isto, pois a duplicação da 101 não está pronta. Mas por que não levantam a bandeira para trocar o pedágio pelo IPVA, pois isto é dupla taxação de imposto, e o IPVA foi instituído para a conservação das estrada. Então tirem o IPVA e estará resolvida a questão.
Wanderley (Por e-mail)


|Opinião do leitor|

Descaso policial

No dia 22/06, por volta das 19:00h, meu estabelecimento que está em reformas foi assaltado por dois elementos que foram vistos por pessoas que trabalhavam no local. Em seguida fui comunicada do ocorrido e entrei em contato com a polícia através do 190, que disse que iria enviar uma viatura.
Como tinha pressa, fui ao posto policial ao lado da Igreja, no centro da cidade de Palhoça. Quando cheguei os policiais conversavam com duas mulheres e pouco interesse demonstraram quanto a minha solicitação em ir atrás dos elementos. Depois de insistir, dois policiais saíram de moto e fizeram a ronda. Até então nada de viatura.
Gostaria de criticar construtivamente a polícia em Palhoça quanto a sua forma de proteção aos cidadãos que merecem melhor atenção, respeito e patrulhamento da cidade, e não apenas fazer seu trabalho de multar e tumultuar o trânsito, que já é bastante complicado.
Isabel Cristina Costa Paes (Por carta)


|Opinião do leitor|

Mais policiamento por favor!

Sou moradora da Rua Praça XV de novembro, no Centro de Palhoça, e gostaria de urgentemente solicitar a atenção do Comando da Polícia Militar para os frequentes assaltos à luz do dia aos adolescentes e crianças que brincam nas imediações e na citada praça. Só na semana que passou foram dois casos.
Em um deles um adolescente foi abordado na pracinha e teve seu celular e boné roubados com a maior tranqüilidade; e no outro dois meninos de mais ou menos 13 anos foram abordados por outros dois rapazes da mesma idade, sendo que um deles foi agredido e teve sua bicicleta roubada.
Há alguns dias, duas adolescentes, também nas imediações, tiveram seus celulares roubados através de agressões. Não sou muito entendida dessa área, mas acho que deveria ter, por menor que fosse o tempo, a permanência de Policiais no endereço citado. Sei que existem problemas, como poucas viaturas e policiais, mas quando tem um pedido de socorro deveriam dar uma atenção. Obrigada e parabéns pelo sucesso do jornal.
Bianca Luchi Bartucheski
(Por e-mail)


|Opinião do leitor|

Outro mundo possível

No grande cenário de crise global que estamos vivendo, divulgada aos quatro cantos do planeta como uma “crise econômica”, devemos ter a coragem de nos perguntar: a crise desse início de século é somente uma “crise econômica”? Digo somente econômica pelo fato dos meios de comunicação mundial focarem os problemas financeiros desse momento: desaceleração na produção automobilística, pacotes de investimento governamentais aos agentes financeiros privados; queda do consumo; falta de investimento nos setores essenciais para o cuidado da vida humana: saúde, educação e lazer público. Ir além do que está colocado, “crise econômica”, é ter a coragem de descobrir o novo que a crise possa revelar.
Nesse salto de coragem cabe a ousadia de perceber que estamos vivendo um fim de mundo. Fim de mundo! Sim, um modo de percepção da vida, faz acontecer um relacionamento entre os seres viventes que estabelece um mundo, ou seja, modo de viver a vida. E nosso modo de viver a vida está alicerçado na seguinte percepção de vida: “…o mundo roda em torno da economia e a economia gira em torno do mercado, isso significa que este, revestido de caráter idolátrico, paira acima dos direitos das pessoas e dos recursos da Terra. Apresenta-se como um bem absoluto. Decide a vida e a morte da natureza e da humanidade” (Frei Beto).
Esse é o mundo que está no seu limite. Está em nossas mãos escolher a vida ou a morte, ou seja, iniciamos o sepultamento desse mundo ou vamos colocá-lo na UTI. E desse modo criamos uma sobrevida para o “mundo do econômico” e assim podemos em um período muito breve chegar juntamente com este mundo a um fim da espécie humana.
No entanto, para não sermos pessimistas temos que entender que a situação que estamos vivendo é sem dúvida de crise, e a crise não é tragédia, é urgente deixar nascer uma nova concepção de mundo para que possamos sair mais fortes. Pois é chegada a hora de tornarmos adultos diante da vida. E assim, incorporar um novo olhar sobre a terra. E o primeiro passo é inquietar-se e deixar nascer um novo mundo diante do atual que devemos ter a coragem de sepultá-lo. Viva saudavelmente o fim do mundo para que não corramos o risco de destruir a vida criada que habita os recantos do universo.
Sandro Luís de Oliveira - Filósofo e Educador
Sandroaririu@ig.com.br


|Opinião do leitor|

Com o fechamento da Saibrita será que não sobrou dinamite para o pedágio? Ainda tem gente dizendo que o Presidente Lula não vendeu nada do País; e a Ideli Salvati será que vai estar presente no protesto? Êta povinho medíocre que reserva até troquinho para pagar o tal pedágio em vez de uma nota de R$ 100.
Tadeu de Souza Blazius
(Por e-mail)


|Opinião do leitor|

A Sombra da Ditadura Ainda Persiste:

A Concessionária Autopista Litoral Sul, além de cobrar pedágio dos trabalhadores e moradores em geral do município de Palhoça, agora, com o aval da Justiça, tenta de todas as formas impedir que representantes das comunidades afetadas com a instalação da praça de pedágio no meio do município, venham se manifestar publicamente contra a cobrança.
O fato vem ocorrendo como forma de intimidação e perseguição, pois basta dar uma entrevista para qualquer meio de comunicação que a concessionária ingressa com processo na Justiça, solicitando a proibição de qualquer manifestação contra a cobrança.
Falo do Interdito Proibitório impetrado pela concessionária no dia 18/06/09, sob nº. 045.09.006172-6, contra a minha pessoa pela segunda vez, pelo simples fato em conceder uma entrevista, a pedido do Jornal Bom Dia Santa Catarina, no dia 17/06/09, onde me manifestei contrário à cobrança do pedágio aos moradores de Palhoça, bem como da interdição com muretas de concreto dos acessos ao bairro Aririú da Formiga e Guarda do Cubatão, localizados em frente ao Posto da Polícia Rodoviária Federal.
Estamos vivendo uma situação onde o direito de se manifestar contra ações praticadas por uma empresa estrangeira, que vem causando transtornos no cotidiano da vida das pessoas de bem, que apenas querem ter o seu direito de Ir e Vir sem comprometer ainda mais o orçamento familiar, estão sendo cerceados.
Isto é uma afronta à democracia, onde o direito a liberdade de se manifestar está sendo ameaçado com imposição de multas pesadas, determinadas pelo Poder Judiciário.
Esta situação relembra um passado triste na história deste país, o regime da mordaça, pois só falta mandar a polícia em nossas casas como era no tempo da Ditadura.
Edson Eugênio da Silva
Morador do Bairro Aririú da Formiga


|Opinião do leitor|

Difícil de acreditar no que acontece no nosso Brasil!

Na última semana foi iniciada a cobrança de pedágio no trecho não duplicado norte/sul da BR 101 em Palhoça, já que a suspensão da cobrança foi negada pela Justiça. Com esta decisão, para nós simples mortais, fica difícil entender nossa Justiça.
Sou contra a cobrança de pedágio, pagamos IPVA e tantos outros impostos, que, aliás, se fosse bem administrados, teríamos verdadeiros tapetes pretos.
 Por outro lado, se o pedágio fosse liberado apenas em um sentido (sul/norte), “até poderia ser entendido”, já que neste sentido, a rodovia está duplicada; mas liberar a cobrança da forma como a rodovia se encontra, sem as melhorias, é pagar para andar em uma rodovia já conhecida como rodovia da morte; pagar para andar em buracos, placas que mudam a todo instante, uma rodovia que está muito longe de ser liberada para a cobrança de pedágio.
 Aqueles que não conhecem o péssimo estado da rodovia no sentido norte/sul deveriam pegar seu automóvel e fazer o trajeto de Palhoça até a entrada da Praia da Pinheira, ou, caso queira, conhecer um pouco mais de buracos. Faça o trajeto de Palhoça até Cabeçudas, em Laguna, com certeza irá encontrar uma infinidade de desvios, imperfeições no asfalto, buracos e calombos que contribuem para desestabilizar qualquer automóvel, isso se não danificar peças.
 Mas apesar de tudo, o que deixa a gente mais triste é saber que o prejudicado é principalmente o povo de Palhoça, por outro lado um povo que não conhece o verdadeiro valor que tem uma manifestação.
Palhoça tem um grande número de pessoas que usam a BR 101 no seu dia-a-dia, por isso gostaria de lembrar que nossos políticos não podem nos ajudar se as pessoas não se manifestarem com relação à sua insatisfação. É muito importante a presença de todos nas manifestações contra esta cobrança absurda.
Henrique Borba
Analista de Sistemas


|Opinião do leitor|

Sobre a cobrança do pedágio:

Eu acho que não tem que isentar toda a população de Palhoça, isso é exagero, quem tem que ser isento é quem mora no lado sul de Palhoça, por exemplo: Praia de fora, Enseada, etc.
Porque quem mora nestes lugares tem que passar pelo pedágio sempre; se precisa de um banco tem que ir em Palhoça, uma loja, um médico, um exame, enfim, tudo. A população que mora em Palhoça só vem para o lado sul por causa das casas de praia, ou seja, eles não são obrigados a ir para o lado sul, é como quem mora em Porto Alegre e grande região, quando os gaúchos vão para suas casas de veraneio eles tem que pagar o pedágio, mas é uma opção deles. Já em Guaíba, que é o mesmo caso daqui, os moradores são isentos, porque em Guaíba não tem nada então eles dependem de Porto Alegre para tudo; os moradores através de contas de luz, água e telefones provam que moram realmente no local e tem a isenção.
Isso é o que tem que ser feito aqui. Os moradores provarem que moram realmente no local e não só tem casa para veraneio e ser isento deste pedágio absurdo. Já que a besteira tá feita é o mínimo que eles podem fazer é isso; isentar pelo menos as famílias que precisam passar pelo pedágio todos os dias, afinal, nós também pagamos IPTU e vamos pensar seriamente se vamos continuar pagando, pois temos que tirar o dinheiro para o pedágio o que não é pouco.
Pense bem nisso, senhor Prefeito de Palhoça: Não é tão pouco IPTU assim; a população excluída de Palhoça é bem grande.
Beatriz Pereira
(Por e-mail)


|Opinião do leitor|

Pedágio & capitalismo:

Embora indignado ao extremo com a cobrança do pedágio na Praça da Palhoça, a partir das 00:00 horas de quarta-feira (17/06), consigo me divertir um pouco ao ver o esperneio de personagens políticas que sempre defenderam, por vezes inconscientemente e até ignorantemente, o fortalecimento do capitalismo na forma mais perversa possível, maximizando o lucro, fazendo os ricos ficarem ainda mais ricos, humilhando os miseráveis, despromovendo a classe média, tornando particular o que é público (lê-se privatizações) e cobrando até os mais sagrados direitos: educação, saúde, segurança, água, só falta cobrar o ar.
Numa sociedade capitalista com liberdade de mercado, neo-liberal, os serviços de qualidade estão à disposição da população, não dá pra negar o avanço da telefonia celular, da internet, do ensino particular, o avanço da ciência e da tecnologia, o tratamento de saúde de primeiro mundo, as novidade de segurança patrimonial com eficientes monitoramento e quiçá rodovias duplicadas, triplicadas, com pistas de rolamentos que parecem tapetes com atendimento a qualquer imprevisto de acidentes ou incidentes.
Embora a Constituição Federal obrigue o governo federal e seus entes federados a disponibilizar aos cidadãos: saúde, educação e segurança entre outros, os compromissos destes governos com grandes empresas e multinacionais, os levam a oferecer estas obrigações de forma desleixada e quanto mais os serviços públicos sofrem com a precarização, mais a população se obriga a usar os serviço privados, eficientes, mas pagos. Assim sendo, nossos governantes geram o filão de mercado que as grandes empresas abocanham.
Se o contrário do capitalismo é o socialismo, se o socialismo tem sido culturalmente rejeitado em nosso país, nos resta prestar atenção nas propostas de governo, nas eleições do ano que vem, e na vida pregressa de cada sigla partidária, para que de alguma forma, se possa minimizar os efeitos perversos deste capitalismo – mais selvagem do que nunca. Ou, puxar para o extremo oposto do capitalismo, o comunismo, vai que desta antítese, resulte uma síntese aplicável ao nosso país e a este povo que não desiste nunca.
(Em Tempo: o esperneio pode ser um teatro, muito bem encenado).

Nelson José de Souza
Sociólogo


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Pedágio 1

“Começa a cobrança de pedágio na BR-101 em Palhoça”. Logo após ler essa manchete num jornal de grande circulação, de sair de minha residência na Praia de Fora e pagar R$ 1.10 (além de ter de esperar alguns minutos para efetuar o pagamento, já que havia apenas cinco cabines em operação), eis que parei para refletir a respeito de como pagamos por todo serviço público e não temos o serviço em troca. Nessas horas vemos que estamos realmente perdidos, quem deveria lutar por nossos interesses - governador, senador, deputado, vereador, prefeito e até mesmo juiz, que está ao lado da lei - não o fazem. É inadmissível que alguém em sua plena consciência autorize a cobrança de pedágio numa rodovia na atual condição em que se encontra. IPVA, Cide Combustível e Pedágio: pagamos três vezes por uma rodovia esburacada e sem sinalização, e não temos outra opção já que ninguém vai colocar sua vida e de sua família em risco, utilizando o único acesso alternativo à cobrança do Pedágio que é uma ponte pênsil que está em péssimas condições de manutenção, e que não serve para tráfego de veículos, onde inclusive existe uma placa que proíbe o acesso de veículos à tal via.
Viva a democracia! Esta para mim foi a gota d’água, realmente estamos num beco sem saída, aliás, com uma saída, pagar e não ter! Poderia ficar aqui falando e argumentando, mas de nada adiantaria, porque até somos ouvidos, mas não atendidos, isso foi um desabafo de uma brasileira que perdeu a esperança, que para ir de sua casa ao trabalho ou ao centro da cidade (que fica a menos de 5 km de sua residência) tem que pagar R$ 1.10 para ir e R$ 1.10 para voltar! A constituição determina como direito fundamental o direito de ir e vir ”é livre a locomoção no território nacional em tempo de paz”, mas aqui só podemos ir e voltar se pagarmos. Hoje é “apenas” mais R$ 2.20 por dia (ida e volta), amanhã ou depois só Deus sabe quanto será.
Elisângela Marques da Rosa Scherwinski (Por e-mail)


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Pedágio 2

Caros amigos: Alguém acreditava que o pedágio não seria cobrado? Será que os nossos políticos ainda acham que somos imbecis? Pensam que realmente acreditamos no que falam? E devo dar um ponto para eles, pois tudo acontece e nada fazemos.
O caso do pedágio já estava encerrado desde que a Empresa começou a construção da praça, o mínimo que esperávamos é que fossem isentos os carros com placa de Palhoça, mas isso já seria demais para eles (os políticos). Querem que a população fique contente com a construção de uma ponte na Guarda do Cubatão. Para fazer esse desvio todo sai mais barato pagar o pedágio... Viram o que fizeram na praça de pedágio? Quem sai da Guarda e quer ir em direção ao sul é obrigado voltar e pagar o pedágio ou ir lá na ponte de arame. Grande alternativa!
 José Alberto - Morador do Pacheco


|Opinião do leitor|

Pedágio 3

Acho ridículo cobrar pedágio do pessoal de Palhoça. E quem vai todo dia em casa almoçar, vocês não pensam nisso? Já penso toda vez que passar por ali ter que pagar.Nem todos têm condições de estar pagando, imagine todo dia R$ 1,10 ou R$ 0,55, duas ou até três vezes por dia... Vocês tem tanta coisa com que se preocupar e se preocupam logo com pedágio. Pelo amor de Deus! Parem com essa besteira, pois isso é uma vergonha e façam o que tem que ser feito. E ainda dizem que Palhoça é Bela por Natureza... que vergonha senhor prefeito!
Gabriela (Por e-mail)


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Esclarecimento

Em resposta à nota intitulada SITRAMPA, na edição de nº. 184, de autoria de Roselandia Laurentino, gostaria de salientar que a nossa sede está arrendada para terceiros com aprovação dos associados e igualmente aprovado pela Câmara de Vereadores, dentro da legalidade. No arrendamento foi construída uma quadra de futebol suíço com grama sintética, tendo um dia e horário específico de uso gratuito mediante agendamento para o time formado por associados. A reserva para uso da sede se dá por reserva antecipada e o valor cobrado do associado é de R$ 60,00 (sessenta reais). Sugerimos a Roselandia que faça consultas ao Clube 7 de Setembro, Associação dos Moradores do Loteamento Probst, Associação dos Moradores da Zona Sul, Salão da Igreja, etc. e irá verificar que agendamento do local e cobrança pelo uso é norma. Não importa se é sindicato, clube esportivo, associação de bairro, a regra é para todos. Portanto, não há nada de extraordinário na conduta do Sitrampa.
Ary P. Donatello Fº - Presidente do Sitrampa


|Opinião do leitor|

Agradecimento

Eu, Manoel (Netinho), representante dos moradores da comunidade Três Barras, de Palhoça, venho através deste agradecer aos senhores: Coronel Hernani, Major Áureo, Capitão Cristiano e ao Diretor de Trânsito Luiz Duncke, que prontamente se disponibilizaram em apoiar o pedido de fechamento para caminhões na Estrada Geral da comunidade desde o dia 27/05/2009, pois o grande fluxo de caminhões pesados trazia grande poeira durante todo o dia aos moradores, privando-os do direito constitucional de ir e vir. Cito como exemplo o casal Sebastião e Dilma, de 92 e 90 anos de idade, além da moradora Florisbela, de 57 anos (que é muda, surda e cega), que não podiam sair de suas residências devido ao grande volume de poeira. Vale ressaltar que nenhuma autoridade política do Município se interessou em ouvir nossas reivindicações ou nos ajudar até a presente data. Aproveito para esclarecer que para esse tipo de transporte há outras ruas de acesso próximas à comunidade de Três Barras. Muito obrigado às autoridades citadas!
Netinho - Morador da Três Barras


|Opinião do leitor|

Leitor

Acompanho o Jornal há muitos anos, leio todas as colunas no meu dia-a-dia antes de começar a trabalhar, via internet e mais uma vez só quero parabenizar a equipe. Sucesso a todos!
Natalino José Mariano - (Por e-mail)


|Opinião do leitor|

Sitrampa

Gostaria de dizer que a sede do Sitrampa não está à disposição dos filiados como disse o senhor Ari. Quando liguei para eles e pedi que me disponibilizassem a sede, fui informada que a sede estava arrendada para terceiros e se quisesse usar teria que pagar uma taxa de 150 reais. Penso que o sindicato deve divulgar as informações corretas para a sociedade. Por esses e outros motivos que se tornaram uma instituição sem credibilidade por nós funcionários.
Roselandia Laurentino - (Por e-mail)


|Opinião do leitor|

Roubo de impostos

Sou moradora da Praia de Fora, e espero que o jornal destaque bem o que eu estou relatando aqui. Vejam vocês todos cidadãos brasileiros... Agora em junho começaremos a pagar o pedágio, o que é muito justo, porque quando a gente precisa de qualquer coisa do governo a gente tem. Por exemplo: Nós colocamos gás em nosso carro já pensando em diminuir nossos gastos, mas para nossa surpresa os gastos só começaram, além de pagar pelo equipamento nós tivemos que pagar a vistoria do Inmetro (não vou nem entrar em detalhes de valores). Feito isto você tem que mudar os documentos do carro, aí começa aquela maratona de juntar papéis e levar no Detran. No meu caso, Detran de Palhoça, chego lá com a papelada e para variar estava faltando o DUT. Observem bem: eu não estou vendendo o carro, estou apenas alterando meus antigos documentos de gasolina, para gás/gasolina, mas tem que ter o DUT, que perdi. Vamos pedir uma segunda via (mais R$ 220) para eles olharem para o documento, darem entrada na papelada e então eu vou ter que pagar tudo de novo (vistoria, Dut, etc)? Por que aqueles documentos não valem mais? Então vocês não concordam comigo que realmente a gente tem que pagar pedágio? Por que sempre que a gente precisa fazer qualquer coisa que envolva departamentos do governo não nos incomodamos, nós não pagamos quase nada de taxas, nós não pagamos impostos e nós não pagamos nada, quase nada para o governo... Relato aqui minha indignação e a falta de vergonha na cara do poder público de roubar a gente na maior cara de pau. E depois dizem que os bandidos são aqueles que te assaltam com uma arma na mão. Isso não é assalto, é tortura psicológica. Assalto é isso que eu relatei, e se não pagar o assalto e andar como eles querem, ainda somos multados, ou seja, se correr o bicho pega e se ficar o bicho come.
Beatriz Machado - (Por e-mail)


|Opinião do leitor|

Emprego

Não concordo com o comentário feito pela leitora Sandra Borges, na edição de 04 de maio, onde ela afirma estar desempregada há seis meses, ter entregado mais de 200 currículos, sem sucesso. Sandra, esta região é a região do país com maior índice de emprego, o que falta é gente com vontade de trabalhar, responsável, honesta, dedicada, que cumpra seus horários, que não reclama diariamente da empresa e do patrão. Vim de outro estado há dez anos. Onde morava sim, não se tinha muita opção de trabalho e pode ter certeza de que você está num mercado de trabalho onde não faltam vagas de emprego. Conheço muitas pessoas que não encontram uma mulher para ser diarista, pagando 70 reais por dia, porque as boas diaristas não têm mais dias disponíveis, e quando encontram, se arrependem de ter contratado, por encontrar um serviço mal feito - não esquecendo que 70 reais por dia temos em torno de 1.400 reais por mês. Se esse não for o seu caso tem que avaliar melhor o que está acontecendo.
Dyego - (Por e-mail)


|Opinião do leitor|

Restaurante Popular

Parabéns à Dona Angelita Espíndola! Nós, moradores da Barra do Aririú, queremos uma resposta dos Vereadores Tavinho e Nilson, pois infelizmente após o Vereador Pitanta apoiar e eleger o Vereador Nazareno na Presidência, houve sim uma grande traição dos Vereadores Tavinho e Nilson com seus eleitores. Vocês garantiram que o Restaurante Popular permaneceria aberto e o Vereador Pitanta traiu! Vocês tem que trair é ele e não nos moradores. Eleitor do Tavinho por três eleições, mas infelizmente decepcionado. O povo da Barra não merece essa traição!

Jeferson da Rosa
(Por e-mail)


|Opinião do leitor|

Emprego

Quero deixar aqui minha indignação em relação ao nosso mercado de trabalho. Estou desempregada há seis meses e já enviei mais de 200 currículos. Fiz entrevistas, mas nada. Sou esforçada, inteligente e gosto de trabalhar, mas como tenho visto as empresas só contratam quem tem “QI”, ou seja, “quem indique”. Estou revoltada e já perdendo a esperança. Grata por sua atenção.
Sandra Borges
(Por e-mail)


|Opinião do leitor|

Agradecimento

Nós, do NCA - Núcleo de Consultoria em Administração, gostaríamos imensamente de agradecer o jornal Palavra Palhocense pela publicação da matéria na última edição. Através desta matéria, vocês possibilitaram à população em geral, e principalmente aos micro e pequenos empresários de nossa região, conhecer nossos serviços, o que trará muito mais desenvolvimento a estas micro e pequenas empresas, gerando assim um melhor desenvolvimento nos micro e pequenos negócios de nossa região e consequentemente desta. Muito obrigado ao Jornal Palavra Palhocense.

Frederico de A. Scherer
Diretor de MKK e Eventos do NCA.


|Opinião do leitor|

Pavimentação urgente!

A Rua Rodolfo Sharff, continuação da Rua Nossa Srª de Lourdes, do loteamento Esplanada II, na Ponte de Imaruim, é o principal acesso de todo o loteamento aos pontos de ônibus com destino a Florianópolis. A referida rua, que não é calçada, encontra-se em estado lastimável de conservação, o que torna difícil o trânsito por ela, inclusive a pé. Ela, que também é o caminho mais curto de acesso do loteamento à Av. Aniceto Zacchi, principal centro comercial do bairro, estava prestes a ser pavimentada e não sabemos porque motivo todo o processo parou, deixando todos indignados. Não houve sequer uma satisfação a respeito. Por ser uma rua pouca extensa, que absorveria pouco recurso financeiro e que traria enorme benefício aos usuários, achamos que todo o processo para pavimentação poderia ser recomeçado para por fim a mais este problema.
Neri Antonio (Por e-mail)


|Opinião do leitor|

As rodovias

Existe um ditado que diz que “alguém tem que pagar a conta”. Por algum momento, acreditamos que o governo banca nossos excessos, paga o salário de pessoas que querem trabalhar pouco e se responsabiliza por crises que aparecem de ultramar; por outro, chegamos a conclusões precipitadas de que o governo não tem que se meter, assim que diminua os impostos e cada indivíduo financie suas idiossincrasias. O jogo tem rebolado entre oito e oitenta, ou seja, extremos que não se bicam.
O episódio de hoje – parece continuação de uma história mal contada – é sobre a sensação de que estamos pagando a conta de outro quando se enfrenta o número crescente de cabines de pedágio nas rodovias brasileiras. Em cada uma que aparece, recebemos uma punhalada que nos obriga a aceitar e lamentar ao mesmo tempo. As rodovias também entraram para a dança das privatizações que nossos governantes estimularam na década de 90, entregando até o que dava lucro para a iniciativa privada. Mal maior poucas vezes se cometeu.
Explico por quê. No estado de São Paulo, onde se rifam rodovias estaduais e federais como se fossem picolés, elas são mais preservadas e seguras de modo geral que em outros estados. Porém, em várias concessões, houve pouco investimento dos atuais empresários do asfalto sobre o que foi entregue pelo governo, as tarifas sobem desproporcionalmente ao aumento de salários, e os lucros que vêm depois da recuperação dos investimentos não retornam em serviço público senão no bolso de quem sabe quem.
Sei que tem gente que não se importa com o valor dos pedágios, enquanto outros deixam de viajar por causa disso. Não quero relativizar o que as tarifas representam para cada classe social ou consumidor senão escarafunchar medidas que visam ao interesse de todos. A impressão que tenho quando vejo essa expansão da quantidade de pedágios é a de que nos estão ilhando em vez de integrar as cidades, as regiões e os estados porque a melhora da qualidade das rodovias não significa que o brasileiro viaje mais.
Cobro maior transparência dessas transações econômicas realizadas pelo governo com as concessionárias de serviços rodoviários. Este setor não tem como obedecer às leis de livre mercado porque acaba por coibir a existência de vias alternativas, como é o caso da Anchieta-Imigrantes, que interliga a cidade de São Paulo com o litoral paulista. Não restou saída para os que quiserem pegar a Anchieta como acesso público, pois esta foi vendida no mesmo prato.
É lamentável o estado em que se encontram trechos de rodovias estaduais e federais, que transformam a viagem numa aventura. É por isso que muitos preferem pagar pedágios para trafegar em rodovias conservadas e seguras. Nestas condições de emergência e incapacidade de ubiqüidade governamental, sugiro que se instaure o mecanismo de empresas públicas que definam os preços de pedágio conforme a relação entre fluxo de veículos e gastos com manutenção da pista. Assim pagaríamos o que vale. E com critérios de transparência.

Bruno Peron Loureiro - Analista de desenvolvimento e relações internacionais.


|Opinião do leitor|

Comentário

Acho o jornal muito bom e gostaria de apresentar umas questões. Já notaram que o Secretário Arizinho (Saúde) só fala das coisas boas que faz e que o povo passa por esquecido? Chega de tanta picuinha! O Pitanta agora só cospe no prato que comeu nessa briga com o Ronério. Não queremos mais problemas, queremos solução. Parabéns pelo jornal!
Araci Gerunto / Por e-mail


|Opinião do leitor|

Doações

A notícia da prisão de um microempresário catarinense, que estava revendendo donativos de vítimas das chuvas em Santa Catarina, nos causa uma grande indignação, pois pessoas inescrupulosas vêm se aproveitando das boas intenções de quem doou e da desgraça alheia para seu proveito. A indignação ganha mais sentido porque o desvio é uma afronta ao bom coração dos brasileiros. Faz parte da cultura brasileira ser solidário  com  aqueles que passam por dificuldades. No caso das enchentes  em nosso Estado ficou evidente a falta de organização e de fiscalização quanto aos bens doados e enviados a Santa Catarina.
Dilnei Silveira D´avila / Estudante


|Opinião do leitor|

O verdadeiro queijo suíço

Pergunto ao vereador Tavinho: onde está o asfalto prometido para rua geral da Barra do Aririú? Será que foi parar por engano na praia do Pontal? A maioria das ruas da Barra está parecendo um queijo suíço, buracos, crateras. O secretário de infraestrutura e o prefeito deveriam dar umas voltas pelas estradas dos bairros, fazer um levantamento do tráfego local e ver as necessidades, mas isso é querer demais, pois essas visitas acontecem somente em épocas de eleição. Se a prefeitura não tem verbas para obras necessárias à população, então o prefeito que comece a economizar com tantas passagens à Europa e Ásia, porque parcerias e tecnologias temos aqui no Brasil, ou não? Lendo no jornal, deparei com a notícia de que a prefeitura de Palhoça vai adquirir uma máquina de biodiesel, do RS. Será isto um investimento viável? A frota de veículos a diesel da PMP é tão grande? Pois não conheço nenhuma prefeitura que tenha uma. Mais uma polêmica. O que a prefeitura deveria adquirir é uma usina de asfalto, para tampar tantos buracos. Teria produção garantida pelos próximos cem anos, no mínimo! E os vereadores onde estão? dormindo! O prefeito garante que tem 93% da aprovação dos seus atos perante a população. Só se for a população do entorno da praça, porque nem eu nem muitos outros foram questionados.
Rosimar José de Espíndola
(Por e-mail)


|Opinião do leitor|

Lombadas Eletrônicas

Palhoça deve ser proporcionalmente o município com a maior quantidade de lombadas eletrônicas instaladas. A finalidade, a princípio, é controlar a velocidade ao transitar nas ruas da cidade, entretanto, também aí existe um fim arrecadatório. Isto se explica pelo fato que inicialmente a velocidade marcada ao passar numa dessas lombadas era 10% aquém da velocidade em que se trafegava. De um tempo para cá, sem qualquer aviso (pelo menos eu não sabia) está sendo registrado sem o conhecido desconto dos 10%, fato que deve ter surpreendido muita gente. Isto pode ser verificado se prestarmos a atenção quando passarmos por elas. Pelo menos naquelas que passei isto aconteceu.
Neri Antonio (Por e-mail)


|Opinião do leitor|

Triste final

Quando Monteiro Lobato escreveu “que um país se faz com homens e livros”, estava querendo dizer que homens de caráter e cultos seriam a referência para um país que tinha todas as chances de ser grande. Um grande país começa com grandes municípios. É incrível como esta colocação de “homens de caráter e cultos” não se pode aplicar aos nossos políticos municipais, pois mesmo diante de toda a opinião pública contrária à autorização para a exploração do Cambirela, eles derrubaram o Veto e votaram a favor da Saibrita. Senhores vereadores, faltou caráter para votar a favor do povo, os senhores traíram os seus eleitores, demonstrando um total despreparo para legislar. Senhores vereadores, faltou cultura para perceber que neste momento que se fala em preservação do meio-ambiente o voto dos senhores foi totalmente contrário a esta preocupação; faltou cultura para perceber que os senhores ficarão marcados como os homens que permitiram que o Cambirela, um símbolo da cidade de Palhoça, seja deteriorado, consumido e, como se não bastasse, colocaram a vida de pessoas inocentes em risco, pois as detonações poderão atingir algum eleitor que na boa fé votou em algum dos senhores para representá-lo. Faltou caráter para tomar postura pelo povo e não por seus bolsos! Acredito que tiveram uma boa Páscoa (muitos ovinhos...), os bolsos estão cheios? As justificativas suas são as piores, demonstrando a total falta de cultura. Enquanto isto, o prefeito se faz de morto, e o povo, com suas casas enchendo de lama a cada chuva forte, bueiros entupidos, sem esgoto tratado, segue tomando na “tarraqueta”.

Roger Dutra / Um eleitor decepcionado


|Opinião do leitor|

Saúde pública

Na terça-feira, dia 28/04, uma funcionária da prefeitura de Palhoça sentiu o grande problema da saúde pública.
Trabalhando dentro da prefeitura de Palhoça teve sérios problemas de saúde, colegas de trabalho tentaram ajudar chamando o SAMU, Bombeiro, mas, sem sucesso, e o mais absurdo, dentro da própria prefeitura não tinha (e não tem) um medidor de pressão. É lamentável uma situação caótica até dentro na sede do governo municipal de Palhoça, sendo que qualquer boa empresa com mais de 100 ou 200 funcionários tem um profissional de saúde e um plano de emergência dentro de sua sede.
Uma prefeitura que se orgulha em receber prêmios internacionais, de ser o “25º município mais dinâmico do País”, não tem dentro de sua sede um profissional de saúde, uma sala básica para os primeiros socorros ou um plano de emergência para chamar o SAMU, Bombeiro, profissional de saúde do posto ou de uma clínica particular chega a ser cômico.
Felizmente e graças a Deus tudo terminou bem, mas devido aos problemas ocorridos poderia ter acontecido algo pior. Espero sinceramente que pensem nisso, Prefeito, Secretários e funcionários.
Não quero acreditar que o Prefeito saiba que dentro da prefeitura não existe o básico, um medidor de pressão, mas espero sinceramente que ele cobre dos responsáveis, e lembro que não é o primeiro caso.
Agora fico imaginando; um secretário de saúde que não cuida da saúde de seus funcionários, meu Deus, coitado do nosso povo!
Também fico preocupado com o nosso Prefeito e seus familiares que ali trabalham, imaginem se tiverem algum problema de saúde e precisarem de ajuda, o que pode acontecer?
Um agradecimento muito especial aos funcionários que com suas limitações procuraram de uma forma ou de outra ajudar, mas é claro, não são profissionais da saúde e não tinham o básico, um medidor de pressão, mas ajudaram da melhor forma possível, como podiam, obrigado.
Henrique Borba
Analista de Sistemas
borbahenrique@yahoo.com.br


|Opinião do leitor|

Iluminação

Novamente estou me apropriando deste meio de comunicação para externar minha indignação em relação ao não cumprimento da Prefeitura com os seus compromissos. Na edição de novembro do ano passado, no jornal Palhocense, foi afirmado pelo setor responsável do trânsito que até dezembro transformariam a “rua do Imperatriz” em mão inglesa para desafogar o trânsito na praça.
Contudo, outra vez o que foi prometido não se cumpriu e o trânsito está cada vez pior, porque além do fluxo crescente, nos deparamos com a falta de fiscalização da via, onde carros e carrinhos param em locais proibidos.
Outro absurdo é a terceirização na manutenção da iluminação pública de Palhoça que foi tirada da Celesc e entregue à empresa Pinheira Oliveira. Minha rua, no centro da cidade, está há quatro meses sem luz em um poste. Liguei três vezes para pedir providências - outros vizinhos também fizeram este contato - mas não houve retorno. Gostaria de perguntar ao Sr. Prefeito o motivo da troca, pois para melhorar o serviço não foi. Fico abismada com a quantidade de pessoas inábeis que estão administrando setores e empresas que assumem responsabilidades que não cumprem. Como que o nosso prefeito, com a capacidade e potencial que já tem demonstrado, pode permitir pessoas sem preparo assumir essas funções? Será que tem algo por trás que não sabemos? Peço ao prefeito que não esqueça do centro de Palhoça e questione o motivo pelo qual estes setores não estão trabalhando.
Erika H. Zanella
Por e-mail


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Projeto Saibrita

Ainda sobre o projeto Saibrita, na reunião do dia 15/04/09, o senhor Horácio Ferreira lembrou que há alguns anos atrás, quando tramitou na Câmara o mesmo tipo de projeto, houve um único vereador (José Leodoro Martins) que votou contra. O nobre vereador Leonel perguntou: “e quem é este José Leodoro Martins?”.
Pois faço questão de lhe responder: José Leodoro Martins (DÉ), ex vereador e ex vice-prefeito, é um cara honesto, que não é lembrado porque não vai para as colunas de jornais e palanques se promover e tão pouco deixou que um cargo público lhe subisse à cabeça a ponto de se achar superior e prejudicar alguns em benefício próprio.
Acho que a vontade do povo deveria prevalecer e a eleição por legenda não deveria existir. Deixo aqui uma sugestão aos nobres vereadores: porque não fazem e aprovam um projeto para diminuir o valor de seus salários (absurdos), e suas diárias, já que estão tão preocupados com os salários de prefeito e secretários? “Quem mentir mais, quem enganar melhor, tem chance. Muitas vezes homens de bem são substituídos por vendedores de ilusão” (José Múcio Monteiro, PTB-PE).
Dé, tenho muito orgulho de ser tua irmã.
Jocélia E. Martins
Por e-mail  


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Amor ao Município

A situação do Meio Ambiente em Santa Catarina, em especial, destacando o município de Palhoça, nos desafia a preservar os recursos naturais e, ao mesmo tempo, possibilitar um desenvolvimento Social justo, permitindo que a sociedade humana atinja uma melhor qualidade de vida em todos os aspectos. Vivemos numa sociedade na qual é fundamental partir de uma boa formação e de um sólido conhecimento dos complexos problemas e potencialidades ambientais. A destruição do meio ambiente, provocada por fatores políticos, econômicos e sociais, pode ser irreversível. A destruição do meio ambiente é resultado da concentração de riqueza, assim como da exclusão social e da pobreza, pelo que não é possível separar onde alguns poucos são beneficiados em detrimento de toda uma sociedade.
Tem-se observado que a destruição da natureza, base da vida, através da degradação, crescem em um ritmo acelerado, motivo pelo qual torna-se necessário reduzir o impacto ambiental para obtenção de um desenvolvimento ecologicamente equilibrado a curto prazo para todo o planeta. Como instrumento para preservação ambiental, o ser humano tem as leis que regem a forma de agir com o meio ambiente. Embora muitas vezes em câmaras legislativas, como por exemplo, a do município de Palhoça, os nossos representantes municipais (Vereadores) não estão muito preocupados com essas ações. Os Vereadores conscientes, responsáveis, que amam seu município e que respeitam o cidadão palhocense, não aprovaram a Licença para a empresa Saibrita explorar o morro do Cambirela, que é um dos símbolos do nosso Município e que está sendo tratado com desrespeito. Agora faço as seguintes indagações: O que estão ganhando os vereadores com esta aprovação? E por que tanta rapidez e agilidade?
Major Ivon de Souza (Por e-mail)
 


|Opinião do leitor|

Bancos de Palhoça

Dizem que Palhoça cresce cada vez mais, mas fico impressionada, pois vejo que esquecem que os bancos deveriam crescer também. É uma vergonha, por exemplo, a Caixa Econômica ter tantos caixas eletrônicos e somente alguns funcionarem - a maioria está estragada ou não tem a função que deveria funcionar. Outro exemplo é o banco do Brasil, que agora começa a receber as pessoas do BESC, mas não está preparado, pois são poucos os caixas - tanto eletrônicos como dentro da agência. As pessoas ficam esperando dentro de um pequeno espaço por horas e ninguém faz nada para isso mudar. Sem contar da falta de dinheiro! Justo no primeiro dia útil do mês tinha que faltar dinheiro nos caixas eletrônicos do Banco do Brasil, gerando mais filas, caras feias e a questão: Será que irão ampliar o banco? Será que irão arrumar os caixas eletrônicos ou irão deixar do mesmo jeito? Abraço e espero a contínua mudança da Palhoça.
Gabriela Koerich (Por e-mail)


|Opinião do leitor|

Projeto Saibrita

No dia 23/04 tive a honra de ser homenageado pela Câmara de Vereadores com a medalha “Caetano Silveira de Mattos”, pelos serviços prestados ao município de Palhoça. E quero continuar colaborando com minha querida Palhoça, manifestando minha indignação pelo projeto de exploração da Saibrita por mais oito anos. Será que nossos ilustres vereadores não têm consciência que nosso Planeta já está comprometido por causa de atitudes insanas como o caso Saibrita, etc., etc...?? A natureza tem dado resposta de alerta quase que diariamente, mas nossos políticos só pensam no hoje, na ganância do momento e o futuro que se dane. Salve o Cambirela, salve a Natureza, salve a Palhoça.
Carlos Alberto Kloppel


|Opinião do leitor|

Cambirela

Eu moro aqui na Barra
Daqui eu posso ver
O morro do Cambirela
Que bonito entardecer!

O morro que está ao longe
É a casa dos passarinhos
As pedras que hoje vejo
Seguram este “morrinho”.

Mas veja meu amiguinho
Alguém chegou primeiro
Está destruindo o morro
O morro que hoje vejo!

E o povo o que faz?
E o povo o que faz?
O povo fica parado
Deixando que destruam mais!

Maria Antonita Cardoso Nunes
(Poesia escrita há 14 anos para alertar alunos da 2ª série da escola Renato Ramos da Silva sobre a importância de se preservar o meio ambiente - atualmente profª. aposentada)


|Opinião do leitor|

Agradecimento

Venho em nome de toda família Genomadaponte agradecer  o espaço cedido  jornal na divulgação do torneio  de  futebol na Pedra Branca. Para as criança foi uma alegria só junto com seus familiares comemorar esse momento. Para aqueles que muitas vezes preferem divulgar desastres ou mesmo violência num espaço tão   nobre,  fiquem  sabendo que muita coisa boa acontece em nossa região e município. Sucesso e boa semana a todos!
Equipe Genomadaponte (Por e-mail)


|Opinião do leitor|

Esquecidos de Palhoça

Gostaria de parabenizá-los pela lembrança da Expo-200, evento comemorativo aos duzentos anos de fundação deste próspero município, aliás, maior evento já visto na região. Quanto ao esquecimento de algumas autoridades (ditas, né?) não surpreende-me, pois o ego dos emergentes não permite reconhecer méritos naqueles que já são conhecidos e reconhecidos do grande público e, principalmente, da mídia em geral. Vale lembrar que esqueceram também do “Projeto Música na Praia”, onde eu e Cacau Menezes levamos o Serguei e Banda Cidade Negra na Praia da Pinheira para mais de 10.000 pessoas. Esqueceram das cinco etapas do “Festival da Tainha”. Ah, vale lembrar que esqueceram toda a papelada e documentação da 1ª ExpoPalhoça comigo, com isto devem ter esquecido de fazer o balanço do evento. Mas, como esqueceram até a vergonha dos seus atos, o que fazer... Assim caminha a humanidade, corroída por suas próprias vaidades. Parabéns pela ousadia de suas reportagens, principalmente no caso Saibrita. Vocês são exceção. Grande abraço, - Sérgio Rocha (Por e-mail)


|Opinião do leitor|

Terreno abandonado no Caminho Novo

Há algumas semanas li no jornal Palhocense um texto da prefeitura que pedia que as pessoas proprietárias de terrenos limpassem seus respectivos e fizessem calçadas, caso contrário, a prefeitura aplicaria uma multa ao mesmo. Porém, em frente a minha casa, tem um terreno baldio da Prefeitura que está abandonado, com muito lixo, ratos de todos os tamanhos e já virou até um local para indivíduos usarem drogas. Esse terreno também fica ao lado de um colégio. Agora, com as chuvas, a vala que passa no meio do terreno transbordou por causa do lixo que tem ao lado e em vários locais. O lixo é tanto que ate já está invadindo a estrada. Claro, concordo que se as pessoas não o jogassem ali, o terreno estarias um pouco mais limpo. Mas eu mesma já vi caminhões da Prefeitura jogando lixo no local. O abuso é tão grande que até um ferro velho já vem usando esse terreno como depósito de carros velhos. Já entramos em contato com a Prefeitura e com alguns vereadores e nada é feito, não queremos esperar as próximas chuvas para que essas valas sejam inundadas de lixo e o esgoto que passa nelas venha pra dentro de nossas casas.
Maria Eduarda Matos da Silveira
(Por e-mail)


|Opinião do leitor|

Grande atitude

Existem pessoas que passam pela Terra e deixam apenas rastros, outras deixam marcas negativas com atitudes que ultrapassam os limites das suas vidas privadas, causando transtornos irreparáveis ao bem estar da população, meio Ambiente, etc. Mas também existem pessoas que deixam marcas positivas, que lutam por um mundo melhor, por uma conscientização das pessoas, da necessidade em mudar certas atitudes que afetam diretamente a humanidade. Falo do importante trabalho em defesa do Morro Cambirela, desenvolvido pela professora Maria Eliza Wagner Pamplona com os alunos da terceira série da Escola de Educação Básica Senador Renato Ramos da Silva, da Barra do Aririú, publicado na edição anterior deste jornal. São essas pessoas que fazem a diferença, que acreditam na geração futura. Parabéns pela atitude, pois discutir a questão ambiental em sala de aula também é Educar.
Edson Eugênio da Silva (Por e-mail)


|Opinião do leitor|

Caso Saibrita 2

Moro no bairro Barra do Aririú e sou contra o projeto da Saibrita, porque além de prejudicar os moradores do Aririú da Formiga, vai também prejudicar o povo palhoçense por destruir o Cambirela, um cartão-postal de Palhoça. Por isso faço uma pergunta: Você, palhoçense, é contra ou a favor da permanência da Saibrita?
Alan (Por e-mail)


|Opinião do leitor|

Emancipação: um compromisso de cada um

A emancipação é um caminho sem volta. É a opção de um povo pelo direito de conduzir os seus destinos. Assim é também com Palhoça e os Palhocenses. A difícil tarefa de construir a nossa independência é um objetivo de cada dia e de cada um de nós, autoridades e cidadãos comuns. Todos, heróis anônimos ou não, responsáveis por uma história de 115 anos. e não haverá dificuldade que juntos não possamos enfrentar e vencer. Porque estamos certos de que o nosso caminho é e sempre será o da união. Parabéns Palhocense.
Claudete Maria Moreira Martins
Funcionária de Secretaria de Saúde


|Opinião do leitor|

Beltrano

Gostaria de parabenizar o colunista João José da Silva pela Coluna do Beltrano da última semana. Precisamos de pessoas na imprensa que dão nome aos BOIS, e mostrem que a Igreja também gosta muito de defender seus próprios interesses. Estendo meus parabéns ao Jornal Palhocense que aprova este tipo de comentário.
Dyego Bogoni
(Por e-mail)


|Opinião do leitor|

Água de qualidade para o Sul

É verdade que muita coisa melhorou em Palhoça nos últimos anos. Também é verdade que muitos recursos chegaram ao município neste período, contribuído para alavancar tais melhorias. Lembro-me perfeitamente que desde o início do primeiro mandado do atual prefeito temos a promessa de levar água de qualidade às comunidades da Pinheira, Guarda do Embaú, Praia do Sonho, etc. Aliás, água de qualidade para a região também foi uma das bandeiras de campanha para sua reeleição. O que chama a atenção é o fato de ter passado todo este tempo e nenhuma providência foi tomada. Será que estavam esperando a aprovação do novo e contestado código ambiental? Tomara que não seja somente mais uma bandeira de campanha esquecida.
Neri Antonio
(Por e-mail)


|Opinião do leitor|

Palhocense de coração

Vamos dar os parabéns
Para este jornal famoso
Acredite minha gente
Não deixe de ler meu povo
Traz notícias interessantes
Quem lê fica por dentro
Tem esporte e comentários
Até festa de aniversário
Colégios e restaurantes
Clínicas e entrevistas
Festas de sociedade
E muitas variedades
Fofocas do Cabeção
Até esportiva da Cia.
Aproveita a liquidação
Não esqueçam da proposta
Da imobiliária João Costa
Tem um grande responsável
Jornalista inteligente
Alexandre João Bonfim da Silva
Do Palavra Palhocense
Doroti Malagoli da Rosa


|Opinião do leitor|

Estádio Guarani

É engraçado! Depois de passar duas campanhas eleitorais, nas quais sua Excelência, o Governador Luiz Henrique da Silveira, em praça pública, se comprometeu em construir um novo estádio para o Guarani de Palhoça, com novas arquibancadas, nada até agora foi feito. Qual será a desculpa desta vez? A crise mundial? Ou por que o estádio do Guarani não fica no Estreito?
Vilmar Borba
(Por e-mail)


|Opinião do leitor|

Cambirela: defender e proteger (é o que deveríamos fazer)

Parabenizo toda equipe do Jornal Palavra Palhocense pela bandeira levantada em defesa daquele que considero ser um dos mais belos cartões-postais de Palhoça: o nosso CAMBIRELA. Infelizmente não posso externar este sentimento aos 11 vereadores, tendo em vista que a bandeira levantada pelos mesmos até agora é em defesa da EMPRESA AIBRITA, portanto, a favor da degradação do meio ambiente.
Tenho procurado entender qual o motivo que levou os vereadores a tomarem uma atitude tão prejudicial à natureza e repudiada pela população: a aprovação do Projeto de Lei que autoriza a Saibrita a explorar o Cambirela por mais oito anos.
Isso, definitivamente, não é representar o povo, pois não acredito que os palhocenses tenham solicitado tal absurdo. Eles simplesmente estão ignorando aqueles que os colocaram neste cargo tão importante, dando mais importância aos interesses particulares.
Qual a justificativa? Emprego e progresso, como foi pronunciado na câmara de vereadores? Será que 28 anos de contribuição com o “progresso”, bem como com a degradação do meio ambiente, não foi suficiente? Quanto à justificativa de emprego, sugiro que cada vereador busque junto ao empresariado uma solução trabalhista aos funcionários que lá laboram.
O Estatuto da Cidade (Lei nº. 10.257/01) garante o acesso de todos à infraestrutura urbana e também à participação democrática na elaboração de programas de desenvolvimento urbano e na implementação de atividades com efeitos potencialmente negativos sobre o meio ambiente e o conforto da população (art. 2º, I, II, VI-“g”, XII e XIII).
Como podemos acreditar em pessoas que são delegadas pelo povo para legislar em benefício da população, mas ao mesmo tempo ignoram as Leis? Será que entre esses vereadores existe algum que tenha escalado o CAMBIRELA e apreciado suas belezas? Ou que tenha presenciado de perto a cratera provocada pela mineradora Saibrita?
Da mesma forma como o Prefeito e os 11 Vereadores pediram os nossos votos no último pleito eleitoral, agora quero e todos devem pedir aos Vereadores o voto em favor do Veto 005/2009 do Executivo, pois ainda há tempo para provar que podemos mudar para melhor o mundo em que vivemos, contribuindo, desta forma, para que as gerações futuras possam desfrutar de um ambiente mais justo e saudável.

 Edson Eugênio da Silva
Morador de Palhoça


|Opinião do leitor|

Projeto Saibrita 1

O Conselho Comunitário da Guarda do Cubatão vem a público agradecer o Prefeito Ronério Heiderscheidt pelas obras que vêm sendo realizadas nesta comunidade desde a gestão anterior, como a Pavimentação da Rua Nereu Ghizoni, construção do CEI Romeu e Julieta, reforma da Escola Básica Antonieta de Souza, iluminação em diversas ruas, reforma da ponte pênsil e o asfalto da Rua Jacob Vilain, o que nos deixa mais satisfeitos ainda.
Todas essas obras são de suma importância, mas o VETO ao projeto aprovado pelos vereadores, inclusive os que se dizem representantes da Guarda do Cubatão, para a permanência da empresa Saibrita por mais oito anos, destruindo o nosso Morro do Cambirela, será a maior Obra realizada por Vossa Senhoria.
Diretoria do Conselho Comunitário da Guarda do Cubatão


|Opinião do leitor|

Projeto Saibrita 2

Fui aluno do Proerd, tendo como instrutor o então soldado Leonel (hoje Vereador Leonel). Este senhor tão convincente nas salas de aula ensinou-nos a dizer não às drogas e à violência. Ensinou também que quando agredimos a natureza estamos praticando violência e guardei tudo isso. Porém, agora, ao ler o Jornal, vejo que esse senhor não passa de um demagogo e mentiroso. É do tipo “faça o que mando e não o que faço”. Será que não é violência permitir que o Morro do Cambirela agonize por mais oito anos? E tem ainda o desplante de dizer que é contra, mas é autor do projeto e o aprovou. Aprovou sem ler? Sem saber o que estava assinando? Não sei então como se tornou instrutor, pois assinou o atestado de tolo. Como político é fácil saber como se tornou, enganando o povo com falso projeto que apresentava em seus comícios. Que decepção!
Mauro Martins (Por e-mail)


|Opinião do leitor|

Projeto Saibrita 3

Vereadores caras-de-pedra (que saudades do Manoel!). Li com muita tristeza que poderemos ter mais oito anos para assistir de camarote à destruição do Morro do Cambirela.
A quem interessa a continuidade desta desgraça que, como um câncer, vai corroendo e destruindo um dos nossos símbolos? - quem sabe um dos únicos que resta, já que as nossas praias sofrem com esgoto, nosso casario é literalmente tombado a cada dia etc., etc., etc. - Interessa apenas e tão-somente à empresa que teve este privilégio e aos nossos nobres vereadores que, à toque de caixa, sem a mínima discussão, fizeram da noite para o dia esta grande coisa, pra não dizer outra “coisa”.
A empresa se defende, dizendo que a chuva e a crise mundial impediram que o trabalho de recuperação fosse realizado, mas, se durante estes quase 30 anos nada foi feito, que deixassem como está e, se a vontade de recuperar era tão grande assim, que o faça em alguns meses, afinal, para recuperar não precisa retirar.
Senhores vereadores, não é possível que representantes do povo, ainda que alguns dos senhores acreditem estar acima da lei e da vontade popular, se sentindo donos do mandato. Por que tanta pressa? Por que não fazer uma grande audiência pública para discutir o assunto e colher uma verdadeira opinião? Fica o desafio.
Lembro que os problemas com pedreiras não é exclusividade da comunidade da Guarda do Cubatão. No Alto Aririú, há uma outra, que está lá mandando ver, é poeira para todo lado, explosões, tráfego intenso de caminhões (imensos) e tudo mais e, enquanto não acontecer uma grande tragédia, ninguém dirá nada.
Particularmente quanto à pedreira do Alto Aririú, é importante lembrar que sua Excelência, nosso prefeito, comemorou a instalação, sendo flagrado nas páginas deste semanário servindo churrasco ou bolo aos presentes na festa de inauguração.
Que isso sirva para nos mostrar que há muita maquiagem em Palhoça. Senhores vereadores, pensem bem, pois há muitos palhocenses que não têm memória curta. Há de surgir um novo Manoel para que esta legislatura ganhe um pouco de discussão e não entre negativamente para a história. 
Maurício Abílio dos Santos (Por e-mail)


|Opinião do leitor|

Projeto Saibrita 4

Sinceramente ficamos pasmos com a notícia da aprovação do Projeto que permite a empresa Saibrita detonar, destruir, agredir por mais 8 longos anos o nosso Morro do Cambirela, que já agoniza diante da degradação que vem sofrendo. Cachoeiras, córregos e riachos estão secando, morrendo. O solo sofre com os estrondos das detonações que fazem tremer árvores, matas e casas, enquanto nossos nobres Edis, representantes do povo, a “toque de caixa” são autores e aprovam de um dia para o outro esta barbaridade. E o que é pior: vereadores que se dizem representantes desta comunidade, que fazem parte da comissão do meio ambiente como é o caso do Sr. Leonel Pereira, são autores do Projeto, assinam, aprovam e depois, têm a cara-de-pau de dizer para a imprensa que não leu o projeto. Sinceramente! Quem sofre com  essa “incompetência” é o Cambirela; é a Guarda. Só espero que o prefeito vete este projeto vergonhoso e nossos nobres Edis respeitem esse veto. Aproveito para parabenizar a equipe do Jornal palhocense por tão bem feita reportagem a respeito do assunto.
Cleide Maria de Souza (Por E-mail)


|Opinião do leitor|

Morro do Cambirela: ignorância ou interesse?

A aprovação do projeto 045/09 pela Câmara de Vereadores de Palhoça autorizando mais 8 anos à empresa Saibrita, é sem dúvida, um retrocesso na política ambiental, e o testemunho do desconhecimento ou da tendenciosidade dos nossos representantes. Muitos deles desconhecem e não se deixam esclarecer sobre as relações profundas que existem entre um ambiente degradado e a baixa qualidade de vida; entre uma paisagem frágil mal cuidada e o aumento do risco de desastres naturais; entre a inexistência de florestas conservadas e biodiversas e a ocorrência de secas, enchentes e vendavais; entre a inexistência de matas ao longo dos rios e os prejuízos com enxurradas; entre solos expostos à erosão e perda de sua capacidade produtiva e consequente aumento dos custos de produção; entre nascentes degradadas e falta de água; e entre ambiente urbano e ambiente rural. A única relação não ignorada e bem utilizada como argumento pelos proponentes do projeto (anti)ambiental é que a exploração dos recursos naturais gera riqueza, que, se bem dirigida, gera acúmulo de capital, o que é comprovado pelos índices. O crescimento econômico estadual, de 9% em 2008, o mais alto índice do país, caminha paralelamente a mais alta taxa de destruição da Mata Atlântica. A população palhocense mais uma vez acabou de ser penalizada, portanto, com uma lei que, se implementada, não vai lhe trazer benefícios reais. Haverá, certamente, benefícios econômicos, para poucos. Já tivemos essa experiência em Palhoça com a municipalização/privatização da água, que até o momento não trouxe benefícios à população. Fica comprovado mais uma vez que quando há interesse econômico, aprovam projetos na calada da noite, ignorando totalmente a sociedade que os elegeu.
Gilmar de Paulo


|Opinião do leitor|

SOS Cambirela

Caro amigo e amiga leitora: estou sendo sacrificado há 27 anos pela força econômica e política de alguns homens nessa cidade. Já fui lembrado como nome de rádio, sou motivo de inspiração para artistas (escultores, pintores e escritores), sou lembrando dando nome à edifício e em estampas de camisetas. No entanto, não quero tão somente ser lembrado, quero sim continuar sendo visto, ou seja, continuar existindo como uma bela realidade do município de Palhoça.
Para tanto, quero pedir sua ajuda no mais profundo e grandioso grito de socorro que estou fazendo pela minha sobrevivência. Digo sobrevivência, pois no último dia 31/03 os vereadores desta cidade aprovaram o projeto lei 045/09, de autoria dos 11 vereadores, que permite mais 8 anos de destruição dos meus pés.
Faça parte da beleza deste município como eu faço. Ajude o meu grito ecoar a todos os homens e mulheres de boa vontade. Cobre uma atitude de vida do vereador que você conhece, da associação de moradores do seu bairro, da igreja que ajuda você a amar a Deus, do seu partido político e associação de classe. Pois somente você pode impedir mais essa insanidade de mais 08 anos em alhoça. Grite sem medo: CHEGA DE DESTRUIÇÃO DO CAMBIRELA!
Sandro Luís de Oliveira - Filósofo e Educador
sandroaririu@ig.com.br


|Opinião do leitor|

Agradecimento

Gostaria de agradecer o atendimento de Emergência que recebi ao sofrer um leve acidente no dia 30/03, na Rua do Colégio Roda Pião, em Palhoça. Eu e minha amiga caímos de moto e fomos socorridas por Dona Marlene e pelos Policiais do Batalhão de Palhoça, que foram muito atenciosos e gentis nos acalmando, apesar da dor. Agradecemos também ao Corpo de Bombeiros do Município de Santo Amaro, que nos socorreu. Estamos felizes em saber que existem pessoas que se dedicam em socorrer o próximo e a quem precisa. Obrigada!
Angeliane Machado Baldoino
(Por e-mail)


|Opinião do leitor|

De olhos vermelhos, de pelo branquinho...

Ah! Essa é a musiquinha que há 32 anos ensino aos meus alunos e que reporta-me a um momento da minha vida. Na gravidez dos meus dois filhos, Elionara e Eliakin, quando chegava na parte da música “comia cenoura com casca e tudo /tão grande ela era fiquei barrigudo” a criançada, ao me ver com aquela barriga, dava boas risadas.
Quero aproveitar esse meio de comunicação tão sério para desejar aos meus ex e atuais alunos, professores e funcionários da Escola de Educação Básica Henrique Estefano Koerich e a todos os meus amigos e familiares, em especial aos meus filhos e ao meu marido Ceola, uma Feliz e Santa Páscoa!
Estela Ceola
(Por e-mail)


|Opinião do leitor|

Alô Prefeito!

Gostaríamos de pedir providências quanto ao péssimo estado da rua de acesso à escola Nossa Senhora de Fátima, na gruta do Aririú. O ônibus da Jotur que leva as crianças já atolou duas vezes no local, bem no horário de saída dos estudantes. Obrigado.
Moradores do Aririú
(Por e-mail)


|Opinião do leitor|

Correção:

Edivane Lúcia Martins ocupa o cargo de Diretora de Educação Básica, vinculado diretamente à Secretaria Municipal de Educação e não ao CAIC, como foi publicado na última edição, em matéria sobre o 1º Fórum Permanente de Educação e Diversidade Étnico-racial.

A direção da Biblioteca Pública Municipal comunica que errou ao divulgar na última semana que a Semana do Livro de Palhoça aconteceria no mês de outubro. O evento será realizado entre os dias 13 e 17 de abril. Os agendamentos escolares já podem ser realizados através dos fones: 3242-4381, das 7h30 às 19 horas.


|Opinião do leitor|

Péssimo atendimento

Na última terça-feira, dia 31, estive na agência do BESC, no Centro de Palhoça, e fiquei revoltado com o mau atendimento prestado a um cliente da agência. Por volta das 10h30, quando um cliente perguntou a uma funcionária sobre o horário que os caixas começariam atender, a mesma respondeu abruptamente: “Isso não tem nada a ver comigo”, virando as costas ao público que esperava pacientemente na enorme fila. O atendimento dos caixas eletrônicos abriu somente às 10h35.
Além disso, a segurança do banco atende a todos mascando chicletes, o que para mim é uma tremenda falta de educação. Procurei no mesmo instante o gerente do BESC, que prometeu resolver a situação. Acredito que o banco deveria prestar cursos de capacitação aos funcionários e exigir atendimento de qualidade, em respeito ao cidadão e cliente.
Lauro Leotilio de Melo melolauro@ibest.com.br


|Opinião do leitor|

Emancipação do Sul 1

Como bom leitor deste magnífico jornal da minha cidade, venho opinar sobre a reportagem da emancipação do sul de Palhoça. Sou totalmente contra e acho um absurdo isso. Nosso Prefeito foi eleito para unificar e trabalhar por nosso município e não destruí-lo. Como luto para não mudarmos o nome de nossa cidade, também lutarei para a não emancipação do sul.
Senhor Prefeito: deves parar de criar polêmicas e trabalhar mais no sul do município. Nossa extensão territorial e população não é tão grande assim, temos hoje aproximadamente 125.000 habitantes. No sul, todos sabemos, que a maioria são veranistas, sendo assim não temos como emancipar e sim trabalhar mesmo em todo o município. Se não tens competência para administrar o município, renuncie e deixe o vice trabalhar e se ele não conseguir estamos perdidos e os 73% que votaram em vocês vão se arrepender amargamente.
Naza PRB Palhoça. (Por e-mail)


|Opinião do leitor|

Emancipação do Sul 2

O brilhante articulista da revista Veja, Diogo Mainardi, lançou um livro intitulado “Lula é minha anta”, onde descreve os arroubos de um indivíduo ignorante, mentiroso, cara-de-pau, sem falar que é o chefe Supremo da corrupção nestepaiz. Aqui em Palhoça, guardadas as devidas proporções, o Prefeito Reinério se acha o tal, a ponto de querer separar o sul do município, onde existem as mais belas praias de Santa Catarina (Pinheira, Praia do Sonho, Guarda do Embaú etc.); o que ainda resta da cultura açoriana (Enseada do Brito); a Guarda do Cubatão com suas terras férteis; e, finalmente, o portentoso Morro do Cambirela, que além de possuir as melhores águas do Brasil, continua vigilante a proteger os pescadores daquela região, os quais não se dobram com o toma lá, dá cá para obtenção de votos; concluindo-se que o slogan criado por esse gigante da inteligência catarinense - Palhoça, Bela por Natureza - foi apenas para enganar os palhocenses legítimos.
João Rosa de Freitas Junior (Doca). (Por e-mail)


|Opinião do leitor|

Concurso público

No dia 10/02/09, em entrevista à imprensa, o Secretário de Estado de Desenvolvimento Sustentável, Onofre Agostini, falou que o concurso da Secretaria de Desenvolvimento Sustentável, realizado em julho de 2008, seria homologado, depois de muito atraso. E que seriam chamados todos os aprovados, mais de 90 pessoas, já no início de março.
Até o momento nenhuma pessoa foi chamada, e os funcionário ACT, continuam trabalhando, aqueles que começaram após a realização do concurso. A alegação para não chamarem no concurso é falta de verba. Mas se os cargos estão previsto em lei, tem verba. Além disso, existem pessoas não concursadas na função. Os aprovados estão se mobilizando através do fórum http://www.forumpci.com.br/topico/5453117#ultima.
Evoneth Patrício Matias (Por e-mail)


|Opinião do leitor|

Abandono no Sul

É muita cara-de-pau mesmo, só não vê quem não quer. O prefeito Ronério está articulando uma Secretaria no Sul para que o 1º suplente do vereador Ademir Farias (DEM), Laudelino Nairdo Soares, não preencha sua vaga na Câmara como único representante do Sul do município, para não ter dor de cabeça com os problemas da região, que por sinal são vários. Realmente eu tenho que nascer de novo. Como um político desses sonha em ser governador do estado, se só quer governar pra elite? Ele prefere ficar viajando o estado para sair em jornais, já fazendo campanha. Votei nele as duas vezes, na última com a esperança de que ele fosse olhar pela região,j á que pelo Centro ele já fez. Qual município não queria um potencial turístico desses? Joguei meu voto fora!
Fernando Arnaldo Azevedo Nativo da Pinheira


|Opinião do leitor|

Divisão da Cidade 1

Gostaria de perguntar ao prefeito Ronério se ele está ciente do que ele quer fazer com nosso pessoal aqui do sul? Gostaria de saber se quando ele soube que a praça de pedágio ia sair em Palhoça, ele já estava com esse pensamento? Onde  foi instalada a praça foi só uma mera coincidência? É por “acaso do destino” que o senhor quer dividir o Município agora, logo após a instalação do pedágio?
Gostaria de saber também se o senhor esqueceu que o sul também ajudou-o a se reeleger, e que representamos 1/4 de seus votos. Acho que o senhor deveria rever seus conceitos e agradecer ao povo de Palhoça, que lhe deu o título de melhor prefeito do estado. Pelo que sabemos até antes o senhor não  era conhecido na política do estado e nem nacional. Pensei que  podia me orgulhar do prefeito de minha cidade, mas hoje não cofio mais nele. Ele está achando que é Deus e que é dono de Palhoça.
Claudinei Manoel dos Santos  (Por e-mail)


|Opinião do leitor|

Divisão da Cidade 2

Sou a favor da divisão do Município de Palhoça, mas na minha opinião deveria ser dividida pela BR 101, ficando pelo lado Leste (Palhoça/Balneário) e lado Oeste (somente Palhoça), pois assim a economia ficaria melhor distribuída. Balneário/Comércio/Turismo e Palhoça/Indústrias.
Anestor Pedro Denoni (Por e-mail)


|Opinião do leitor|

Policiamento

Venho através deste pedir policiamento no Colégio Henrique Estefano Koerich, na Ponte do Imaruim, no horário da saída das crianças. Pego o meu filho no período matutino e vejo o perigo que as crianças correm, pois atravessam a rua
correndo, sem falar que têm rapazes em frente ao colégio que aparecem para provocar brigas. Coloquem policiamento na saída, antes que algo aconteça. Desde já agradeço.
Maria Alexssandra (Por e-mail)


|Opinião do leitor|

Falta de calçamento

Gostaria de parabenizar o governo federal por seu Projeto junto à Caixa Econômica, através do Programa de Arrendamento Residencial (PAR). O município da Palhoça é um dos municípios contemplados com este programa, cujo principal objetivo é atender pessoas de baixa renda. Mas desde outubro de 2008 que os apartamentos já estão prontos no bairro Pacheco, só que existe um problema mais que justo: a Caixa Econômica exige que a rua de acesso aos apartamentos seja calçada, só que até o momento nada foi feito pela Prefeitura da Palhoça, prejudicando assim pessoas humildes que poderiam estar morando em seu imóveis. Sabemos que o Prefeito Ronério Heidersheidt está fazendo uma excelente administração. Talvez ele não deva estar sabendo deste pequeno problema, mas que representa muito para os 194 famílias que ali irão morar.
Israel Silva


|Opinião do leitor|

Desabafo de um cidadão

Sou funcionário da Assembléia Legislativa há 16 anos, conheço muitas prefeituras catarinenses, e entristece-me dizer que a de Palhoça é uma das piores. Pouco aqui funciona. A grande maioria dos palhocenses não pode confiar no Executivo, nem no Legislativo, vive no esquecimento, onde o descumprimento legal anda junto com o desrespeito aos direitos dos cidadãos.
Mas o que me leva a escrever estas palavras é o descaso da prefeitura com o Sul de Palhoça e a infeliz declaração do Prefeito Ronério de que no Sul ele não precisa de votos – frase anunciada na última campanha. Isto mostra sua arrogância, prepotência e inexperiência política. Será que ele pensa em ser candidato a deputado e ganhar os votos do Sul? Então quer dizer que os moradores da Praia de Fora, do Pontal, Enseada do Brito, das Praias do Sonho, Pinheira e Guarda do Embaú não são cidadãos? Eles só prestam na hora de pagar IPTU?
Tenho uma casa na Pinheira, próxima ao hotel do Espanhol, e há quatro anos tento abrir minha rua. Ao contar a situação para um vizinho, ele sorriu e respondeu: “eu tento há 15 anos”. E continuou, indignado: “A saída é você mesmo arrumar sua rua”. A calamidade é geral, isso sem falar na falta de saneamento básico e na precariedade dos serviços de coleta de lixo. Este abandono, esta incompetência e má vontade já expulsaram inúmeros turistas da Palhoça “Bela por Natureza e maltratada pelo poder público”. Esta sim é a “Nova Palhoça”.
Noto que o prefeito dá preferência para pinturas, máscaras, shows, ou seja, trata da aparência, porém é a estrutura, a saúde financeira, moral, física do povo que deve vir primeiro. Quer colocar Palhoça na rota do desenvolvimento, mas esquece de orientá-la, estruturá-la e educá-la. Ainda somos tratados como matutos, porque é assim que pensa e age a administração. Conhecem aquele ditado que diz “corpo de lambari e cabeça de tubarão”? Pois esses são os políticos de Palhoça.
Jucimar José Lazare
Jornalista Pós-graduado em Propaganda e Marketing
jucimarjl@gmail.com


|Opinião do leitor|

Calçadas

Em vez de punir a população no que diz respeito às calçadas mal cuidadas, a Prefeitura tem que primeiro arrumar as ruas, que estão com os calçamentos se soltando com buracos enormes e colocar tampa nas bocas-de-lobo do bairro Brejaru 1.
Artur Neto
(Por e-mail)


|Opinião do leitor|

Operação Verão PM

Gostaria de parabenizar a todos os policiais que participaram da Operação Verão, verdadeiros guerreiros que sabem bem desempenhar suas funções em favor da coletividade, homens e mulheres que têm o brio em usar esta farda. Todos são responsáveis pela segurança, mas só vocês, policiais, sabem o peso da responsabilidade por ser este ofício nobre .
Luiz Antonio Rufino
(Por e-mail)


|Opinião do leitor|

Rui Guimarães,

Estou me referindo à sua crônica “A tarde de um rei”. Acho que o jogo terminou 8 x 3 e você esqueceu de dizer que nesse mesmo jogo, numa jogada dentro da área do São Paulo, o Pelé pegou o braço do Procópio, rodou com ele e caiu. O juiz deu pênalti que foi convertido em gol. Quanto ao meu problema com o juiz, foi no jogo contra o Cruzeiro, que na época tinha Piazza, Dirceu Lopes, Pedro Paulo, Natal e muitos outros e o juiz prejudicou o América. Você precisa contar histórias aí no jornal sobre o grande futebol que você jogava (no nível do Tostão, Dirceu, Zico). Aliás, na foto você está parecido com o Zico. Um grande abraço do amigo.
Roninho
(Por e-mail)


|Opinião do leitor|

Agradecimento

A presidente da Sociedade Amigos do Laranjeira, Maria Aparecida Berreta, gostaria de agradecer a toda comunidade que acreditou e sonhou com ela. “Pois quando se sonha junto é possível realizar seus sonhos, e este sonho se realizou, como diz Fernando Pessoa, para construção do Centro de Educação Infantil Aprender Brincando, localizado no Jardim Laranjeira”.
Maria Aparecida


|Opinião do leitor|

Ronério rebate críticas

Na edição passada do Jornal Palavra Palhocense duas críticas enviadas por leitores à nossa administração me chamaram a atenção e gostaria de respondê-las:
Iluminação:
Sr. Luciano Bento Amaral - A única intervenção de obras de infraestrutura urbana realizada na Região do Pontal foi no nosso governo, que diga-se de passagem, será uma das obras mais bonitas da Região. Só não terminamos ainda por falta de um aditivo entre a empreiteira responsável pela obra, o Badesc e a Prefeitura, que vai beneficiar a obra com o Calçadão, mas estaremos entregando à comunidade entre os meses de março e abril. E a título de informação, neste calçadão também estaremos colocando a mesma iluminação de calçada que foram colocadas no Centro da Cidade, no Residencial Madri e no Passa Vinte.
Cadeião em Palhoça:
Sra. Elisangela - Pelo terceiro ano seguido, de acordo com pesquisas realizadas nas 15 maiores cidades do Estado, fui avaliado como o Prefeito com o maior número de aprovação popular. Neste mês de março conseguimos a marca histórica de 93% de aprovação. Quero esclarecer que não tenho medo de fazer gestão e de quebrar determinadas culturas arcaicas. Como Prefeito de Palhoça e Presidente da Fecam estou me esforçando para ajudar a resolver um problema crônico e aparentemente insolucionável, que é a precariedade do sistema prisional.
A solução sugerida é que as 115 comarcas de Santa Catarina recebam as construções de Centro de Triagens para detentos exclusivos das respectivas comarcas. Porém, defendemos que estes centros de triagens possuam objetivamente setores de capacitação e de recuperação dos detentos, buscando o retorno deste indivíduo à sociedade.
Implantados os 115 Centro de Triagens, poderemos desativar praticamente todas as penitenciárias existentes no Estado, inclusive a Colônia Penal Agrícola de Palhoça, que é motivo de preocupação da comunidade e de nossa administração, por estar instalada no perímetro urbano do Município.
Por fim, conclamo a leitora Elisangela, que se tiver uma idéia melhor que esta me procure, pois meu principal objetivo, assim como deve ser o seu, é o de ajudar Palhoça e o nosso Estado.
Ronério Heiderscheidt
Prefeito Municipal


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Sou fã

Meu nome é Alan, moro na Barra do Aririú, tenho 14 anos e gosto muito do jornal Palavra Palhocense. Para mim as principais páginas são a da política, Olho na Festa, Edmilson Cruz e muitas outras. Muito obrigado e grande abraço para meu Vereador Tavinho.
Alan, por e-mail.


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Manutenção Prefeitura

Neste final de semana, fui juntamente com minha família para os festejos da Festa do Milho, em Santo Amaro da Imperatriz. No nosso retorno fiquei admirada com o cuidado que a Prefeitura Municipal de Palhoça tem com seus trevos, portais e, principalmente, com a limpeza pública. Parabéns para a Prefeitura Municipal de Palhoça.  
Maria Tereza Soares
Trindade – Florianópolis


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Transporte hemodiálise

Em relação à nota publicada na Opinião do Leitor da última edição, intitulada “Descaso com portadores de insuficiência renal”, esclareço: Quando o transporte era feito pela Prefeitura Municipal de Palhoça, pelo motorista Santilho, os pacientes chegavam na hemodiálise às 11:30 hr da manhã, portanto, atrasados.
Porque não é só um centro de hemodiálise ao qual os pacientes são levados, sendo um na APAR Vida, em São José, hospital de Caridade, hospital Universitário e hospital Governador Celso Ramos (que se encontra em reforma) e todos com seus horários a cumprir.
Na clínica Apar, o horário é às 9:30 min, da qual sou paciente e muitas vezes chego atrasada pelo fato de ser apenas um carro de transporte, tendo pacientes residentes até na Pinheira. Então fica difícil para o motorista cumprir rigorosamente os horários.
Pelo que me consta, o transporte melhorou numa faixa de 80%, pois estamos sendo bem tratados pelo motorista, com carro limpo, o que pela regência da Prefeitura não acontecia - e quando acontecia muitas vezes ficávamos sem ser levados para a hemodiálise ou então éramos levados de ambulância sem segurança nenhuma com macas... e o transporte terceirizado até hoje, após cinco meses, não nos prejudicou. Sugiro ao senhor Cláudio Linhares que analise melhor os fatos e que antes de tudo fale com o motorista do transporte.
Mara, por e-mail


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Alô Vigilância Sanitária!

Gostaria de saber sobre o processo de desratização que a Prefeitura prometeu realizar na segunda quinzena de janeiro no bairro Aririú da Formiga. Estamos no início de março e até agora o que eu vi foi só o aumento dos ratos. Será que terá que morrer alguém para que o senhor prefeito faça alguma coisa?
Claudinei Santos (Por e-mail)


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Cadeião em Palhoça

Coisa boa o senhor Prefeito não traz, agora quando ninguém quer uma casa de detenção ele vai lá e aceita. Mas aposto que não será no bairro Pagani que ele irá implantar... por que será?
Elisangela M. da Rosa (Por e-mail)


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Descaso com portadores de insuficiência renal

A exemplo de outros municípios, Palhoça tem um certo número de portadores desta doença. Estas pessoas fazem hemodiálise três vezes por semana, sendo responsabilidade da Prefeitura o deslocamento dos pacientes até as Unidades de Terapia. Até pouco tempo atrás, o transporte era feito pela Prefeitura e tudo ia bem, mas depois foi terceirizado e a coisa complicou. Seu Mário, meu sogro, é um destes pacientes. A condução passa para pegá-lo às 09:30h. Normalmente seu tratamento se estende até às 15:00h e, então, já está liberado. Quando o transporte era feito pela própria Prefeitura seu Mário chegava em casa no máximo até às 17:00h. O que vem acontecendo com a condução terceirizada é um problema sério, pois seu Mário tem chegado por volta das 20:00h. Esta situação é um verdadeiro descaso com estas pessoas já enfermas, quase sempre idosas, que ficam sem se alimentar das 09:30h até às 20:00h. Como se explica isto? Com a palavra, o senhor Secretário da Saúde Ari Leonel. Saúde não é brincadeira.
João Cláudio Linhares
(Por e-mail)


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Iluminação

Gostaria que o jornal pedisse explicações ao prefeito sobre o porquê colocaram lâmpadas nos postes que já tinham iluminação pública de qualidade, como por exemplo na Rua José Leonildio Vieira, no Passa Vinte. Enquanto isso, na avenida central do Pontal, espera-se o término da obra, que está cheia de mato... quando e quem vão olhar por nós?
Luciano Bento do Amaral
(Por e-mail)


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Alvará 24 horas

Parabenizo a Prefeitura de Palhoça, nas pessoas do Prefeito Ronério Heiderscheidt, e a Secretaria Municipal da Receita, na pessoa do Secretário Gilberto Rosa, pelo desempenho, articulação e empreendedorismo dedicados incessantemente às novas empresas que aqui vem se constituindo.
Participei da apresentação do Regin junto ao CRC/SC em Florianópolis, onde nosso Prefeito optou por implantar o sistema integrado, visando assim agilizar todos os processos de constituição de novas empresas, disponibilizando pessoal, máquinas, software, treinamento. Digo que Palhoça saiu na frente!
Palhoça está entre os três primeiros municípios a implantar o Regin. Para nós, contadores, está sendo uma maravilha e para os empreendedores está sendo tudo o que eles precisam: agilidade em ter sua empresa registrada em apenas 24 horas. Anteriormente levava em média 30 dias para abrir uma empresa.
Hoje o contador dá entrada na viabilidade on-line, o fiscal da Prefeitura analisa o pedido, verifica se aquela atividade é condizente ao local e dá o seu parecer, logo em seguida a Secretaria da Fazenda Estadual dá também seu parecer sobre o quadro societário, a Junta Comercial consulta a disponibilidade do nome empresarial e a Receita Federal já reserva o CNPJ para o pedido e em poucos minutos, temos a aprovação do Alvará Provisório.  
Sabrina da Rosa Lazzaretti
(Por e-mail)


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Bagunça na Ponta dos Papagaios

Conforme lei da cidade, alguns vizinhos querem o melhor para o bairro, pedem direito de resposta convincente de reivindicação sempre feita há cerca de oito anos, moradores da Ponta do Papagaio, Rua 900 com trav. 90. Nesta trav. 90, além das duas casas construídas sem o devido afastamento, tem uma fossa, dois chuveiros, hortas de cebola, carros atravessados para ninguém passar e
placas da prefeitura são arrancadas quando colocadas. Enchem esta trav. 90 também com cadeiras e mesa e mais apetrechos de praia, barracas, dificultando passagem de vizinhos e turistas que se deslocam para a orla e carros são obrigado fazer retorno, e levam de vez em quando um desaforo bem alto que ali não é rua.
Queríamos lajotar as ruas, conforme várias reuniões feitas na associação, e todos acharam excelente a benfeitoria, tanto que foi feito topografia, preço de mão-de-obra, preços de lajotas, autorização da prefeitura, etc., mas os vizinhos
concluíram que como está não tem jeito.
Se a própria prefeitura se oculta em prevalecer a lei da cidade com multa pesada e processo a perturbações da ordem pública, pode-se dizer que não existe autoridade na Palhoça, porque bela por natureza é coisa que de Deus fez e todos sabem e admiram, mas é uma pena que este órgão deixa a desejar e imagine o povo com a remarcação do Parque do Tabuleiro nas mãos desta atual administração mal delegada... vai ficar um caos.
Tadeu S. Blazius
(Por e-mail)


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Buracos na Barra

Não dá para entender! Li no jornal que a Prefeitura Municipal de Palhoça teve um superávit de 6 milhões e que tem assegurados do governo federal mais 46 milhões. O que não dá para entender é esse superávit e as ruas serem tão ruins. No caso mais especifico, a estrada que liga a Barra a Palhoça, um superávit de buracos. Nessa mesma matéria são prometidas melhorias, como sempre na Ponte do Imaruim e Elza Luchi. E não pode faltar e o mais incrível: uma estrada novinha para ligar um empreendimento particular da Rodobens ao centro da Palhoça. Enquanto isso, as estrada da Barra ficam com remendos provisórios. Será que o prefeito sabe que existe o bairro da Barra do Aririú? Ou só se lembra em épocas de eleições? A população da Barra elegeu dois vereadores, mas parece que os mesmos não estão nem aí. Nossas “taxas de conservação de vias” são mais caras do que as do centro de Palhoça, mas a troco de quê? Será que conservar buracos é tão caro?
Rosimar José de Espíndola
(Por e-mail)


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Partidos políticos

A decadência dos partidos políticos é conseqüência da perda da qualidade no campo da representação e da falta de articulação dos interesses das bases de organização que exprimem os vínculos com o cidadão e pela inadequação perante as questões surgidas no sistema político.
Os partidos políticos têm se constituído em instituições frágeis, não apresentando condições basilares de organização, estrutura e funcionamento para se legitimarem como reais e atuantes organizações representativas. Porém, a representação política somente se efetiva com a interposição de partidos políticos.
Os partidos políticos têm autonomia para definirem sua estrutura interna, organização e funcionamento, cabendo aos mesmos constituírem-se em instituições indispensáveis para a concretização da democracia representativa.
Cabe ao partido político ser a expressão direta de cada cidadão, constituindo-se em representação política da sociedade, mobilizando e ampliando a participação da cidadania e difundindo ideais em prol do bem-estar da coletividade.
Constata-se a necessidade de reformar as instituições políticas brasileiras, face à fragilidade, a debilidade e o excessivo número de partidos políticos caracterizados como “máquinas políticas”, estruturadas sobre uma dinâmica de interesses individuais, sem ideologia definida ou programa e doutrina determinada.
Cabe aos eleitores se manifestarem e aos agentes políticos efetuarem as mudanças necessárias para tornar os partidos políticos verdadeiras instituições
representativas.
Marioly Oze Mendes - marioly@ibest.com.br
Msc. em Gestão de Políticas Públicas


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Descaso na Rua Salvador

Novamente venho entrar em contato com o Jornal, devido à matéria publicada em dezembro referente aos buracos na Rua Salvador, na Praia de Fora. O senhor secretário de obras disse que resolveria o problema na semana seguinte e até hoje o problema permanece. Um morador ajeita daqui, o outro dali, e a prefeitura nada de resolver o problema. Não adianta também ir lá passar uma máquina pra aplainar os buracos, porque quando a chuva vier eles voltarão e o nosso problema também. Todos os moradores querem calçar a rua, inclusive pagando para isso, mas parece que mais uma vez a prefeitura não tem muito interesse, deixa do jeito que esta e nós vamos desviando dos buracos, da lama e rezando para que não chova para a situação não piorar. Obrigada.
Elisangela Marques da Rosa
(Por e-mail)


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Esclarecimento

A Secretaria Municipal de Assistência e a Gerência do Centro Educacional Dom Jayme de Barros Câmara vêm manifestar sobre as colocações de algumas pessoas abrigadas no Centro Piloto, quanto à falta de alimentação e água, numa matéria vinculada nesse Jornal.
Queremos registrar que desde o primeiro episódio das cheias, em novembro, a Secretaria esteve em parceria com a gerência do Dom Jayme, Defesa Civil, Secretaria de Estado da Assistência Social e Secretaria da Habitação, prestando atendimento aos desabrigados. Foram feitas visitas em conjunto com a Defesa Civil para sensibilização das famílias saírem das áreas de riscos, bem como o devido encaminhamento ao Centro Piloto ou casas de parentes. Nestes momentos, as famílias recebiam cestas básicas e material de limpeza.
Em dezembro, na ocasião da última cheia, e com as famílias já abrigadas no CP, uma equipe fez reunião com todas as famílias, prestando as devidas orientações, bem como informaram que durante o recesso escolar e da Prefeitura, haveria um rodízio de profissionais para o atendimento as necessidades de todos. Então, foram doadas diversas cestas básicas por família, material de limpeza e água potável, onde elas próprias tiveram acesso a pegar a quantidade que queriam.
Foram ainda informadas que o alojamento seria até início de fevereiro, tendo em vista o início das aulas escolares. Mas, que durante este período a Secretaria de Habitação estaria buscando alternativas de solução sobre o problema de moradia. O que ocorreu com o pagamento de aluguel.
Neste sentido, de dezembro até a presente data, semanalmente, as famílias eram atendidas com cestas básicas e água. Cabe ainda salientar, que das 21 famílias alojadas, apenas 02 estão sentindo dificuldades ou reclamando sobre a situação. Dentro das possibilidades e das responsabilidades atribuídas a nós, enquanto órgãos públicos, consideramos que fizemos todo o acompanhamento necessário às famílias e estas não ficaram sem atendimento, como afirmaram, durante o período de alojamento.
Secretaria de Assistência Social
Centro Educacional Dom Jaime de Barros Câmara


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Esporte

Eu e meus amigos gostaríamos que Palhoça tivesse uma pista de skate ou moutainbike. A cidade de São José tem em sua beira-mar e gostaríamos que o Prefeito Ronério doasse um terreno para a construção das pistas aqui também, por favor.
Dhyonat Hallan Borges
(Por e-mail)


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Praia do Sonho

Fiquei surpreso ao passar na rodovia que dá acesso à Praia do Sonho e me deparar com a construção de um posto de combustível dentro de uma área de preservação permanente, sendo que vários proprietários de lotes na mesma região não conseguem autorização para construir. Gostaria de saber quem autorizou a construção, pois vou recomendá-lo para os demais moradores da região. Será que Senhor Promotor do Meio Ambiente de Palhoça está sabendo desta obra? E a Fatma, concedeu licença ambiental? Será que tem gente dentro da prefeitura concedendo licença ambiental por conta própria? Ou é compromisso de campanha assumido?
Gilmar de Paulo
(Por e-mail)


|Opinião do leitor|

Descaso na Praia de Fora

Sou assinante do jornal e quero comentar as reportagens sobre a balneabilidade da Praia de Fora e os terrenos baldios, ambas publicadas na semana passada. Como moradora da Praia de Fora já fiz denúncias junto à Prefeitura, Fatma e Polícia Ambiental sobre os esgotos e os terrenos baldios, tendo em vista que existe um terreno em frente a minha casa que é um santuário de ratões e muito lixo. Quando denunciei a Prefeitura mandou a dona limpar, mas ela simplesmente tirou o mato por cima e ficou por isso mesmo, pois não existe uma fiscalização.
E quanto aos esgotos também já denunciei, mas não deram a mínima, não fizeram nada e acho que não vieram nem averiguar o fato de escorrer esgoto a céu aberto na beira da praia, sem falar dos cachorros que circulam pela areia fazendo cocô, xixi e nadando na água da praia.
Acho Palhoça uma das cidades mais belas, pena que as autoridades não cuidem melhor das suas belezas naturais - seria uma maneira de atrair mais turistas e preservar a natureza. Daqui a alguns anos toda a Grande Florianópolis estará como o Rio de Janeiro, completamente tomado por favelas nos morros e praias totalmente poluídas, uma pena.Um abraço a todos do jornal e parabéns pelo trabalho.
Beatriz Machado (Moradora da Rua Salvador)


|Opinião do leitor|

Presidência Câmara

Quero parabenizar o Juiz de Palhoça, Leone Carlos Martins Júnior, e o Promotor Raul, pela brilhante decisão em relação à Presidência da Câmara de Vereadores. O grupo perdedor estava querendo usar o poder judiciário para fazer tratativas políticas, mas dessa vez a Justiça não foi cega. Ainda bem que contamos com pessoas sensatas em nosso Município para nortear o desenvolvimento de Palhoça com segurança. Agora, espero que a Câmara de Vereadores possa trabalhar em favor dos cidadãos palhocenses.
Marcelo Caldeira dos Passos (Por e-mail)


|Opinião do leitor|

Agradecimento

Venho agradecer aos Diretores dos colégios Carrossel, Energia e Promissor pelas oportunidades que deram a minha filha de poder ter um ensino de qualidade, na condição de estudante bolsista, alem de ter sido uma honra servi-los como professora. Devo dizer como mãe que vocês foram e são pessoas maravilhosas, que realmente levam a educação no coração. Muito obrigada, pois o resultado do amor sempre será a vitória!
Rosana Ponche (Professora de Espanhol)


|Opinião do leitor|

Carnaval no Clube 7

Li na coluna do nosso amigo Cabeção que a Câmara aprovou e a Prefeitura vai repassar uma subvenção de R$ 15 mil para o Clube 7 Setembro promover o Carnaval 2009, e na mesma coluna ele cita a venda de mesas... Pergunto: se o repasse é para uma entidade particular, o referido carnaval não deveria ser aberto ao público? Pois verba pública tem que ter o interesse público, não é? Será que este dinheiro não estaria sendo irregular?  É apenas uma dúvida. Com a palavra, os vereadores.
Leitor da Ponte do Imaruim (Por e-mail)


|Opinião do leitor|

Vereadores

Acreditamos que, ampliando a transparência de suas atividades e decisões e a abertura de novos instrumentos de participação popular e melhoria dos já existentes, o Legislativo municipal venha estimular o cidadão na busca por soluções que anseia a sociedade.
Notamos apenas que parte dos vereadores e parcela mínima da população consideram importante o processo de elaboração, discussão, aprovação, execução e controle das leis orçamentárias, não havendo uma participação mais contundente da comunidade nas decisões e ações dos interesses locais, ao passo que deveria se configurar um evento político de alto significado para toda a comunidade.
A instituição por excelência da democracia deve ser o Legislativo, cabendo ao Parlamento o papel de estimular a sociedade a compreender as atividades parlamentares e a dinâmica que envolve o complexo percurso do processo legislativo, indo ao encontro, portanto, da necessidade de trabalho de conscientização da população. O Legislativo é considerado o mais aberto e democrático dos poderes, cabendo ao mesmo proporcionar condições para que o cidadão a ele recorra na busca de seus direitos. Incumbe à Câmara de Vereadores que seja o principal ‘meio’ de debate com a sociedade, repercutindo os interesses da opinião pública. Ressalte-se da necessidade de haver a conscientização, por parte dos cidadãos e de entidades, de acompanhamento do processo legislativo e das atividades dos parlamentares.
Marioly Oze Mendes
Msc. em Gestão de Políticas Públicas


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